E o jovem deixou-se voar. Pelas nuvens do descontentamento, pelas chuvas da discórdia, por cima do mar da desilusão. As asas eram suas mas ele não as queria. Queria andar. Andar como os inferiores mortais, andar, como andavam os animais. Queria sentir chão debaixo dos pés. Queria sentir o calor da areia no Verão, sentir o orvalho na relva. Queria "viver". Queria "ser". Não queria voar.
O jovem voltou ao seu lugar, por entre as nuvens dos seus cuidadores. E, sentado no topo do seu descontentamento, o jovem sonhou. Fechou os olhos e descansou. A nuvem reverberou em consonância com o seu amo. E deixou-se graciosamente chover. O jovem escorregava de gota em gota na direcção da Terra e, lentamente, deixava-se carregar. As asas da sua ira desfaziam-se em gotas negras. E as gotas caiam com a chuva.
E o anjo e as gotas chegaram ao chão. O anjo acordou e julgou que era um sonho.
(*Asas Divinas da Tragédia)
[Z~XIII]
Porque hoje começa um novo eu...
The Begginning Song - Rita RedShoes
You came to this world
To see what I've done
And it's fine
So come and let's start
I'll give you all my heart
This time...
Don't walk away
'cause baby I will love you more
I have this feeling
You're who I've been looking for
Just close your eyes
And read the signs
It's time to soar
You came to this world
To change what I've done
It's alright
But Now you must stare
You can't pretend you're there
Don't walk away
'cause baby I will love you more
I have this feeling
You're who I've been looking for
Don't turn away
It's your time to stay
There's nothing more... more
lyrics by RITA REDSHOES
---
[Z~XIII]
The Begginning Song - Rita RedShoes
You came to this world
To see what I've done
And it's fine
So come and let's start
I'll give you all my heart
This time...
Don't walk away
'cause baby I will love you more
I have this feeling
You're who I've been looking for
Just close your eyes
And read the signs
It's time to soar
You came to this world
To change what I've done
It's alright
But Now you must stare
You can't pretend you're there
Don't walk away
'cause baby I will love you more
I have this feeling
You're who I've been looking for
Don't turn away
It's your time to stay
There's nothing more... more
lyrics by RITA REDSHOES
---
[Z~XIII]
Cuidado vai -vos matar...

Sim, o prado vai-vos matar. As plantinhas vão-nos matar...
O filme começa com uma vintena de pessoas a suicidarem-se. Nada de novo, só gente a atirar-se de boa fé do alto de prédios em construção e assim. (Nesta altura ainda nos estamos a encolher na cadeira e a sentir a excitação) Passamos para uma sala de aula de ciências, ou lá o que vem a ser aquilo, em NY . Um professor, pergunta aos alunos porque é que acham que as abelhas desapareceram da face do planeta. (Ya...) Entretanto e alguns entediantes minutos depois ficamos a saber que a cidade de Nova Iorque vai ser evacuada porque se pensa tratar de um ataque terrorista com uma neuro-toxina que faz com que as pessoas se matem.
Em casa do professor de ciências, a sua esposa está algo reticente... Sei lá... Entretanto... Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz.... E no fim do filme a cidade Paris é também atacada....
(Seca de filme...)
Frases memoráveis:
Elliot Moore: [Alma looks troubled] What's wrong?
Alma Moore: Okay, I was going to tell you, okay? There was this guy Joey. His name is Joey; he's at work. We went out and we had dessert; I went out and had dessert with him when I told you I worked late and I didn't work late and I'm feeling really guilty in case we're gonna die. I just wanted you to know that.
Elliot Moore: You...lied to me?
Elliot Moore: If we're going to die, I want you to know something. I was in the pharmacy a while ago. There was a really good-looking pharmacist behind the counter. Really good-looking. I went up and asked her where the cough syrup was. I didn't even have a cough, and I almost bought it. I'm talking about a completely superfluous bottle of cough syrup, which costs like six bucks.
Alma Moore: Are you joking?
[Elliot nods his head]
Alma Moore: Thank you.
ya... é assim tão mau... E nem vocês viram os olhares, malignos das plantas... É impressionante o medo que uma planta a mexer-se ao sabor do vento (não) causa...
Já agora, não era ataque terrorista nenhum. Eram as plantas que estavam a matar as pessoas... oh valha-me...
Sinto-me frio, como se toda a emoção tivesse abandonado o meu ser. Como se o simples facto de respirar me levasse a vida, como se cada batimento cardíaco me esvaziasse o ser.
Sinto-me sem força. Sem nada do que faz de mim a minha pessoa.
E a paisagem corre à minha frente, as pessoas andam num passo mais do que acelerado e o ar não me chega. Sinto-me definhar, a derreter por entre os dedos que me agarram à Vida e a pingar para o Infinito, cada gota de mim apagando o meu ser.
Cada gota, uma flamejante explosão de vida que já não faz parte de mim. Cada dia um suplício que não devia poder aguentar. Cada hora um tormento, cada segundo um castigo. E depois vem a inconsciência, a quente falta de discernimento e de percepção, a benévola morte.
E aos poucos deixo-me escorrer para o quente, arrasto-me pelo sangue, lágrimas e suor. E deixo-me ir... cada... vez... mais... lentamente...
[Edgy
(Nothing wrong with me, just a text :P )
Sinto-me sem força. Sem nada do que faz de mim a minha pessoa.
E a paisagem corre à minha frente, as pessoas andam num passo mais do que acelerado e o ar não me chega. Sinto-me definhar, a derreter por entre os dedos que me agarram à Vida e a pingar para o Infinito, cada gota de mim apagando o meu ser.
Cada gota, uma flamejante explosão de vida que já não faz parte de mim. Cada dia um suplício que não devia poder aguentar. Cada hora um tormento, cada segundo um castigo. E depois vem a inconsciência, a quente falta de discernimento e de percepção, a benévola morte.
E aos poucos deixo-me escorrer para o quente, arrasto-me pelo sangue, lágrimas e suor. E deixo-me ir... cada... vez... mais... lentamente...
[Edgy
(Nothing wrong with me, just a text :P )
the 1st class gang and all the others that are teaching or learning with us:
The boy suddenly woke up to life. He was a single, 18 years old, boy still living in the room upstairs at Mom's. His name, the boy didn't remember it. John Doe? No, something else. His name, he couldn't find his name. No documents, no mail. Nothing. The young man started freaking out. All his memories rushing through his head and there wasn't a moment related to his name. The boy felt his body being grasped by the cold claws of panic. He wanted to scream. He wanted to ravage his body, his mind, his bedroom. He felt fear, he felt anguish, he felt the shadows in his mind. The teen took a breath. The warmth of the air melting the icy claws around his chest. And his mind became clear. No more fear. No more hatred. No more anguish. Only light. The name suddenly appeared. "Jeffrey" he thought. "Croft."
The boy felt new and lost, like all teens do. He walked the path to light but the shadows threatened to attack again. Sorrow and Disorientation stroke this time. He rushed his way through the path and lost it. The Silent Darkness enveloped his fate. And suddenly, Sound. A sound, the ruckus of people singing and laughing. A Den in the middle of nothing. "A most quirky bunch" he thought. Leaded by five they all awaited orders. The boy joined them. And then, light shining through his body cleared all the negativeness. And the boy was Light. The others embraced the boy's light and the boy himself. He wasn't a Saviour. He was one of them
I hope some day we can be Superstars.
(this guy is David Fonseca, PT.)
The boy suddenly woke up to life. He was a single, 18 years old, boy still living in the room upstairs at Mom's. His name, the boy didn't remember it. John Doe? No, something else. His name, he couldn't find his name. No documents, no mail. Nothing. The young man started freaking out. All his memories rushing through his head and there wasn't a moment related to his name. The boy felt his body being grasped by the cold claws of panic. He wanted to scream. He wanted to ravage his body, his mind, his bedroom. He felt fear, he felt anguish, he felt the shadows in his mind. The teen took a breath. The warmth of the air melting the icy claws around his chest. And his mind became clear. No more fear. No more hatred. No more anguish. Only light. The name suddenly appeared. "Jeffrey" he thought. "Croft."
