The sounds echoed down his mind. Pure vibrations of sound and spirit made his heart rush into ecstasy. His feet stomped and tapped feeling the rhythm of the music. And he went wild. No worries, no pains, just music. His life was a blur way back there on his mind. But that didn't concern him at the moment. His mind was a barren desert filled with speakers, bathed by disco lights. The sand resonated with the sand making it lift in the air. And the boy was in the middle. He shook his body, banged his head, he was happy. The music took him to higher levels of thought, to new levels of excitement. His body had to wear it off in any way possible. He felt waves around him, bodies climbing the air and dropping to the floor. So he jumped too, he jumped like he never did before.
No life, no worries, no nothing. Just music.
Krypteria - The Promise
He said: Just sign your name across the dotted line and take advantage of the goods I have to offer
It won’t cost you much just a single drop of blood and I’ll hand you the things you have long been wishing for
It’s an easy way to choose, what do you have to lose ?
Will I fall ? Opulentiam aeternam gloriamque te promitto
Will I stand tall ? Quidquid agis prudenter agas et respice finem
Will I fall ? Venustatem infinitam gloriamque te promitto
Will I stand or fall ? Quidquid agis prudenter agas et respice finem
Should I sign and end this lifelong string of broken dreams of failure, shattered hopes, of trials and tribulations ?
It won’t cost a thing all the world will hear me sing and I’d have all the riches, the fame and everything
It’s an easy way to choose, what do I have to lose ?
Will I fall ? Opulentiam aeternam gloriamque te promitto
Will I stand tall ? Quidquid agis prudenter agas et respice finem
Will I fall ? Venustatem infinitam gloriamque te promitto
Will I stand or fall ? Quidquid agis prudenter agas et respice finem
Should I sign and blindly dance along the piper’s tune or should I rather trust my inner voice to guide me ?
I don’t own a lot but I still got one last shot so do I need to believe in a promise and its seed ?
Am I willing to choose when it’s myself I could lose ?
Will I fall ? Opulentiam aeternam gloriamque te promitto
Will I stand tall ? Quidquid agis prudenter agas et respice finem
Will I fall ? Venustatem infinitam gloriamque te promitto
Will I stand or fall ? Quidquid agis prudenter agas et respice finem
-----
It's an easy way to choose. What do I have to lose?
Back to the darker moods.
[Z~XIII]
Os dias não passam, a caneta não flui, os dedos não martelam com vontade. O sentido foi-se. Escapou-se para o fundo de uma cova negra e funda, fugiu para um sítio onde os olhos não vêem, para um sitio longe daqui, longe do Mundo. E o mundo parece-me agora mais frágil, mais irrevogável. Os ódios e as misérias parecem mais reais, as mortes mais chocantes. Parece-me ouvir o canto das aves abafado pelos tiros de caçadeira, julgo ver as cores deles por entre o fumo dos fogos da discórdia.
Mas no fundo sei que não. Sei que não existe cor, sei que o som à muito foi abafado, sei que as palavras secaram. E que o mundo é um deserto e nada mais.
Mas a mente veloz insiste em pensar: "Se é um desetro o mundo hão de haver oásis, hão de haver outros mundos a conquistar". E o corpo sente-se relutante. Ele já não quer lutar. Só quer uma cova funda, onde a luz não o alcance. Mas a mente não desiste.
E então parto contrariado à procura de oásis de inspiração. E desta vez tudo serve, seja um rio seja uma pequena gota. Seja a música do rádio, o tamborilar da chuva ou o ulular do vento. Seja o que for hei-de a beber. Sofregamente. Sempre
Mas no fundo sei que não. Sei que não existe cor, sei que o som à muito foi abafado, sei que as palavras secaram. E que o mundo é um deserto e nada mais.
Mas a mente veloz insiste em pensar: "Se é um desetro o mundo hão de haver oásis, hão de haver outros mundos a conquistar". E o corpo sente-se relutante. Ele já não quer lutar. Só quer uma cova funda, onde a luz não o alcance. Mas a mente não desiste.
E então parto contrariado à procura de oásis de inspiração. E desta vez tudo serve, seja um rio seja uma pequena gota. Seja a música do rádio, o tamborilar da chuva ou o ulular do vento. Seja o que for hei-de a beber. Sofregamente. Sempre
E pronto, lá me apeteceu mudar isto tudo outra vez. Agora sem texto lá em cima, sem preto no fundo. Mais ou menos decente.
