Anita e a QUEIMA (1)

A 1ª noite:

Esperar, esperar, dizer que não podem levar a cadeira porque está ocupada, esperar, dizer mais que não, esperar, jantar, comprar pastilhas, utilizar o sistema excretor, apanhar o autocarro, quase ter um acidente de viação, sair do autocarro, descer a pé para a praça, levantar dinheiro, ver esponjas, encontrar com pessoa, descer a rua a pé, encaminhar para o recinto.

Chegar e furar filas, andar de mãos dadas como as crianças em excursão, desesperar por causa de três projectores, pular (mas não no mesmo sítio, que eu não consigo), gritar “RIIIITA”, cantar gritar as letras do David Fonseca, ver as belas figuras de outrem, rir (muito), bebeeeeer (água.) prometerem-me ver pessoas a chorar, não ver pessoas a chorar (malditos charlatães), tentar não dançar, voltar a dar as mãos… Sentar e repousar… Levantar e dar as mãos, seguir para as tendas, esperar, levantar uma pessoa pelas pernas, esperar, esperar, perder a noção do tempo, comeeeeer, ver a tuna, não ver ninguém, ver a tuna de mais perto, ver conhecidos, ver perfeitos desconhecidos que apesar de terem todo um espaço para passar teimam em passar juntinho às pessoas (carências, é o que dá...), sair do recinto, sentar, na relva, levantar, gozar com lombrigas, quase ver o Sol nascer, deitar às seis e só acordar às três da tarde.

Em suma: Uma excelente noite.

2 Sentenças Alheias:

Leonor e Rita disse...

Pah, Anita?


...

UmJosé disse...

Sim, já que a Anita vai a tanto lado e faz tanta coisa, bem que podia ir à queima :D

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