The boy felt new and lost, like all teens do. He walked the path to light but the shadows threatened to attack again. Sorrow and Disorientation stroke this time. He rushed his way through the path and lost it. The Silent Darkness enveloped his fate. And suddenly, Sound. A sound, the ruckus of people singing and laughing. A Den in the middle of nothing. "A most quirky bunch" he thought. Leaded by five they all awaited orders. The boy joined them. And then, light shining through his body cleared all the negativeness. And the boy was Light. The others embraced the boy's light and the boy himself. He wasn't a Saviour. He was one of them
I hope some day we can be Superstars.
(this guy is David Fonseca, PT.)
Em Português:
Em Inglês:
EU MAL POSSO ESPERAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAR PRA SER REEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEIII!!!
[Edgy
Em Inglês:
EU MAL POSSO ESPERAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAR PRA SER REEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEIII!!!
[Edgy
Havia um corpo numa praia. Deixava-se levar pela maré. A força das ondas empurrava-o para trás e para a frente. O corpo, inchado, boiava lentamente, como que apreciando o momento. Mas apreciar era coisa que já não conseguia fazer. Os olhos olhavam sem olhar o céu. A boca, aberta num trejeito, já não falava nem sorria. Os ouvidos não ouviam a música das ondas. A pele não sentia o frio cortante do mar. E o corpo deixava-se boiar. Ia e voltava, ia e voltava num ritmo calmo, sem pressa. E o vento e as marés levavam-no. E o céu escurecia. E o corpo viajava. Os braços, inchados, não ofereciam resistência.
E dias passaram. E o corpo não voltou.
[Edgy
E dias passaram. E o corpo não voltou.
[Edgy
Quando te vi passar nem te reconheci. Foste a parte da minha vida em que tive algumas das maiores decepções. Também tive algumas alegrias, digo-te. Foste uma fase menos boa. Sentia o Mundo escuro. Sentia-me a deslocar por um ar oleoso, gelatinoso, que me dificultava o andar. Sentia-me preso, agrilhoado ao chão. E depois, *poof*, foste como vieste, silenciosa e invisível.
E passaram dias sem te sentir. Semanas, meses, julgo. Meses de plena satisfação, meses de Vida. E então comecei a ver-te. Agrilhoada às pessoas, ou as pessoas agrilhoadas a Ti. Via o carrasco negro, a devoradora de mundos. Junto dos Idosos, junto das crianças. Deixaste-me em troca de todo o resto do mundo? Parecia que sim.
E um dia, senti-te voltar, de mansinho, por baixo da frecha da porta, sentia-te regressar. A tentares apoderar-te da mente de um antigo servo. Mas desta vez a escuridão não estava em mim. Em mim, havia só luz. E tu, surpreendida voltaste para o fundo dos mundos.
Ontem, passaste por mim. O manto negro não engana ninguém. Mas o que me surpreendeu foi a bela rapariga que agora ocupa o lugar do antigo corpo em decomposição. E então vi-te agrilhoada ao motivo da minha Luz.
E vi os teu olhos chisparem de satisfação, porque a escuridão estava a voltar a mim. E vi a nova Morte, com as suas delicadas mãos, colocarem um grilhão no meu pulso. E o Mundo... negro.
E passaram dias sem te sentir. Semanas, meses, julgo. Meses de plena satisfação, meses de Vida. E então comecei a ver-te. Agrilhoada às pessoas, ou as pessoas agrilhoadas a Ti. Via o carrasco negro, a devoradora de mundos. Junto dos Idosos, junto das crianças. Deixaste-me em troca de todo o resto do mundo? Parecia que sim.
E um dia, senti-te voltar, de mansinho, por baixo da frecha da porta, sentia-te regressar. A tentares apoderar-te da mente de um antigo servo. Mas desta vez a escuridão não estava em mim. Em mim, havia só luz. E tu, surpreendida voltaste para o fundo dos mundos.
Ontem, passaste por mim. O manto negro não engana ninguém. Mas o que me surpreendeu foi a bela rapariga que agora ocupa o lugar do antigo corpo em decomposição. E então vi-te agrilhoada ao motivo da minha Luz.
E vi os teu olhos chisparem de satisfação, porque a escuridão estava a voltar a mim. E vi a nova Morte, com as suas delicadas mãos, colocarem um grilhão no meu pulso. E o Mundo... negro.
Não no sentido religioso, claro. Foi-me recomendado por um amigo belga. Que é também a nacionalidade destes senhores... Eu sei que devia por mais textos, mas esta música impunha-se.
"The Architect" - dEUS
(Ah, nevermind that outer space stuff, let's get down to earth!)
What is the architect doing?
He is by the riverside
What is he thinking out there?
He is committing egocide
Now isn't that a strange thing?
Well, to him it feels just
Oh we guess a person's gotta do
What a person feels he must
He said:
"I won't throw myself from the pier
I'm gonna go home and shut up for a year
And when the year is over I'll reappear
And have a solution"
I've reason to believe that what I find
Is gonna change the face of humankind
And all these years before, well I was blind
That's my conclusion
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
Now the man has understood
That outerspace is overrated
About all the problems on this Earth we should
Worry now to solve them later
And so he's brooding and alluding on a perfect design
He thinks that working on behalf of himself is a crime
He flashes out by the water, a view so divine
He's the architect of his own fate, a man in his prime
He said:
"I won't throw myself from the pier
I'm gonna go home and shut up for a year
And when the year is over I'll reappear
And have a solution"
I've reason to believe that what I find
Is gonna change the face of humankind
And all these years before, well I was blind
That's my conclusion
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
(That's it, we're going to make it)
(Don't let up)
(Don't let up or we won't make it)
(Don't let up)
(Don't let up or we won't make it)
And so he drew himself a pentagon
Thinking it through a geodesic dome
From the coast of Tahiti to the hills of Rome
Step aside cause the man will take the Nobel prize home
He said:
"I won't throw myself from the pier
I'm gonna go home and shut up for a year
And when the year is over I'll reappear
And have a solution"
Now if these aspirations bother you
Well you are just you, you don't have a clue
I'm sticking to the plan, I will see it through
Let there be no confusion
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
[Z~XIII]
"The Architect" - dEUS
(Ah, nevermind that outer space stuff, let's get down to earth!)
What is the architect doing?
He is by the riverside
What is he thinking out there?
He is committing egocide
Now isn't that a strange thing?
Well, to him it feels just
Oh we guess a person's gotta do
What a person feels he must
He said:
"I won't throw myself from the pier
I'm gonna go home and shut up for a year
And when the year is over I'll reappear
And have a solution"
I've reason to believe that what I find
Is gonna change the face of humankind
And all these years before, well I was blind
That's my conclusion
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
Now the man has understood
That outerspace is overrated
About all the problems on this Earth we should
Worry now to solve them later
And so he's brooding and alluding on a perfect design
He thinks that working on behalf of himself is a crime
He flashes out by the water, a view so divine
He's the architect of his own fate, a man in his prime
He said:
"I won't throw myself from the pier
I'm gonna go home and shut up for a year
And when the year is over I'll reappear
And have a solution"
I've reason to believe that what I find
Is gonna change the face of humankind
And all these years before, well I was blind
That's my conclusion
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
(That's it, we're going to make it)
(Don't let up)
(Don't let up or we won't make it)
(Don't let up)
(Don't let up or we won't make it)
And so he drew himself a pentagon
Thinking it through a geodesic dome
From the coast of Tahiti to the hills of Rome
Step aside cause the man will take the Nobel prize home
He said:
"I won't throw myself from the pier
I'm gonna go home and shut up for a year
And when the year is over I'll reappear
And have a solution"
Now if these aspirations bother you
Well you are just you, you don't have a clue
I'm sticking to the plan, I will see it through
Let there be no confusion
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
[Z~XIII]
As memórias desfazem-se e refazem-se, assumem novas posições, alinham-se em constelações nunca antes sentidas. E as músicas passam a ser memórias e as memórias vivem outra vez. E sentimos o frio do parque, o pó nos pés, o calor das pessoas, as dores na barriga, o cansaço, os saltos, o rejúbilo, os berros, a melodia, o embalar das pessoas, tudo uma outra vez...