E pus uma imagem lá em cima, é o que dá não ter mais que fazer.
E bom, faltam 7 posts para os 300.
[Z~XIII]
E pus uma imagem lá em cima, é o que dá não ter mais que fazer.
E bom, faltam 7 posts para os 300.
[Z~XIII]
De dia para dia o mundo perdia a cor. Cores vivas e garridas esbatiam em direcção àquele tom cinza-pardacento de quem não vive. Os olhos coloridos das pessoas tornavam-se negros e sem vida, as suas faces coradas perdiam o rubor. Os autómatos moviam-se sem diligência, sem vontade de estar nem de ser. Uma rapariga sentava-se no canto escuro da sua mente. Canto escuro que era mais colorido que o todo o resto do Universo. Nela guardava um segredo, uma inquietação. Sentia-se afundar. Sentia-se sufocar sob a pressão do Mundo. Não se sentia ser ela. E as cores esbatiam-se cada vez mais. O Sol, outrora Astro-Rei, resumia-se agora a uma bola de Cotão negro, preso no papel de parede no tecto do Mundo. As nuvens, recortadas em papel autocolante não tinham mais aquelas formas engraçadas, em vez disso eram ameaçadoras e cinzentas. O vento não empurrava as árvores por preguiça, as árvores não cresciam para o céu. O mundo tornava-se monótono. E as cores não passavam de cinzento. As folhas de papel de lustro soltavam-se dos ramos e deixavam-se cair no meio da populaça. E a rapariga ansiava por algo mais E o Mundo... deixava de ser para passar a estar.
E um dia, num ímpeto descomedido a rapariga levantou-se e gritou. E o Sol, numa explosão de força, rasgou o tecto do Mundo e voltou a si. A cinza soltava-se dos corpos e as cores voltavam. E o Mundo voltava a ser.
E um dia, num ímpeto descomedido a rapariga levantou-se e gritou. E o Sol, numa explosão de força, rasgou o tecto do Mundo e voltou a si. A cinza soltava-se dos corpos e as cores voltavam. E o Mundo voltava a ser.
São palavras do silêncio, aquelas que brotam da tua boca. Uma escolha insípida de fonemas, um arraial de ignorância sonora. São vazias de significado, estripadas de conhecimento. Falas como se conhecesses o Mundo, como se conhecesses o significado da Pessoa, como se soubesse o que é que estamos a fazer aqui. Falas sem conhecimento de causa, sem experiências naquilo que profetizas. Falas de tudo. Não dizes nada.
E as tuas palavras caem no chão como uma chuva maldita, que não mói mas mata. A essa chuva ninguém a quer, não é fértil. É veneno. Veneno destilado a partir de tanta desconsideração. Julgas-te num pedestal feito de vidro, mas o teu trono não é mais que um monte de lama onde ervas daninhas sufocam. Julgas-te senhor de terras e castelos, mas o teu reino não é mais que um monte de casas vazias e de jardins abandonados.
Julgas-te tudo e também falas de tudo. Mas aparentemente, só não sabes de mim.
E as tuas palavras caem no chão como uma chuva maldita, que não mói mas mata. A essa chuva ninguém a quer, não é fértil. É veneno. Veneno destilado a partir de tanta desconsideração. Julgas-te num pedestal feito de vidro, mas o teu trono não é mais que um monte de lama onde ervas daninhas sufocam. Julgas-te senhor de terras e castelos, mas o teu reino não é mais que um monte de casas vazias e de jardins abandonados.
Julgas-te tudo e também falas de tudo. Mas aparentemente, só não sabes de mim.
Esta inspiração que me assola, que não me deixa dormir, que me arde na alma e não me deixa sentir. Não é fogo que arde sem se ver, não é uma destilação cósmica do estado de espírito da matéria, não é uma vivência de experiências alheias. É obsessão, é criação. É vontade de gritar mais alto que os outros, é vontade de ser. É vontade de viver através das palavras, é vontade de criar , de destruir, de nascer, de matar. É um monstro que brota do peito, que se enrola nos membros e que não me deixa enquanto não lhe saciar a fome.
É um alinhamento de estados de consciência que não foram feitos para estar alinhados. É uma melodia de cordas de sentimentos. É uma harmonia de ondas de emoção.
É vida.
É morte.
É o Fogo e o Ar.
