*bump bump*

Gosto de sentir o coração a bater debaixo da pele. Como uma pequena bateria que bate mais forte que a Vida. Uma bateria que não toca por ninguém a não ser pelo corpo que a alberga. Muitos lhes renegaram a função de amar, de doer. Mais enganados não podiam estar. Não é o coração que ama! Tal tarefa não faz parte do reportório de tão reles órgão. Tudo o que esse órgão tem que fazer é bater. Nada mais. É a sua tarefa, mais que isso é o seu dever. A função de amar está relegada aos genitais.Órgão hierarquicamente superiores ao coração, ou até mesmo ao cérebro. Quando os órgãos que ama são activados, o cérebro desliga e o coração, para compensar o esforço, bate mais depressa. Os pulmões, aceleram também a sua actividade para compensar o esforço do coração. O calor de tanto trabalho extra, provoca suores, tonturas e estranhas ocorrências gastro-intestinais (tais como a sensação de leptidópteras no aparelho gástrico). O "amar", não passa de uma função biológica simples desencadeadora de tantas outras, não tem outro propósito senão a satisfação sexual (ou a reprodução, caso sejam demasiado religiosos ou vejam a homossexualidade como profana).

Não nego que não haja uma parte mental mas essa só vem depois.

4 Sentenças Alheias:

Anónimo disse...

concordo e subscrevo. Amen

Brid disse...

Não concordo e não subscrevo xD

Salomé Gonçalves disse...

ze. coemnto amanha. conheces o willy?

Rita Graça disse...

Discordo.

É possível amar objectos e situações e nesses casos não se trata de satisfação sexual. Tal como é possível amar os meus pais e irmão e continua a não ser por satisfação sexual.


Falas no amar associado ao desejo sexual, nutrido por uma classe específica de seres, aqueles que identificamos como nossos companheiros. O amar está associado a muitas mais coisas diferentes.

top