Ver os Clã ao vivo foi das melhores coisas que já me aconteceram na vida.
Clã - Tira a Teima
Clã - Sexto Andar
Não encontrei mais vídeoclips... A Manuela Azevedo é completamente doida da cabeça... Aliás... São todos doidos. E é assim que gostamos deles.
[Z~XIII]
Ver os Clã ao vivo foi das melhores coisas que já me aconteceram na vida.
Clã - Tira a Teima
Clã - Sexto Andar
Não encontrei mais vídeoclips... A Manuela Azevedo é completamente doida da cabeça... Aliás... São todos doidos. E é assim que gostamos deles.
[Z~XIII]
A 1ª noite:
Esperar, esperar, dizer que não podem levar a cadeira porque está ocupada, esperar, dizer mais que não, esperar, jantar, comprar pastilhas, utilizar o sistema excretor, apanhar o autocarro, quase ter um acidente de viação, sair do autocarro, descer a pé para a praça, levantar dinheiro, ver esponjas, encontrar com pessoa, descer a rua a pé, encaminhar para o recinto.
Chegar e furar filas, andar de mãos dadas como as crianças em excursão, desesperar por causa de três projectores, pular (mas não no mesmo sítio, que eu não consigo), gritar “RIIIITA”, cantar gritar as letras do David Fonseca, ver as belas figuras de outrem, rir (muito), bebeeeeer (água.) prometerem-me ver pessoas a chorar, não ver pessoas a chorar (malditos charlatães), tentar não dançar, voltar a dar as mãos… Sentar e repousar… Levantar e dar as mãos, seguir para as tendas, esperar, levantar uma pessoa pelas pernas, esperar, esperar, perder a noção do tempo, comeeeeer, ver a tuna, não ver ninguém, ver a tuna de mais perto, ver conhecidos, ver perfeitos desconhecidos que apesar de terem todo um espaço para passar teimam em passar juntinho às pessoas (carências, é o que dá...), sair do recinto, sentar, na relva, levantar, gozar com lombrigas, quase ver o Sol nascer, deitar às seis e só acordar às três da tarde.
Em suma: Uma excelente noite.
Esperar, esperar, dizer que não podem levar a cadeira porque está ocupada, esperar, dizer mais que não, esperar, jantar, comprar pastilhas, utilizar o sistema excretor, apanhar o autocarro, quase ter um acidente de viação, sair do autocarro, descer a pé para a praça, levantar dinheiro, ver esponjas, encontrar com pessoa, descer a rua a pé, encaminhar para o recinto.
Chegar e furar filas, andar de mãos dadas como as crianças em excursão, desesperar por causa de três projectores, pular (mas não no mesmo sítio, que eu não consigo), gritar “RIIIITA”,
Em suma: Uma excelente noite.
Olho pela janela e vejo o céu chorar. A minha alma chora também por um tempo que não virá. Deito-me a pensar. Os brados do céu confundem-se com os gritos da minha alma. E os olhos fecham-se.
Somos dois mas somos só um. Somos energia, somos calor, somos Fogo e somos Ar. Somos Mente. Mas estamos separados. Somos matéria, somos Terra e somos Água. Somos Corpo.
Somos opostos e somos iguais.
Estamos em lados opostos do abismo. E saltamos e deixamo-nos pairar, vogar, voar até ao chão. E o vento sacode-nos e a vontade esmorece. E ora nos aproximamos ora nos afastamos, deixados à deriva na corrente do ar. E então há um momento de felicidade, quando as mão se tocam, os corpos se entrelaçam e as mentes se unem. E lutamos por assim estar.
Mas depois vem a malograda separação. E as mentes separam-se e os corpos desenlaçam-se e as mãos já não se sentem. E caímos. Mais Depressa, mais depressa do que é normal. E há-de haver uma altura em que chegaremos ao chão. E quando chão chegar, impiedoso, eu direi finalmente as palavras que tanto temo dizer.
Os olhos abrem-se. Hoje é um novo dia. A queda continua, o abismo mantém-se lá. Mas o céu não brada, o céu não chora. E o ar empurra-nos para mais perto um do outro. E hoje, lutamos para as mão se tocarem.
(Não é nada de autobiográfico)
[Z~XIII]
Somos dois mas somos só um. Somos energia, somos calor, somos Fogo e somos Ar. Somos Mente. Mas estamos separados. Somos matéria, somos Terra e somos Água. Somos Corpo.
Somos opostos e somos iguais.
Estamos em lados opostos do abismo. E saltamos e deixamo-nos pairar, vogar, voar até ao chão. E o vento sacode-nos e a vontade esmorece. E ora nos aproximamos ora nos afastamos, deixados à deriva na corrente do ar. E então há um momento de felicidade, quando as mão se tocam, os corpos se entrelaçam e as mentes se unem. E lutamos por assim estar.
Mas depois vem a malograda separação. E as mentes separam-se e os corpos desenlaçam-se e as mãos já não se sentem. E caímos. Mais Depressa, mais depressa do que é normal. E há-de haver uma altura em que chegaremos ao chão. E quando chão chegar, impiedoso, eu direi finalmente as palavras que tanto temo dizer.
Os olhos abrem-se. Hoje é um novo dia. A queda continua, o abismo mantém-se lá. Mas o céu não brada, o céu não chora. E o ar empurra-nos para mais perto um do outro. E hoje, lutamos para as mão se tocarem.
(Não é nada de autobiográfico)
[Z~XIII]
Sento-me à mesa a escrever. Passo as ideias par um papel. Leio-as. Queimo o papel. Hoje não me sai nada. Não há maneira de extrair o que aqui vai dentro. Parece que protejo as ideias atrás de paredes de 40cm de betão. Ouço-as lá dentro, a rir, a lutar e a falar. São ideias, não sei o que fazem na privacidade. Umas vezes parece que procriam outras parece que se matam sem dó nem piedade. Têm um mundo próprio só delas que não querem partilhar. E nós, nós comuns mortais, apenas vemos pedaços brilhantes que flutuam num mar baço e cinzento.
E o que eu ansiaria por lá ir. Ansiaria se soubesse que existe. Um mundo onde querer é mesmo poder.
[Hoje as ideias passaram por mim e nem adeus disseram...]
[Z~XIII]
E o que eu ansiaria por lá ir. Ansiaria se soubesse que existe. Um mundo onde querer é mesmo poder.
[Hoje as ideias passaram por mim e nem adeus disseram...]
[Z~XIII]
"Run [I'm a natural disaster]" - Gnarls Barkley
Yeah its still the same
Can’t you feel the pain
When the needle hits the vein
Ain’t nothing like the real thing
I’ve seen it once before
And oh it’s something else
Good god
Cool breeze come on in
Sunshine come on down
These are the tear drops of the clown
Circus is coming to town
All I’m saying is sometimes I’m more scared of myself
You better
move
I said
move
Runaway
Runaway
Run children
Run for your life
Runaway
Runaway
Run children
Here it comes
I said run
Alright
Yeah I’m on the run
See where I’m coming from
When you see me coming run
Before you see what I’m running from
No time for question asking time is passing by
Alright
You can’t win child
We’ve all tried to
You’ve been lied to
It’s all ready inside you
Either you run right now
Or you best get ready to die
You better
move
I said
move
Runaway
Runaway
Run children
Run for your life
Runaway
Runaway
Run children
Ooh
Here it comes
I Said run
Hurry little children
Run this way
I have got a beast at bay
La la la la la la la
La la la
La la la la la la la
La la la la l a
La la la la l a
Runaway
runaway
Run children
run for your life
runaway
runaway
run children
here it comes
said run
----
Ando com os gostos abrangentes... Mas disto já gostava :)
[Z~XIII]
E ele disse-me que estou com stress. Não é tão giro?
