A consciência olhava para o corpo que tinha sido seu. Ele jazia morto sobre uma campa de flores murchas. Tinha sido um bom corpo, mas era tempo de procurar um novo. O Vento transportava o fedor para Norte. O Frio chegava à Terra. A consciência deixou-se vaguear momentaneamente pelas planícies desertas. Eventualmente teria de encontrar um novo corpo e o antigo corpo desapareceria. A consciência vagueava para Norte. O Frio corrompia-a. E então viu algo que nunca pensaria ver. Outra consciência. Que quereria isso dizer? As consciências tinham sido feitas para vaguearem sozinhas pelo mundo, sem conhecerem outras consciências. A outra consciência aproximava-se. Era dela que vinha o frio, era dela que vinha o vento. A consciência fugia, mas o vento empurrava-a para a outra consciência. O impacto era iminente. E então o toque ultrapassou tudo o que já tinha sentido. E então em vez de duas consciências havia apenas uma. Mas nessa consciência haviam muitas mais. Treze consciências viviam numa só. E então a Consciência voltou ao velho corpo. Pegou-lhe na mão. E as flores já não estavam murchas nem o corpo estava morto.
[Z~XIII]
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2 Sentenças Alheias:
Gostei mas preciso de mais.
De onde raio surgiram as consciências?
E porque é que estas se fundiram?
E porque tinham de ser precisamente treze?
Olha, e mais páginas pa eu analisar? :)
*Blossom*
... sei lá!
To be continued... maybe...
[Z~XIII]
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