É a mente.
É a Terra e a Água.
É o corpo.
É farrapo de Luz.
É tecido de Escuridão.
É tudo.
E no fim, acaba por não ser nada...
É um alinhamento de estados de consciência que não foram feitos para estar alinhados. É uma melodia de cordas de sentimentos. É uma harmonia de ondas de emoção.
É vida.
É morte.
É o Fogo e o Ar.
É a mente.
É a Terra e a Água.
É o corpo.
É farrapo de Luz.
É tecido de Escuridão.
É tudo.
E no fim, acaba por não ser nada...
E o culpado disto tudo és tu. Bamboleias-te pelos corredores vazios como quem manda no destino. Servo do Mundo, Mestre de ti. Arrastas-me contigo para onde eu não quero ir. Levas-me para onde o pensamento é vida, onde a morte é lei. Sempre na tua, sempre a olhar de cima para todos, sempre de cabeça mais erguida que os outros. Queres ser Rei. Queres ser o que o mundo insiste em dizer que nunca poderás ser. Teimas em tentar. E eu sigo as teus movimentos como uma sombra alegre sem vida. Definho. Deixo-me arrastar. E deixo-me mergulhar no sentimento de culpa. Fui eu que te criei, fui eu que te arranquei do fundo de mim, fui eu que te libertei e te soltei no Mundo. Fui eu que, estupidamente, te deixei apossar-se de mim. Gritaste que não querias ser, que não querias sentir que não querias que o mundo te visse. E eu dei-te alento. Forcei-te a levantar, ensinei-te de novo a andar. Esse teu andar de regente que quer ser, de leão treinado, de decepção e de traição. E Deixei-te crescer dentro de mim, deixei-te tomar pedaços do meu ser, deixei-te ocupar o meu lugar. E criei ilusões que um dia nos juntaríamos para ser um só. Um ser uno, um ser perto do perfeito. Mas enganei-me. Mais do que uma pessoa se pode enganar numa vida, e agora, volto para o inconsolável canto na tua mente. E deixo-me ir... Pelos cantos e recantos da morte, pelos caminhos da vida.
E o culpado disto tudo... sou eu.
---
(Estava na cama e não conseguia dormir... Despejei o meu ser. Agora vou voltar a tentar)
E o culpado disto tudo... sou eu.
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(Estava na cama e não conseguia dormir... Despejei o meu ser. Agora vou voltar a tentar)
Dizes que não dizes o que disseste. Negas o que fizeste. Evitas andar assim, aos caídos por aí. Segues por um caminho oculto que nem tu conheces. Sombra de um destino impossível. Caminhas por entre os Homens como quem caminha num prado por entre as ervas altas da hipocrisia. Segues um percurso não traçado à espera de o encontrar, esperas um segundo de um futuro por traçar. Olhas para o Mundo e vês o que não existe. Iludes-nos por um segundo e deixamos de respirar. Suspensos num segundo de hesitação. O olhar não é teu, a aparência não te pertence. És um fantasma de alguém que ainda não morreu, és o destino de alguém que não o vai cumprir. Vais desistir, vai querer morrer, vais querer cair no infinito e deixar de ser.
E eu aqui, expectante por algo mais. Preso numa ilusão minha, solto das amarras do mundo físico. Vivendo um momento que não é meu. Desfiando a minha essência em pequenos fios dourados que não são meus nem são de ninguém. E quanto mais espero, mais desapareço, mais me desfaço no ar no ar quente da noite. Os lençóis encharcados em suor já não me suportam, tocam-me com desdém e não me deixam dormir. Ou são eles ou é a tua sombra a arranhar a parede com esses dedos finos de gelo.
E a cabeceira agoura a noite... O passado só pensa em voltar, o presente não quer passar e o futuro teima em não vir...
E eu aqui, expectante por algo mais. Preso numa ilusão minha, solto das amarras do mundo físico. Vivendo um momento que não é meu. Desfiando a minha essência em pequenos fios dourados que não são meus nem são de ninguém. E quanto mais espero, mais desapareço, mais me desfaço no ar no ar quente da noite. Os lençóis encharcados em suor já não me suportam, tocam-me com desdém e não me deixam dormir. Ou são eles ou é a tua sombra a arranhar a parede com esses dedos finos de gelo.
E a cabeceira agoura a noite... O passado só pensa em voltar, o presente não quer passar e o futuro teima em não vir...