Disse-me que tenho de SAIR MAIS(?!?!?!?!?)
Disse-me que tenho de arranjar um hobbie... mas mais a tender para o físico do que para o mental... Como um desporto.
Dado que a minha aptidão para o desporto é nula... Estou tão fodido...
Sugestões aceitam-se... Mas originais, ok?
Nada de futebois e não sei o quês
[Z~XIII]
Disse-me que tenho de SAIR MAIS(?!?!?!?!?)
Disse-me que tenho de arranjar um hobbie... mas mais a tender para o físico do que para o mental... Como um desporto.
Dado que a minha aptidão para o desporto é nula... Estou tão fodido...
Sugestões aceitam-se... Mas originais, ok?
Nada de futebois e não sei o quês
[Z~XIII]
Cada passo que dou é mais um passo na escuridão. Cada passo que dou é um passo para a escuridão. Sinto-a a vibrar na minha presença, a familiaridade faz-la ficar assim. Já lhe conheço as manhas mas ainda assim me deixo cair nas armadilhas mais simples. Troça de mim. Eu, que tanto lutei para me ver livre dela, estou de volta à boca do lobo. Mas desta vez não vai ser da mesma maneira. Aprendi a jogar sujo com ela. As voltas que eu dei para sair daqui, não serão as mesmas voltas que darei para me ver livre dela de vez. A Luz que me iluminava, ainda existe. O Mundo não desapareceu debaixo de uma cortina de veludo negro. Ainda está lá. E eu sei isso. E é por isso que lutarei. Até que o último fôlego me saia do corpo. Até que me desvaneça no Ar. Até que ela desista.
E no fim, olharmo-nos-emos nos olhos um do outro e diremos um último adeus. E se doer... se a saudade toar, então não saberei o que fazer.
E no fim, olharmo-nos-emos nos olhos um do outro e diremos um último adeus. E se doer... se a saudade toar, então não saberei o que fazer.
O Sol punha-se por detrás das Nuvens, escondia-se de vergonha por aquilo que fez ao Mundo. As Nuvens tapavam o Sol, como irmãs mais velhas que protegem um irmão mais novo. A Chuva caía lentamente sobre o Mundo para o tentar apaziguar. O Sol fugia para o Horizonte. A Lua surgia de um outro lado. O Mundo recebia a Chuva e acalmava-se. A Lua esperava pelas Estrelas. As Estrelas apareciam lentamente. Uma a uma, enfeitavam o Céu. O Mundo deixava-se ir. A Chuva desaparecia e as Nuvens já tinham partido. O Sol vinha do Horizonte, pronto para pedir perdão. E o Mundo, relutante, perdoava
Para a Rapariga que tantas vezes me atura à hora de almoço apesar de não ter de o fazer:
Hoje sinto-me preocupado.
Porquê? Porque apesar de já ter passado por aquilo que uma Amiga ( de 'A' maiúsculo) está a passar, não sei o que lhe dizer. Não sei o que fazer. O meu maior medo é vê-la afundar-se no chão por causa disso.
Eu sei o que é passar por isso. Sentires-te mudar de dia para dia, a tua alma sucumbindo aos caprichos mais negros, a tua vontade ser esbatida por um vento forte demais para ti. E sei o que é sentires-te afundar. E sentires o chão a comer-te as pernas e sentir o Ar a sufocar-te. Sei-o bem. Sei o que é sentir o sofrimento imperar sobre tudo o que pensávamos nosso. Sei o que é sentires-te impotente contra o que enfrentas.
Tenho medo por ti.
E só te quero dizer que esto aqui. Precises ou não, apesar de não to dizer. A mão esticada à espera de resposta.
Eu sei que às vezes te magoo. Se calhar não noto. Se calhar a culpa disto até é minha... Mas não sei o que te dizer... Só 'Been there, done that' não serve.
E não me importo se queres saber ou não. Eu gosto de ti, mais do que amizade e menos do que amor. Para mim, és família, e para a família, está-se lá.
[Z~XIII]
Hoje sinto-me preocupado.
Porquê? Porque apesar de já ter passado por aquilo que uma Amiga ( de 'A' maiúsculo) está a passar, não sei o que lhe dizer. Não sei o que fazer. O meu maior medo é vê-la afundar-se no chão por causa disso.
Eu sei o que é passar por isso. Sentires-te mudar de dia para dia, a tua alma sucumbindo aos caprichos mais negros, a tua vontade ser esbatida por um vento forte demais para ti. E sei o que é sentires-te afundar. E sentires o chão a comer-te as pernas e sentir o Ar a sufocar-te. Sei-o bem. Sei o que é sentir o sofrimento imperar sobre tudo o que pensávamos nosso. Sei o que é sentires-te impotente contra o que enfrentas.
Tenho medo por ti.
E só te quero dizer que esto aqui. Precises ou não, apesar de não to dizer. A mão esticada à espera de resposta.
Eu sei que às vezes te magoo. Se calhar não noto. Se calhar a culpa disto até é minha... Mas não sei o que te dizer... Só 'Been there, done that' não serve.
E não me importo se queres saber ou não. Eu gosto de ti, mais do que amizade e menos do que amor. Para mim, és família, e para a família, está-se lá.
[Z~XIII]
I'm not in the mood, today. I don't feel like making the world laugh with me. Today, I laugh alone. Today, I enjoy the solitude of a big cosmical joke.
The Demons that crawl under my bed came to play. They danced and made the party all by themselves. And then they returned to the origin, and now I miss them. Life isn't the same without our beloved demons. They don't get in your life, there's no more mess in your life. It gets... boring.
So, I'm making my own demons. My beloved messes. And I shall clean them proudly. Life without mess would be like sea without water. Non-existent.
Today, I LAUGH ALONE. And I'm happy to do it.
[Z~XIII]
The Demons that crawl under my bed came to play. They danced and made the party all by themselves. And then they returned to the origin, and now I miss them. Life isn't the same without our beloved demons. They don't get in your life, there's no more mess in your life. It gets... boring.
So, I'm making my own demons. My beloved messes. And I shall clean them proudly. Life without mess would be like sea without water. Non-existent.
Today, I LAUGH ALONE. And I'm happy to do it.
[Z~XIII]
Descemos a rua a pensar em sabe-se lá o quê e apercebe-mo-nos que os músculos da nossa cara se movem em direcção à posição em que costumam ficar presos. E quando damos por ela, estão outra vez presos naquela posição. Naquele sorriso que quer despontar. Não percebemos bem porquê, talvez seja por causa daquilo que vimos ou daquilo que nos lembrámos. Ou talvez só porque sim. Vemos as pessoas à nossa volta olhar de lado, num belo tom verde. Até que passamos por outra pessoa na mesma situação. E então sorrimos ainda mais. Em tom de empatia e compreensão. E chegamos ao nosso destino. E sorrimos ainda mais.
Apercebe-mo-nos que vivemos para sorrir, nos bons e nos maus momentos.
Vivemos num sorriso permanente, pelo menos por algum tempo.
*WARNING*
Quality is mediocre. Risk of collapse.
[Z~XIII]
Apercebe-mo-nos que vivemos para sorrir, nos bons e nos maus momentos.
Vivemos num sorriso permanente, pelo menos por algum tempo.
*WARNING*
Quality is mediocre. Risk of collapse.
[Z~XIII]
Melissa Etheridge - "I Need to Wake Up"
Have I been sleeping?
I’ve been so still
Afraid of crumbling
Have I been careless?
