Drumming Song



o videoclip está AQUI

Florence + the Machine - "Drumming Song"

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Não me apetece escrever. Apetece-me estar ao sol numa esplanada a partilhar estórias e histórias, acompanhado por gelado e boa disposição.


(Sim, esta é a minha subtil maneira de dizer: Quero o Verão.)

So unprofessional


regras pouco claras

Pouco a pouco venho-me mudando, partes e peças desarranjadas em torno de coisas novas para mim. Coisas que gritavam por aparecer, coisas que tão bem tinha escondido por baixo dos enormes tapetes que usava como pele. Sou uma máquina orgânica, tudo trabalha muito bem, tudo cresce para onde deve... Excepto quando não o faz, aliás, como nunca o fez. É suposto sermos nós a ditar para onde crescemos, a delimitar o que queremos e quando o queremos. Quando uma grão de pó se acumula na mais perfeita das engrenagens duma parte do ser humano, ele deixa de evoluir, deixa de poder continuar a crescer essa parte, pelo menos até se resolver a questão do pó. Às vezes só é preciso uma sacudidela ou um empurrãozito para que o pó se solte e nos deixe seguir a vida, outras vezes é preciso mais que abanão ou um terremoto, há vezes em que é preciso todo um realinhamento estrutural. Como um puzzle mal feito mas onde, mesmo assim, as peças encaixam mas não formam a imagem da caixa. Se é trabalhoso com peças, imaginem com pessoas... Quando não é a imagem que está errada mas sim o eu que tão (estúpida) e orgulhosamente proclamamos. O Eu que ninguém vê para além de nós, o Eu pelo qual continuamos a agir quando pensamos, o Eu (estupidamente) racional, aparentemente tão certo e tão correcto... mas enfim, não podíamos estar mais enganados.

E as pessoas vão e vêm, vêem e vão. Certas pelo que vieram, do que viram e de como vão. Algumas lá vão ficando, geralmente as que não viram logo o Eu que adoptamos mas o Eu que somos, os que chamamos de "Amigos" e os que o são mesmo. No final todos ajudam a perceber o que e quem somos.

E esqueçam por momentos agora tudo o que são, passem a não ser nada, a ser Ninguém, sabem o que é que somos todos se o fizermos? Maioritariamente felizes. Não é por acaso que se diz que "Ninguém é feliz", não é uma constatação, é um jogo de palavras, toda a Vida o é mas mesmo sem regras definidas é preciso jogá-lo. Para avançar eu improviso... Há quem se sente e resigne (já o fiz!). São Histórias de Vidas. Mas quem disse que eu é que estava certo? Pois claro, Ninguém.

Gosto de jogos de palavras, o que é que querem? :)

Enfim, viriam agora muitos professores, doutores e sábios dizer que estou errado, que esta ou aquela teoria, que este ou aquele modelo psicológico dizem que não senhor e que como estudante de Psicologia devia ter vergonha por fazer constatações destas. Sabem que mais? Que se fodam os professores, doutores e sábios que mo digam, que se danem as teorias e os modelos. Quando nasceste ninguém apresentou um modelo do teu futuro aos teus pais, ninguém passou horas a contemplar Powerpoints sobre como andar para o aprender, nunca ninguém teve de sequer olhar para lado nenhum para saber como respirar!

Por muito bom que sejam os modelos e as teorias nunca vão poder descrever a riqueza do crescimento, a infinidade de opções e contradições, a complexidade crescente de um gesto ou de um olhar. Eu nem me atrevo a começar a tentar fazê-lo.

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Um tad bit mais comprido do que é costume...Não peço desculpa porque sei que não se importam. (E se se importam carreguem em Ctrl + W).

E desta vez, orgulhosamente assinado.

[Z]

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18/12/09. Vamos?

Semi-Obscuridade

Desapareceste na Penumbra como uma sombra exposta a luz. Fugiste-me por entre os dedos, uma memória mal vivida, um tempo mal partilhado, perdido por entre discussões e demonstrações de egoísmo. Houve uma altura em que era capaz de te seguir para qualquer lado, trilhar contigo os caminhos e atalhos do Mundo, descobrir um novo eu a cada passo. Perdermo-nos no horizonte por entre os folhos dos vestidos das ondas, por entre os braços e os abraços das florestas. Abrir lentamente a caixa que trago ao peito. De revelar o mais profundo dos segredos, de apagar o mais negro dos desejos. Pois, hoje não. Caiu-te a máscara, a intensa luz que eu julgava iluminar-me o caminho não passava de um pequeno pirilampo atarracado, sem vontade nem força. Se um dia fui eu que corri atrás de ti, hoje já assim não é. Se me queres, corre. Depressa. Fôlego não me falta.

Volto agora para o lugar que tenho como meu, num qualquer canto à beira luz, num qualquer sítio longe da sombra.

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Gosto de vocês, pessoas que não percebem uma ponta do que por aqui se passa... Se nem eu consigo :)

(A música nova dos OneRepublic é alguma coisa de... wooow)

Percy Jackson and the Olympians



must see...

I shall never believe again...

They told me you were dead. Lost into the great void. They told me you would never come back, that you would never stop dreaming again... I never saw your body so still, so peaceful... And yet, that's not you. That is not who I met years ago. There's no happiness, no movement, not an ounce of sheer laughter. Life abandoned you. And you left me here, all alone... Alone in a world that doesn't want me, in a world that rejects me, insults me, in a world that lives only to feed upon the prey, to consume only itself. The days darkened, as if there was a huge cloud of sobriety over the land. No fun. No nonsense. Just the impervious sense of duty and law.

They told me you were gone. And I fear my life is gone with you.
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