A chuva morna rouba-me a vontade. Às vezes só penso em deixar de pensar, deixar de sentir, deixar de sofrer. Não quero isto, não quero o Mundo. Não quero o Céu não quero o Mar. Não te quero a ti, demónio dissimulado com um sorriso de mel. Não quero olhar para o fundo dos teus olhos e dizer que te amo. Não quero sentir o teu toque que queima. Não quero o horror de ter de te ver. Não quero cantarolar a tua voz pelos corredores vazios. Não quero ecos de vidas que não tivemos. Quero o Sol, quero o calor da solidão. Quero descanso.
Mas...
...às vezes, só te quero a ti. Demónio de olhos grandes. Enroscar-me no teu corpo e beber de ti a Vida. Sentar-me do teu lado e ouvir a melodia do teu respirar. A abundância de momentos, a torrente de emoções. O frio acolhedor da tua presença. O toque flamejante da tua paixão. Às vezes só me quero sentar e olhar por ti. Olhar fundo nos teus olhos e ver lá um pedaço de mim. Perceber a verdade que ninguém quer ver, ignorar o mundo a meu redor, esquecer-me de mim e só te ver a ti.
Venha o Mar venha a Lua venham um número de estrelas sem fim. Venha o tempo e o horror. Venha mais chuva morna para me roubar a vontade.
E tu demónio de olhos doces? Que fazes tu de mim? Roubas me o ar dos pulmões e a terra sob os pés, roubas-me a força e a vontade.
E eu? Eu, eu deixo-me ir nas breves ondas da melancolia para um mar de além.
Mas...
...às vezes, só te quero a ti. Demónio de olhos grandes. Enroscar-me no teu corpo e beber de ti a Vida. Sentar-me do teu lado e ouvir a melodia do teu respirar. A abundância de momentos, a torrente de emoções. O frio acolhedor da tua presença. O toque flamejante da tua paixão. Às vezes só me quero sentar e olhar por ti. Olhar fundo nos teus olhos e ver lá um pedaço de mim. Perceber a verdade que ninguém quer ver, ignorar o mundo a meu redor, esquecer-me de mim e só te ver a ti.
Venha o Mar venha a Lua venham um número de estrelas sem fim. Venha o tempo e o horror. Venha mais chuva morna para me roubar a vontade.
E tu demónio de olhos doces? Que fazes tu de mim? Roubas me o ar dos pulmões e a terra sob os pés, roubas-me a força e a vontade.
E eu? Eu, eu deixo-me ir nas breves ondas da melancolia para um mar de além.
E o jovem deixou-se voar. Pelas nuvens do descontentamento, pelas chuvas da discórdia, por cima do mar da desilusão. As asas eram suas mas ele não as queria. Queria andar. Andar como os inferiores mortais, andar, como andavam os animais. Queria sentir chão debaixo dos pés. Queria sentir o calor da areia no Verão, sentir o orvalho na relva. Queria "viver". Queria "ser". Não queria voar.
O jovem voltou ao seu lugar, por entre as nuvens dos seus cuidadores. E, sentado no topo do seu descontentamento, o jovem sonhou. Fechou os olhos e descansou. A nuvem reverberou em consonância com o seu amo. E deixou-se graciosamente chover. O jovem escorregava de gota em gota na direcção da Terra e, lentamente, deixava-se carregar. As asas da sua ira desfaziam-se em gotas negras. E as gotas caiam com a chuva.
E o anjo e as gotas chegaram ao chão. O anjo acordou e julgou que era um sonho.
(*Asas Divinas da Tragédia)
[Z~XIII]
O jovem voltou ao seu lugar, por entre as nuvens dos seus cuidadores. E, sentado no topo do seu descontentamento, o jovem sonhou. Fechou os olhos e descansou. A nuvem reverberou em consonância com o seu amo. E deixou-se graciosamente chover. O jovem escorregava de gota em gota na direcção da Terra e, lentamente, deixava-se carregar. As asas da sua ira desfaziam-se em gotas negras. E as gotas caiam com a chuva.
E o anjo e as gotas chegaram ao chão. O anjo acordou e julgou que era um sonho.
(*Asas Divinas da Tragédia)
[Z~XIII]
Porque hoje começa um novo eu...
The Begginning Song - Rita RedShoes
You came to this world
To see what I've done
And it's fine
So come and let's start
I'll give you all my heart
This time...