Dismissing all the distant rumblings
Take me where I am supposed to be
To comprehend the things that I can’t see
Cause I need to move
I need to wake up
I need to change
I need to shake up
I need to speak out
Something’s got to break up
I’ve been asleep
And I need to wake up
Now
And as a child
I danced like it was 1999
My dreams were wild
The promise of this new world
Would be mine
Now I am throwing off the carelessness of youth
To listen to an inconvenient truth
That I need to move
I need to wake up
I need to change
I need to speak out
Something’s got to break up
I’ve been asleep
And I need to wake up
Now
I am not an island
I am not alone
I am my intentions
Trapped here in this flesh and bone
And I need to move
I need to wake up
I need to change
I need to shake up
I need to speak out
Something’s got to break up
I’ve been asleep
And I need to wake up
Now
I want to change
I need to shake up
I need to speak out
Oh, Something’s got to break up
I’ve been asleep
And I need to wake up
Now
~~~~
WE ALL NEED TO CHANGE. START TODAY.
[Z~XIII]
Datarock - Fa Fa Fa
Datarock - Computer Camp Love
É um pouco mais Electronica do que é habitual... :)
[Z~XIII]
Datarock - Computer Camp Love
É um pouco mais Electronica do que é habitual... :)
[Z~XIII]
A estrutura estava abalada, o conteúdo estava desarrumado e a pintura estava a cair de podre. Já fui dar com ela assim. Não queria ter que a por abaixo e reconstruí-la, outra vez. A confiança já tinha dado de si, a esperança ia pelo mesmo caminho. Só me restava a preserverança e era ela que estava a definhar. Comecei por por abaixo tudo o que tinha, desenterrar alicerces e faze-los desaparecer. E então, como uma criança a brincar com areia molhada pelo mar, sentei-me no chão a imaginar. As bases foram-se formando à minha frente. Uma estrutura imponente assentaria ali. Uma estrutura feita de pedra, suor, lágrimas e teimosia. E então, depois de acabada reparei que não estava como estava. Havia ali algo mais, um sentimento por descortinar. Ignorei-o. Outras estruturas necessitavam da minha ajuda. Virei-me desta vez para a confiança. Já estava débil havia semanas, mas o Vento dos últimos dias tinha dado cabo dela. Olhei para os seus destroços e não deixei de sentir uma pontinha de medo e de pena. Estava orgulhoso daquilo que ali tinha estado. Não tinha sido o melhor dos meus trabalhos, mas mesmo assim... Desta vez, como um oleiro faz com o barro, pus as mão na matéria prima e fi-la rodar. A trepidação fazia-me refulgir, o ritmo fazia-me viver. Depois de pronta, pu-la num local seguro. Parecia-me melhor do que a última... E aquele sentimento chamava-me... Virei-lhe costas e dediquei-me à auto-confiança. A esperança estava tombada. Agarrei nela e reinventei-a. Esta peça ali, aquela peça aqui e em menos de nada estava refeita. Contemplei então a minha obra. Estavam melhor do que pensava. Deixei-as a repousar e virei-me para enfrentar o sentimento que à algum tempo me tocava a mente. E então, assim do nada, absorveu-me.
E a Confiança surgiu do meio de mim. E nunca mais as minhas construções voltariam a tombar...
[Z~XIII]
E a Confiança surgiu do meio de mim. E nunca mais as minhas construções voltariam a tombar...
[Z~XIII]
Hoje deu-me para as velhinhas...
No Doubt - "Don't Speak"
You and me
We used to be together
Everyday together always
I really feel
That I'm losing my best friend
I can't believe
This could be the end
It looks as though you're letting go
And if it's real
Well I don't want to know
Don't speak
I know just what you're saying
So please stop explaining
Don't tell me cause it hurts
Don't speak
I know what you're thinking
I don't need your reasons
Don't tell me cause it hurts
Our memories
Well, they can be inviting
But some are altogether
Mighty frightening
As we die, both you and I
With my head in my hands
I sit and cry
Don't speak
I know just what you're saying
So please stop explaining
Don't tell me cause it hurts (no, no, no)
Don't speak
I know what you're thinking
I don't need your reasons
Don't tell me cause it hurts
It's all ending
I gotta stop pretending who we are...
You and me I can see us dying...are we?
Don't speak
I know just what you're saying
So please stop explaining
Don't tell me cause it hurts (no, no, no)
Don't speak
I know what you're thinking
I don't need your reasons
Don't tell me cause it hurts
Don't tell me cause it hurts!
I know what you're saying
So please stop explaining
Don't speak,
don't speak,
don't speak,
oh I know what you're thinking
And I don't need your reasons
I know you're good,
I know you're good,
I know you're real good
Oh, la la la la la la La la la la la la
Don't, Don't, uh-huh Hush, hush darlin'
Hush, hush darlin' Hush, hush
don't tell me tell me cause it hurts
Hush, hush darlin' Hush, hush darlin'
Hush, hush don't tell me tell me cause it hurts
~~~~
Ah... the good ol'days...
[Z~XIII]
No Doubt - "Don't Speak"
You and me
We used to be together
Everyday together always
I really feel
That I'm losing my best friend
I can't believe
This could be the end
It looks as though you're letting go
And if it's real
Well I don't want to know
Don't speak
I know just what you're saying
So please stop explaining
Don't tell me cause it hurts
Don't speak
I know what you're thinking
I don't need your reasons
Don't tell me cause it hurts
Our memories
Well, they can be inviting
But some are altogether
Mighty frightening
As we die, both you and I
With my head in my hands
I sit and cry
Don't speak
I know just what you're saying
So please stop explaining
Don't tell me cause it hurts (no, no, no)
Don't speak
I know what you're thinking
I don't need your reasons
Don't tell me cause it hurts
It's all ending
I gotta stop pretending who we are...
You and me I can see us dying...are we?
Don't speak
I know just what you're saying
So please stop explaining
Don't tell me cause it hurts (no, no, no)
Don't speak
I know what you're thinking
I don't need your reasons
Don't tell me cause it hurts
Don't tell me cause it hurts!
I know what you're saying
So please stop explaining
Don't speak,
don't speak,
don't speak,
oh I know what you're thinking
And I don't need your reasons
I know you're good,
I know you're good,
I know you're real good
Oh, la la la la la la La la la la la la
Don't, Don't, uh-huh Hush, hush darlin'
Hush, hush darlin' Hush, hush
don't tell me tell me cause it hurts
Hush, hush darlin' Hush, hush darlin'
Hush, hush don't tell me tell me cause it hurts
~~~~
Ah... the good ol'days...
[Z~XIII]
Eu sei que ainda sou novo. Daí o "um dia" no título, e no desejo também. Eu sei que agora se foge da paternidade a cem quilómetros por hora. Mas eu não... Quero ser pai. E sei fazer tudo. Fraldas, biberões, papas, banhos, colo... Já nada disto me esconde segredos. E se puder ter um filho, quero que seja feliz... Filho ou filha, nada disto importa...
E já tenho nomes... Para menino um E, um A ou um G... Para menina um F, um H ou um L...
E já tenho planos que sei sairão furados. E tenho sonhos e tenho ambições.
E prometo saber tudo na ponta da língua e o mais cedo possível ensinar-te a imaginar... E um dia hás de me dizer que me detestas e que me odeias. E eu hei de ficar zangado e não compreender, e depois passará... E hei-de te contar uma história todas as noites. Daquelas que me surgem na cabeça bem complicadas... Mas tu hás de as compreender... Nem que seja um dia mais tarde. E hei-de te ensinar a ler... E hei de estar contigo no pensamento pelo menos até morrer... E velarei por ti. E nada de mal te há-de acontecer...
Mas no fundo tudo isto é pó assente que um dia sonha voar...
[Z~XIII]
E já tenho nomes... Para menino um E, um A ou um G... Para menina um F, um H ou um L...
E já tenho planos que sei sairão furados. E tenho sonhos e tenho ambições.
