Sei que tenho qualquer coisa para escrever, algo perdido por entre emaranhados irredutíveis de confusão e de nada, ubiquidades aterradoras. Sei que existem fragmentos de frases suspensos por entre fios de poeira e linhas de pensamento cortadas. Existem palavras boiantes numa maré de aversão, num marasmo de modorra... Existe um Eu que gostava de as poder pescar e traduzir, destilar o pedaço de mente num pedaço de papel.
Existisse um mestre que impusesse ordem onde reina o caos, existisse um dono que evacuasse o supérfulo para atender ao necessário... Tenho sangue na mente e pensamentos no corpo, pedaços de nada perdidos por entre ondas de vazio.
Tivesse eu uma mente em branco e um corpo novo descansado...
Eu podia escrever as palavras todas, desenhar as figuras todas, cantar todas as odes... E nada se compararia a vivê-la.
Odd, odd night. Completamente inesperada e ainda assim tão boa... :)
Odd, odd night. Completamente inesperada e ainda assim tão boa... :)
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