(A partir daqui designarei as consciências pelo seu número... Ou seja, pela ordem em que se juntaram à primeira (I). Sendo assim a última consciência será "XIII")
XII olhava para o que tinha sido o seu corpo. Tinha-o detestado cada minuto da sua vida. De todos os corpos que tinha tido era de todos o pior. Estava farto. Era um corpo esbelto... Um corpo de mulher... e ele não era uma consciência propriamente feminina... Fora-o durante as primeiras vezes que habitou um corpo mas esses eram tempos idos. Deixou o corpo junto a um limoeiro seco e partiu à procura de uma nova prisão sensorial. Uma brisa quente atraía-o para o meio de um deserto. A candura da brisa era inquestionável. Havia algo no toque... Se é que sentia o toque... Ser uma consciência era muito confuso, havia toda uma série de problemas derivados da ausência de uma forma corpórea... Como não conseguir reter o conhecimento... Isso era o que o chateava mais... Uma palmeira destacava-se no horizonte. Dirigia-se para lá inconscientemente. Quando estava a poucos metros de distância algo o deteve. Algo o tocava (ou qualquer coisa semelhante). E o calor da brisa preencheu-o, e a vida que vivera passava-lhe pela mente.
[Z~XIII]
XII olhava para o que tinha sido o seu corpo. Tinha-o detestado cada minuto da sua vida. De todos os corpos que tinha tido era de todos o pior. Estava farto. Era um corpo esbelto... Um corpo de mulher... e ele não era uma consciência propriamente feminina... Fora-o durante as primeiras vezes que habitou um corpo mas esses eram tempos idos. Deixou o corpo junto a um limoeiro seco e partiu à procura de uma nova prisão sensorial. Uma brisa quente atraía-o para o meio de um deserto. A candura da brisa era inquestionável. Havia algo no toque... Se é que sentia o toque... Ser uma consciência era muito confuso, havia toda uma série de problemas derivados da ausência de uma forma corpórea... Como não conseguir reter o conhecimento... Isso era o que o chateava mais... Uma palmeira destacava-se no horizonte. Dirigia-se para lá inconscientemente. Quando estava a poucos metros de distância algo o deteve. Algo o tocava (ou qualquer coisa semelhante). E o calor da brisa preencheu-o, e a vida que vivera passava-lhe pela mente.
[Z~XIII]