E prometo saber tudo na ponta da língua e o mais cedo possível ensinar-te a imaginar... E um dia hás de me dizer que me detestas e que me odeias. E eu hei de ficar zangado e não compreender, e depois passará... E hei-de te contar uma história todas as noites. Daquelas que me surgem na cabeça bem complicadas... Mas tu hás de as compreender... Nem que seja um dia mais tarde. E hei-de te ensinar a ler... E hei de estar contigo no pensamento pelo menos até morrer... E velarei por ti. E nada de mal te há-de acontecer...
Mas no fundo tudo isto é pó assente que um dia sonha voar...
[Z~XIII]
(A partir daqui designarei as consciências pelo seu número... Ou seja, pela ordem em que se juntaram à primeira (I). Sendo assim a última consciência será "XIII")
XII olhava para o que tinha sido o seu corpo. Tinha-o detestado cada minuto da sua vida. De todos os corpos que tinha tido era de todos o pior. Estava farto. Era um corpo esbelto... Um corpo de mulher... e ele não era uma consciência propriamente feminina... Fora-o durante as primeiras vezes que habitou um corpo mas esses eram tempos idos. Deixou o corpo junto a um limoeiro seco e partiu à procura de uma nova prisão sensorial. Uma brisa quente atraía-o para o meio de um deserto. A candura da brisa era inquestionável. Havia algo no toque... Se é que sentia o toque... Ser uma consciência era muito confuso, havia toda uma série de problemas derivados da ausência de uma forma corpórea... Como não conseguir reter o conhecimento... Isso era o que o chateava mais... Uma palmeira destacava-se no horizonte. Dirigia-se para lá inconscientemente. Quando estava a poucos metros de distância algo o deteve. Algo o tocava (ou qualquer coisa semelhante). E o calor da brisa preencheu-o, e a vida que vivera passava-lhe pela mente.
[Z~XIII]
XII olhava para o que tinha sido o seu corpo. Tinha-o detestado cada minuto da sua vida. De todos os corpos que tinha tido era de todos o pior. Estava farto. Era um corpo esbelto... Um corpo de mulher... e ele não era uma consciência propriamente feminina... Fora-o durante as primeiras vezes que habitou um corpo mas esses eram tempos idos. Deixou o corpo junto a um limoeiro seco e partiu à procura de uma nova prisão sensorial. Uma brisa quente atraía-o para o meio de um deserto. A candura da brisa era inquestionável. Havia algo no toque... Se é que sentia o toque... Ser uma consciência era muito confuso, havia toda uma série de problemas derivados da ausência de uma forma corpórea... Como não conseguir reter o conhecimento... Isso era o que o chateava mais... Uma palmeira destacava-se no horizonte. Dirigia-se para lá inconscientemente. Quando estava a poucos metros de distância algo o deteve. Algo o tocava (ou qualquer coisa semelhante). E o calor da brisa preencheu-o, e a vida que vivera passava-lhe pela mente.
[Z~XIII]
Perdi-me.
Não sei o quem sou nem o que sou.
Perdi a felicidade, perdi umas pessoas, afastei outras.
Não quero mais nada a não ser o silêncio dos dias barulhentos à espera da morte. Não quero saber se se preocupam, não quero saber se se importam. Eu já deixei de o fazer.
Porque nada me importa a não ser as minhas mãos. Pois o dia virá em que as sombras caminharão e que as pessoas fugirão. Pois o dia virá em que o Terror assolará o Mundo.
E o Terror, conheço eu bem. Não há que ter medo.
<<>>
(Soa mesmo a apocalypse)
Vou começar uma nova história... Thank Rita...
[Z~XIII]
Não sei o quem sou nem o que sou.
Perdi a felicidade, perdi umas pessoas, afastei outras.
Não quero mais nada a não ser o silêncio dos dias barulhentos à espera da morte. Não quero saber se se preocupam, não quero saber se se importam. Eu já deixei de o fazer.
Porque nada me importa a não ser as minhas mãos. Pois o dia virá em que as sombras caminharão e que as pessoas fugirão. Pois o dia virá em que o Terror assolará o Mundo.
E o Terror, conheço eu bem. Não há que ter medo.
<<>>
(Soa mesmo a apocalypse)
Vou começar uma nova história... Thank Rita...
[Z~XIII]
A consciência olhava para o corpo que tinha sido seu. Ele jazia morto sobre uma campa de flores murchas. Tinha sido um bom corpo, mas era tempo de procurar um novo. O Vento transportava o fedor para Norte. O Frio chegava à Terra. A consciência deixou-se vaguear momentaneamente pelas planícies desertas. Eventualmente teria de encontrar um novo corpo e o antigo corpo desapareceria. A consciência vagueava para Norte. O Frio corrompia-a. E então viu algo que nunca pensaria ver. Outra consciência. Que quereria isso dizer? As consciências tinham sido feitas para vaguearem sozinhas pelo mundo, sem conhecerem outras consciências. A outra consciência aproximava-se. Era dela que vinha o frio, era dela que vinha o vento. A consciência fugia, mas o vento empurrava-a para a outra consciência. O impacto era iminente. E então o toque ultrapassou tudo o que já tinha sentido. E então em vez de duas consciências havia apenas uma. Mas nessa consciência haviam muitas mais. Treze consciências viviam numa só. E então a Consciência voltou ao velho corpo. Pegou-lhe na mão. E as flores já não estavam murchas nem o corpo estava morto.
[Z~XIII]
[Z~XIII]
Para os meus Delgraedon, por viajarem comigo.
Não sabem o que é um Delgraedon? Então não são um.
Cloud Cult - Everybody Here is a Cloud
and everybody here is cloud
and everybody here will evaporate
cause you came up from the ground
from a million little pieces
have you found where your place is?
have you found where your place is?
have you found where your place is?
you've been spending your time
thinking about why you think so much
if there was ever a time
now would be the time to see
your time here is limited
and everybody here is a crowd
we all walk around with a million faces
somebody turn the lights out
there's so much more to see
in the darkest places
in the darkest places
in the darkest places
and everybody here is cloud
and everybody here will evaporate
cause you came up from the ground
from a million little pieces
have you found where your place is?
everybody here is waiting for the next creation
they say come come come
everybody here is waiting for the next creation
they say come come come
and everybody here is a crowd
we each walk around with a million faces
and you came up from the ground
from a million little pieces
have you found where your place is?
have you found where your place is?
have you found where your place is?
---
E escusam de perguntar o que é.
[Z]
Não sabem o que é um Delgraedon? Então não são um.
Cloud Cult - Everybody Here is a Cloud
and everybody here is cloud
and everybody here will evaporate
cause you came up from the ground
from a million little pieces
have you found where your place is?
have you found where your place is?
have you found where your place is?
you've been spending your time
thinking about why you think so much
if there was ever a time
now would be the time to see
your time here is limited
and everybody here is a crowd
we all walk around with a million faces
somebody turn the lights out
there's so much more to see
in the darkest places
in the darkest places
in the darkest places
and everybody here is cloud
and everybody here will evaporate
cause you came up from the ground
from a million little pieces
have you found where your place is?
everybody here is waiting for the next creation
they say come come come
everybody here is waiting for the next creation
they say come come come
and everybody here is a crowd
we each walk around with a million faces
and you came up from the ground
from a million little pieces
have you found where your place is?
have you found where your place is?
have you found where your place is?
---
E escusam de perguntar o que é.
[Z]
Eu disse-te que era uma questão de tempo. Não disse? Mas do que é que estavas à espera? Eu avisei-te. Gritei-to aos ouvidos. Disse que te magoaria. E foi o que fiz. Eu disse-te que eu não era bom. Disse-te que no lugar do coração só havia podridão. Disse-te. Avisei-te. E tu deste um passo em frente.
Eu disse que era mau. Disse que era incompleto. Disse-te que não valia a pena.
E agora sofreste. Sofreste como sofreram muitos antes de ti. E achas que eu me importo? Achas? Não. Não me importo. Nem sequer quero saber. Achas que sofri quando os outros se afastaram? Achas? ACHAS? NADA. Nada. Foi o que senti. E achas que estou preocupado? Não! Se há coisa que não estou é preocupado. A Única coisa com que me preocupo sou eu! EU.
