É em ti que me perco, nos teus olhos cor de mel, é em ti que me desfaço, em relampejos cavalgantes de desejo, é no teu cheiro a floresta que me perco, por entre fragrâncias de ilusões de terras e sonhos que ninguém viu. Foi assim que ficámos, foi assim que nos deixaram, numa união infernal que impede a separação. Espiral doentia que mói, desgastando-nos pouco a pouco, gesto a gesto. Se apenas olhar bastasse, se tocar não fosse rei, se apenas saber-te me enchesse, mas não. A pele clama, o corpo pede, o desejo impera, apenas sentir-te nos acalmará e no entanto, é sentir que nos mata, que nos faz doer. A respiração ofega, o coração palpita, os poros abrem-se, o sorriso rasga-se, tudo por te poder ter nos braços, roçar a pele na tua cara e sentir pequenas pontadas de felicidade no coração. É ter-te aqui que me mata, é saber-te aqui que me salva. Espiral doentia que tanto mata como sara.
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Desconexozinho, mas que importa?
Não, não me esqueci que tenho um blog. ;)
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4 Sentenças Alheias:
As coisas desconexas acabam por ser as que têm mais sentido.
:)
Nem sei o que dizer...
wow...
Go ZÉ!!!!
:)
buttercup**
Muito bom...
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