Ah, a minha música favorita da Disney

Em Português:



Em Inglês:


EU MAL POSSO ESPERAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAR PRA SER REEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEIII!!!

[Edgy

Ia e vinha...

Havia um corpo numa praia. Deixava-se levar pela maré. A força das ondas empurrava-o para trás e para a frente. O corpo, inchado, boiava lentamente, como que apreciando o momento. Mas apreciar era coisa que já não conseguia fazer. Os olhos olhavam sem olhar o céu. A boca, aberta num trejeito, já não falava nem sorria. Os ouvidos não ouviam a música das ondas. A pele não sentia o frio cortante do mar. E o corpo deixava-se boiar. Ia e voltava, ia e voltava num ritmo calmo, sem pressa. E o vento e as marés levavam-no. E o céu escurecia. E o corpo viajava. Os braços, inchados, não ofereciam resistência.

E dias passaram. E o corpo não voltou.


[Edgy

Croácia.

Pra mim, quem tinha ganho o festival da Eurovisão tinham sido estes.



[Edgy

Topless

Uhm... Laptopless...

Sem laptop. Dying.

Yet again.
[Z~XIII]

Surpresa!

A vida está cheia de surpresas.

Principalmente se se for o fornecedor de tv por cabo de uma personagem de banda desenhada.

[Z~XIII]

Passate...

Quando te vi passar nem te reconheci. Foste a parte da minha vida em que tive algumas das maiores decepções. Também tive algumas alegrias, digo-te. Foste uma fase menos boa. Sentia o Mundo escuro. Sentia-me a deslocar por um ar oleoso, gelatinoso, que me dificultava o andar. Sentia-me preso, agrilhoado ao chão. E depois, *poof*, foste como vieste, silenciosa e invisível.

E passaram dias sem te sentir. Semanas, meses, julgo. Meses de plena satisfação, meses de Vida. E então comecei a ver-te. Agrilhoada às pessoas, ou as pessoas agrilhoadas a Ti. Via o carrasco negro, a devoradora de mundos. Junto dos Idosos, junto das crianças. Deixaste-me em troca de todo o resto do mundo? Parecia que sim.

E um dia, senti-te voltar, de mansinho, por baixo da frecha da porta, sentia-te regressar. A tentares apoderar-te da mente de um antigo servo. Mas desta vez a escuridão não estava em mim. Em mim, havia só luz. E tu, surpreendida voltaste para o fundo dos mundos.


Ontem, passaste por mim. O manto negro não engana ninguém. Mas o que me surpreendeu foi a bela rapariga que agora ocupa o lugar do antigo corpo em decomposição. E então vi-te agrilhoada ao motivo da minha Luz.

E vi os teu olhos chisparem de satisfação, porque a escuridão estava a voltar a mim. E vi a nova Morte, com as suas delicadas mãos, colocarem um grilhão no meu pulso. E o Mundo... negro.

Descobri dEUS

Não no sentido religioso, claro. Foi-me recomendado por um amigo belga. Que é também a nacionalidade destes senhores... Eu sei que devia por mais textos, mas esta música impunha-se.



"The Architect" - dEUS

(Ah, nevermind that outer space stuff, let's get down to earth!)

What is the architect doing?
He is by the riverside
What is he thinking out there?
He is committing egocide
Now isn't that a strange thing?
Well, to him it feels just
Oh we guess a person's gotta do
What a person feels he must

He said:
"I won't throw myself from the pier
I'm gonna go home and shut up for a year
And when the year is over I'll reappear
And have a solution"

I've reason to believe that what I find
Is gonna change the face of humankind
And all these years before, well I was blind
That's my conclusion

Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect

Now the man has understood
That outerspace is overrated
About all the problems on this Earth we should
Worry now to solve them later
And so he's brooding and alluding on a perfect design
He thinks that working on behalf of himself is a crime
He flashes out by the water, a view so divine
He's the architect of his own fate, a man in his prime

He said:
"I won't throw myself from the pier
I'm gonna go home and shut up for a year
And when the year is over I'll reappear
And have a solution"

I've reason to believe that what I find
Is gonna change the face of humankind
And all these years before, well I was blind
That's my conclusion

Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
(That's it, we're going to make it)
(Don't let up)
(Don't let up or we won't make it)
(Don't let up)
(Don't let up or we won't make it)

And so he drew himself a pentagon
Thinking it through a geodesic dome
From the coast of Tahiti to the hills of Rome
Step aside cause the man will take the Nobel prize home

He said:
"I won't throw myself from the pier
I'm gonna go home and shut up for a year
And when the year is over I'll reappear
And have a solution"

Now if these aspirations bother you
Well you are just you, you don't have a clue
I'm sticking to the plan, I will see it through
Let there be no confusion

Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect

[Z~XIII]

Blogs




Esta moda está mesmo para ficar... A quantidade de blogs que se criam sem serem actualizados cresce de dia para dia... (Ok, eu também tenho culpas no cartório...) E depois há o lixo informático (onde prontamente me incluo)...