E agora, afastas-te como cãozinho ferido. Sai daqui ser patético. Vai. E NÃO VOLTES!
[Z]
Eu disse que era mau. Disse que era incompleto. Disse-te que não valia a pena.
E agora sofreste. Sofreste como sofreram muitos antes de ti. E achas que eu me importo? Achas? Não. Não me importo. Nem sequer quero saber. Achas que sofri quando os outros se afastaram? Achas? ACHAS? NADA. Nada. Foi o que senti. E achas que estou preocupado? Não! Se há coisa que não estou é preocupado. A Única coisa com que me preocupo sou eu! EU.
E agora, afastas-te como cãozinho ferido. Sai daqui ser patético. Vai. E NÃO VOLTES!
[Z]
Hoje apeteceu-me como já não apetecia à muito tempo.
Hoje saiu-me a carta do recue até à casa partida. E o idiota do peão moveu-se. E viu as casas, que tinha conquistado com a ajuda do dado, ficarem para trás. E viu os outros peões atrás de si passarem-lhe à frente sem se mexerem. E agora espero uma nova jogada...
Agora, apetece-me.
Vemo-nos um dia, se assim for...
[Z]
Hoje saiu-me a carta do recue até à casa partida. E o idiota do peão moveu-se. E viu as casas, que tinha conquistado com a ajuda do dado, ficarem para trás. E viu os outros peões atrás de si passarem-lhe à frente sem se mexerem. E agora espero uma nova jogada...
Agora, apetece-me.
Vemo-nos um dia, se assim for...
[Z]
Às vezes não sei se sinto, se são sentimentos que trago dentro de mim. Não sei se são pedras pesadas, que só me arrastam a alma, ou se são algo mais.
Não sinto... Ou será que sim?
Às vezes não sei se sou mais do que uma amalgama de memórias. Não sei se são memórias se são espaços em branco. Não sei se estão como num álbum, organizadas.
Não sei se sou memória. Não sei se sei o que é a memória.
Às vezes não sei se faço algo mais do que ocupar espaço. Não sei se tenho massa ou se sou como um fantasma. Não sei.
Às vezes penso que sou assim. Incompleto.
Penso sempre que sou feliz... E é porque o sou.
[Z]
Não sinto... Ou será que sim?
Às vezes não sei se sou mais do que uma amalgama de memórias. Não sei se são memórias se são espaços em branco. Não sei se estão como num álbum, organizadas.
Não sei se sou memória. Não sei se sei o que é a memória.
Às vezes não sei se faço algo mais do que ocupar espaço. Não sei se tenho massa ou se sou como um fantasma. Não sei.
Às vezes penso que sou assim. Incompleto.
Penso sempre que sou feliz... E é porque o sou.
[Z]
Eu sei que devia escrever qualquer coisa, mas isto merecia um post só para si.
Dude, you just WHAPPAH!
[Z]
Dude, you just WHAPPAH!
[Z]
Junta-te à green peace.
Por um mundo melhor, pê-la diversidade marítima, pelo futuro... por tantas outras razões...
Junta-te à causa.
[Z]
Por um mundo melhor, pê-la diversidade marítima, pelo futuro... por tantas outras razões...
Junta-te à causa.
[Z]
Jack Johnson - "Hope"
Shadow walks faster than you
You don't really know what to do
Do you think that you're not alone?
You really think that you are immune to
Its gonna get that the best of you
Its gonna lift you up and let you down
It will defeat you then teach you to get back up
After it takes all that
You learn to love
Your reflection is a blur
Out of focus
But in confusion
The frames are suddenly burnt
And in the end of a roll of illusion
A ghost waiting its turn
Now I can see right through
It's a warning that nobody heard
It will teach you to love what you're afraid of
After it takes away all that
You learn to love
But you don't
Always
Have to hold your head
Higher than your heart
You better hope you're not alone
You better hope you're not alone
You better hope you're not alone
You better hope you're not alone
You better hope you're not alone
You better hope you're not alone
You better hope you're not alone
You better be hoping you're not so...
Du du rut
Hope you're not alone
Hmm hmm humm
Your -
Your echo comes back out of tune
Now you can quite get used to it
Reverb is just a room
The problem is that there's no truth to it
It's fading way too soon
The shadow is on the move
And maybe you should be moving too
Before it takes away all that you learned to love
It will defeat you and then teach you to get back up
Cause you don't
Always
Have to hold your head
Higher than your heart
You better hope you're not alone
You better hope you're not alone
You better hope you're not alone
You better be hoping you're alone
You better hope you're not alone
You better hope you're not alone
You better hope you're not alone
You better hope you're not so...
Du ru ru ru ru
Hope you're not alone
Hmm hmmm hmmmm
Better hooope
Huuu huuu hmmm
Better hope you're not alone
Huuu huuu hmmm
Hooope
----
(gosto tanto)
[Z]
Shadow walks faster than you
You don't really know what to do
Do you think that you're not alone?
You really think that you are immune to
Its gonna get that the best of you
Its gonna lift you up and let you down
It will defeat you then teach you to get back up
After it takes all that
You learn to love
Your reflection is a blur
Out of focus
But in confusion
The frames are suddenly burnt
And in the end of a roll of illusion
A ghost waiting its turn
Now I can see right through
It's a warning that nobody heard
It will teach you to love what you're afraid of
After it takes away all that
You learn to love
But you don't
Always
Have to hold your head
Higher than your heart
You better hope you're not alone
You better hope you're not alone
You better hope you're not alone
You better hope you're not alone
You better hope you're not alone
You better hope you're not alone
You better hope you're not alone
You better be hoping you're not so...
Du du rut
Hope you're not alone
Hmm hmm humm
Your -
Your echo comes back out of tune
Now you can quite get used to it
Reverb is just a room
The problem is that there's no truth to it
It's fading way too soon
The shadow is on the move
And maybe you should be moving too
Before it takes away all that you learned to love
It will defeat you and then teach you to get back up
Cause you don't
Always
Have to hold your head
Higher than your heart
You better hope you're not alone
You better hope you're not alone
You better hope you're not alone
You better be hoping you're alone
You better hope you're not alone
You better hope you're not alone
You better hope you're not alone
You better hope you're not so...
Du ru ru ru ru
Hope you're not alone
Hmm hmmm hmmmm
Better hooope
Huuu huuu hmmm
Better hope you're not alone
Huuu huuu hmmm
Hooope
----
(gosto tanto)
[Z]
Sentir a chuva miudinha no cabelo e ser feliz. O calor de uma lareira no Inverno. O Sol nos olhos no Verão. O zumbido das abelhas na Primavera. As cores do Outono.
O sabor da vida...
E avançar, confiante que o dia de amanhã vai ser ainda melhor.
[Z]
O sabor da vida...
E avançar, confiante que o dia de amanhã vai ser ainda melhor.
[Z]
Os sentidos despertam. Os olhos acordam e os ouvidos esforçam-se para ouvir um pouco mais. Hoje vou conhecer o Mundo. O céu sobre mim nunca foi tão azul. A brisa nunca antes me tinha tocado assim. A Terra sob os meus pés é firme. E hoje não vou vacilar.
Os passos sucedem-se, confiantes. Conhecem o caminho de cor, de tanta vez trilhado. O coração sabe-o também, de tantas vezes imaginado. Hoje, o tempo pára. Os minutos, imóveis, olham-me enquanto me move por entre os segundos. E o destino aproxima-se. "Próxima Paragem: Felicidade" grita-me o Ar aos ouvidos.
E estugo o passo.
O caminho desenrola-se por baixo da minhas solas. O cenário move-se, as personagens mudam. E então vejo o que me espera. E hoje, sou feliz.
Porque posso estar finalmente contigo. E as mão enlaçam-se. E os pés correm na areia. E som do Mar afoga o som da felicidade.