Don't walk away
'cause baby I will love you more
I have this feeling
You're who I've been looking for
Just close your eyes
And read the signs
It's time to soar
You came to this world
To change what I've done
It's alright
But Now you must stare
You can't pretend you're there
Don't walk away
'cause baby I will love you more
I have this feeling
You're who I've been looking for
Don't turn away
It's your time to stay
There's nothing more... more
lyrics by RITA REDSHOES
---
[Z~XIII]
The Begginning Song - Rita RedShoes
You came to this world
To see what I've done
And it's fine
So come and let's start
I'll give you all my heart
This time...
Don't walk away
'cause baby I will love you more
I have this feeling
You're who I've been looking for
Just close your eyes
And read the signs
It's time to soar
You came to this world
To change what I've done
It's alright
But Now you must stare
You can't pretend you're there
Don't walk away
'cause baby I will love you more
I have this feeling
You're who I've been looking for
Don't turn away
It's your time to stay
There's nothing more... more
lyrics by RITA REDSHOES
---
[Z~XIII]
Cuidado vai -vos matar...

Sim, o prado vai-vos matar. As plantinhas vão-nos matar...
O filme começa com uma vintena de pessoas a suicidarem-se. Nada de novo, só gente a atirar-se de boa fé do alto de prédios em construção e assim. (Nesta altura ainda nos estamos a encolher na cadeira e a sentir a excitação) Passamos para uma sala de aula de ciências, ou lá o que vem a ser aquilo, em NY . Um professor, pergunta aos alunos porque é que acham que as abelhas desapareceram da face do planeta. (Ya...) Entretanto e alguns entediantes minutos depois ficamos a saber que a cidade de Nova Iorque vai ser evacuada porque se pensa tratar de um ataque terrorista com uma neuro-toxina que faz com que as pessoas se matem.
Em casa do professor de ciências, a sua esposa está algo reticente... Sei lá... Entretanto... Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz.... E no fim do filme a cidade Paris é também atacada....
(Seca de filme...)
Frases memoráveis:
Elliot Moore: [Alma looks troubled] What's wrong?
Alma Moore: Okay, I was going to tell you, okay? There was this guy Joey. His name is Joey; he's at work. We went out and we had dessert; I went out and had dessert with him when I told you I worked late and I didn't work late and I'm feeling really guilty in case we're gonna die. I just wanted you to know that.
Elliot Moore: You...lied to me?
Elliot Moore: If we're going to die, I want you to know something. I was in the pharmacy a while ago. There was a really good-looking pharmacist behind the counter. Really good-looking. I went up and asked her where the cough syrup was. I didn't even have a cough, and I almost bought it. I'm talking about a completely superfluous bottle of cough syrup, which costs like six bucks.
Alma Moore: Are you joking?
[Elliot nods his head]
Alma Moore: Thank you.
ya... é assim tão mau... E nem vocês viram os olhares, malignos das plantas... É impressionante o medo que uma planta a mexer-se ao sabor do vento (não) causa...
Já agora, não era ataque terrorista nenhum. Eram as plantas que estavam a matar as pessoas... oh valha-me...
Sinto-me frio, como se toda a emoção tivesse abandonado o meu ser. Como se o simples facto de respirar me levasse a vida, como se cada batimento cardíaco me esvaziasse o ser.
Sinto-me sem força. Sem nada do que faz de mim a minha pessoa.
E a paisagem corre à minha frente, as pessoas andam num passo mais do que acelerado e o ar não me chega. Sinto-me definhar, a derreter por entre os dedos que me agarram à Vida e a pingar para o Infinito, cada gota de mim apagando o meu ser.
Cada gota, uma flamejante explosão de vida que já não faz parte de mim. Cada dia um suplício que não devia poder aguentar. Cada hora um tormento, cada segundo um castigo. E depois vem a inconsciência, a quente falta de discernimento e de percepção, a benévola morte.
E aos poucos deixo-me escorrer para o quente, arrasto-me pelo sangue, lágrimas e suor. E deixo-me ir... cada... vez... mais... lentamente...
[Edgy
(Nothing wrong with me, just a text :P )
Sinto-me sem força. Sem nada do que faz de mim a minha pessoa.
E a paisagem corre à minha frente, as pessoas andam num passo mais do que acelerado e o ar não me chega. Sinto-me definhar, a derreter por entre os dedos que me agarram à Vida e a pingar para o Infinito, cada gota de mim apagando o meu ser.