[Z~XIII]

Anita e a QUEIMA (2)

As memórias desfazem-se e refazem-se, assumem novas posições, alinham-se em constelações nunca antes sentidas. E as músicas passam a ser memórias e as memórias vivem outra vez. E sentimos o frio do parque, o pó nos pés, o calor das pessoas, as dores na barriga, o cansaço, os saltos, o rejúbilo, os berros, a melodia, o embalar das pessoas, tudo uma outra vez...

Ver os Clã ao vivo foi das melhores coisas que já me aconteceram na vida.

Clã - Tira a Teima


Clã - Sexto Andar


Não encontrei mais vídeoclips... A Manuela Azevedo é completamente doida da cabeça... Aliás... São todos doidos. E é assim que gostamos deles.

[Z~XIII]

Anita e a QUEIMA (1)

A 1ª noite:

Esperar, esperar, dizer que não podem levar a cadeira porque está ocupada, esperar, dizer mais que não, esperar, jantar, comprar pastilhas, utilizar o sistema excretor, apanhar o autocarro, quase ter um acidente de viação, sair do autocarro, descer a pé para a praça, levantar dinheiro, ver esponjas, encontrar com pessoa, descer a rua a pé, encaminhar para o recinto.

Chegar e furar filas, andar de mãos dadas como as crianças em excursão, desesperar por causa de três projectores, pular (mas não no mesmo sítio, que eu não consigo), gritar “RIIIITA”, cantar gritar as letras do David Fonseca, ver as belas figuras de outrem, rir (muito), bebeeeeer (água.) prometerem-me ver pessoas a chorar, não ver pessoas a chorar (malditos charlatães), tentar não dançar, voltar a dar as mãos… Sentar e repousar… Levantar e dar as mãos, seguir para as tendas, esperar, levantar uma pessoa pelas pernas, esperar, esperar, perder a noção do tempo, comeeeeer, ver a tuna, não ver ninguém, ver a tuna de mais perto, ver conhecidos, ver perfeitos desconhecidos que apesar de terem todo um espaço para passar teimam em passar juntinho às pessoas (carências, é o que dá...), sair do recinto, sentar, na relva, levantar, gozar com lombrigas, quase ver o Sol nascer, deitar às seis e só acordar às três da tarde.

Em suma: Uma excelente noite.

Mein Kampf

Olho pela janela e vejo o céu chorar. A minha alma chora também por um tempo que não virá. Deito-me a pensar. Os brados do céu confundem-se com os gritos da minha alma. E os olhos fecham-se.

Somos dois mas somos só um. Somos energia, somos calor, somos Fogo e somos Ar. Somos Mente. Mas estamos separados. Somos matéria, somos Terra e somos Água. Somos Corpo.

Somos opostos e somos iguais.

Estamos em lados opostos do abismo. E saltamos e deixamo-nos pairar, vogar, voar até ao chão. E o vento sacode-nos e a vontade esmorece. E ora nos aproximamos ora nos afastamos, deixados à deriva na corrente do ar. E então há um momento de felicidade, quando as mão se tocam, os corpos se entrelaçam e as mentes se unem. E lutamos por assim estar.

Mas depois vem a malograda separação. E as mentes separam-se e os corpos desenlaçam-se e as mãos já não se sentem. E caímos. Mais Depressa, mais depressa do que é normal. E há-de haver uma altura em que chegaremos ao chão. E quando chão chegar, impiedoso, eu direi finalmente as palavras que tanto temo dizer.

Os olhos abrem-se. Hoje é um novo dia. A queda continua, o abismo mantém-se lá. Mas o céu não brada, o céu não chora. E o ar empurra-nos para mais perto um do outro. E hoje, lutamos para as mão se tocarem.

(Não é nada de autobiográfico)

[Z~XIII]

É a justificação de muitos...


kidding, just kidding...

well, maybe not...
[Z~XIII]
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