Cada gota, uma flamejante explosão de vida que já não faz parte de mim. Cada dia um suplício que não devia poder aguentar. Cada hora um tormento, cada segundo um castigo. E depois vem a inconsciência, a quente falta de discernimento e de percepção, a benévola morte.
E aos poucos deixo-me escorrer para o quente, arrasto-me pelo sangue, lágrimas e suor. E deixo-me ir... cada... vez... mais... lentamente...
[Edgy
(Nothing wrong with me, just a text :P )
the 1st class gang and all the others that are teaching or learning with us:
The boy suddenly woke up to life. He was a single, 18 years old, boy still living in the room upstairs at Mom's. His name, the boy didn't remember it. John Doe? No, something else. His name, he couldn't find his name. No documents, no mail. Nothing. The young man started freaking out. All his memories rushing through his head and there wasn't a moment related to his name. The boy felt his body being grasped by the cold claws of panic. He wanted to scream. He wanted to ravage his body, his mind, his bedroom. He felt fear, he felt anguish, he felt the shadows in his mind. The teen took a breath. The warmth of the air melting the icy claws around his chest. And his mind became clear. No more fear. No more hatred. No more anguish. Only light. The name suddenly appeared. "Jeffrey" he thought. "Croft."
The boy felt new and lost, like all teens do. He walked the path to light but the shadows threatened to attack again. Sorrow and Disorientation stroke this time. He rushed his way through the path and lost it. The Silent Darkness enveloped his fate. And suddenly, Sound. A sound, the ruckus of people singing and laughing. A Den in the middle of nothing. "A most quirky bunch" he thought. Leaded by five they all awaited orders. The boy joined them. And then, light shining through his body cleared all the negativeness. And the boy was Light. The others embraced the boy's light and the boy himself. He wasn't a Saviour. He was one of them
I hope some day we can be Superstars.
(this guy is David Fonseca, PT.)
The boy suddenly woke up to life. He was a single, 18 years old, boy still living in the room upstairs at Mom's. His name, the boy didn't remember it. John Doe? No, something else. His name, he couldn't find his name. No documents, no mail. Nothing. The young man started freaking out. All his memories rushing through his head and there wasn't a moment related to his name. The boy felt his body being grasped by the cold claws of panic. He wanted to scream. He wanted to ravage his body, his mind, his bedroom. He felt fear, he felt anguish, he felt the shadows in his mind. The teen took a breath. The warmth of the air melting the icy claws around his chest. And his mind became clear. No more fear. No more hatred. No more anguish. Only light. The name suddenly appeared. "Jeffrey" he thought. "Croft."
The boy felt new and lost, like all teens do. He walked the path to light but the shadows threatened to attack again. Sorrow and Disorientation stroke this time. He rushed his way through the path and lost it. The Silent Darkness enveloped his fate. And suddenly, Sound. A sound, the ruckus of people singing and laughing. A Den in the middle of nothing. "A most quirky bunch" he thought. Leaded by five they all awaited orders. The boy joined them. And then, light shining through his body cleared all the negativeness. And the boy was Light. The others embraced the boy's light and the boy himself. He wasn't a Saviour. He was one of them
I hope some day we can be Superstars.
(this guy is David Fonseca, PT.)
Em Português:
Em Inglês:
EU MAL POSSO ESPERAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAR PRA SER REEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEIII!!!
[Edgy
Em Inglês:
EU MAL POSSO ESPERAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAR PRA SER REEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEIII!!!
[Edgy
Havia um corpo numa praia. Deixava-se levar pela maré. A força das ondas empurrava-o para trás e para a frente. O corpo, inchado, boiava lentamente, como que apreciando o momento. Mas apreciar era coisa que já não conseguia fazer. Os olhos olhavam sem olhar o céu. A boca, aberta num trejeito, já não falava nem sorria. Os ouvidos não ouviam a música das ondas. A pele não sentia o frio cortante do mar. E o corpo deixava-se boiar. Ia e voltava, ia e voltava num ritmo calmo, sem pressa. E o vento e as marés levavam-no. E o céu escurecia. E o corpo viajava. Os braços, inchados, não ofereciam resistência.
E dias passaram. E o corpo não voltou.
[Edgy
E dias passaram. E o corpo não voltou.
[Edgy
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