[Z]
Os passos sucedem-se, confiantes. Conhecem o caminho de cor, de tanta vez trilhado. O coração sabe-o também, de tantas vezes imaginado. Hoje, o tempo pára. Os minutos, imóveis, olham-me enquanto me move por entre os segundos. E o destino aproxima-se. "Próxima Paragem: Felicidade" grita-me o Ar aos ouvidos.
E estugo o passo.
O caminho desenrola-se por baixo da minhas solas. O cenário move-se, as personagens mudam. E então vejo o que me espera. E hoje, sou feliz.
Porque posso estar finalmente contigo. E as mão enlaçam-se. E os pés correm na areia. E som do Mar afoga o som da felicidade.
[Z]
[Sandra Nasic = ex-vocalista dos "ex" Gauno Apes]
Sandra Nasic - "Fever"
Why did you come undone?
Let me cut off your wings you don't need them
So beautiful
What have I done?
It's the sweetest parade I am giving
Drive me crazy
You're the one without no ending
Drive me baby
I wanna be like your
Fever
Fever
I will burn in the sun when you take me again
Fever
Fever
You will burn in the sun when you take me away
Fever
So now that I haven't gone
It's too late to give up cause you wake me
So beautiful
What have you done?
It's the beat to the drugs you are taking
Drive them crazy
You're the one without no ending
Drive me baby
I wanna be like your
Fever
Fever
I will burn in the sun when you take me again
Fever
Fever
You will burn in the sun when you take me away
Fever
I'm the lying without no ending
And you're the one without
Fever
Fever
I will burn in the sun when you take me again
Fever
Fever
You will burn in the sun when you take me away
Fever
Fever
Fever
Fever
You will burn in the sun when you take me away
Oh... Again
----
Feels like the past...
[Z]
Sandra Nasic - "Fever"
Why did you come undone?
Let me cut off your wings you don't need them
So beautiful
What have I done?
It's the sweetest parade I am giving
Drive me crazy
You're the one without no ending
Drive me baby
I wanna be like your
Fever
Fever
I will burn in the sun when you take me again
Fever
Fever
You will burn in the sun when you take me away
Fever
So now that I haven't gone
It's too late to give up cause you wake me
So beautiful
What have you done?
It's the beat to the drugs you are taking
Drive them crazy
You're the one without no ending
Drive me baby
I wanna be like your
Fever
Fever
I will burn in the sun when you take me again
Fever
Fever
You will burn in the sun when you take me away
Fever
I'm the lying without no ending
And you're the one without
Fever
Fever
I will burn in the sun when you take me again
Fever
Fever
You will burn in the sun when you take me away
Fever
Fever
Fever
Fever
You will burn in the sun when you take me away
Oh... Again
----
Feels like the past...
[Z]
Já não passamos pelas pessoas como costumávamos fazer. Agora são elas que passam por nós. Deixámos de ser jogadores para passarmos a ser peões (pelo menos às vezes sinto-me como tal). Os actos são mecanizados. Os gestos são automatizados. E depois existe o pensamento.
Acorrentado, agrilhoado a uma parede que não quer para si. Ele agita-se na vã esperança de se libertar. Mas não se liberta. As corrente que o prendem são mais fortes do que ele pode aguentar. E então desiste. Mas não desiste de vez. Desiste para um dia voltar a tentar. Talvez um dia as correntes estejam tão gastas e velhas que o pensamento possa um dia voltar a ser livre.
E entretanto a esperança definha. E os actos são mecanizados. E os gestos são automatizados. E depois já não existe pensamento.
[Z]
Acorrentado, agrilhoado a uma parede que não quer para si. Ele agita-se na vã esperança de se libertar. Mas não se liberta. As corrente que o prendem são mais fortes do que ele pode aguentar. E então desiste. Mas não desiste de vez. Desiste para um dia voltar a tentar. Talvez um dia as correntes estejam tão gastas e velhas que o pensamento possa um dia voltar a ser livre.
E entretanto a esperança definha. E os actos são mecanizados. E os gestos são automatizados. E depois já não existe pensamento.
[Z]
Esta música vem no encontro de uma viagem de comboio particularmente nostálgica...
Guano Apes - "Living In A Lie"
Don't give me names
You've got it all, you took it all away
Drove me insane
Who'd come down to earth, releasing me
Healing my wounds
so why don't you close the door when you're leaving me
now you'll run
running all the way back to me again
It's not to end in shame
to fight an endless lie
I'm not to play a game
I won't be on your side
(I) found a way
to reach myself again but all I saw was shame
Drive me away
there's something deep in me waiting to escape
you think you know me
so why don't you close the door when you're here with me
I'm here to end the game
I'm living in a lie
it's hard to give the same
I won't be on your side
I loved you a lot
to need you a lot
I leave you alone...
I loved you a lot
to need you a lot
I leave you alone...
I've been living in a Lie, why? Why?
I've been living in a Lie, why? Why?
I'm here to end the game
I'm living in a lie
it's hard to give the same
I won't be on your side
I loved you a lot
to need you a lot
I leave you alone...
I loved you a lot
to need you a lot
I leave you alone... Yeah!
I loved you a lot
to need you a lot
I loved you a lot
to need you a lot...
----
:)
[Z]
Guano Apes - "Living In A Lie"
Don't give me names
You've got it all, you took it all away
Drove me insane
Who'd come down to earth, releasing me
Healing my wounds
so why don't you close the door when you're leaving me
now you'll run
running all the way back to me again
It's not to end in shame
to fight an endless lie
I'm not to play a game
I won't be on your side
(I) found a way
to reach myself again but all I saw was shame
Drive me away
there's something deep in me waiting to escape
you think you know me
so why don't you close the door when you're here with me
I'm here to end the game
I'm living in a lie
it's hard to give the same
I won't be on your side
I loved you a lot
to need you a lot
I leave you alone...
I loved you a lot
to need you a lot
I leave you alone...
I've been living in a Lie, why? Why?
I've been living in a Lie, why? Why?
I'm here to end the game
I'm living in a lie
it's hard to give the same
I won't be on your side
I loved you a lot
to need you a lot
I leave you alone...
I loved you a lot
to need you a lot
I leave you alone... Yeah!
I loved you a lot
to need you a lot
I loved you a lot
to need you a lot...
----
:)
[Z]
Mais um excerto do livro Interiores de Pedro Strecht
[Z]
Tudo o que a vida tem é belo e, sobretudo, passageiro. Mas nada passa sem deixar marca. Um rasto, sinais, uma história pessoal, segredos. A forma como se abrem as flores, os cheiros, a repetição das estações mais esperadas. Um sorriso, apenas. Cada nascimento quer dizer surpresa, esperança, as cores abertas. E a criança de todas as pessoas, cresce, mas espera. Guarda segredos no seu interior. Pois tão importante como crescer, é afinal nunca o conseguir fazer. E essa criança é um dom, quando se dá por ela, entra em nós, fica, brinca um pouco por ali, até que depois parte. Mas volta. Até sempre. Como adultos todos nós deveríamos conseguir agradecer-lhe, tocar-lhe enquanto existe, senti-la. Pois ser adulto é saber descer à infância dos outros, para em seguida elevá-la à justa medida do que eles merecem.
[Z]
(adaptado dum blog algures :P )
Se eu fosse uma hora do dia, seria ... qualquer uma da noite.
Se eu fosse um astro, seria... Saturno.
Se eu fosse uma direcção, seria... para baixo.
Se eu fosse um móvel, seria ... uma cama.
Se eu fosse um liquido, seria... Mercúrio.
Se eu fosse um pecado, seria ...a gula.
Se eu fosse uma pedra, seria ... uma ametista.
Se eu fosse uma árvore, seria ... um carvalho, claro está!
Se eu fosse uma fruta, seria ... uma tangerina.
Se eu fosse uma flor, seria ... a flor de um cacto.
Se eu fosse um clima, seria ... frio, com tendência para aguaceiros
Se eu fosse um instrumento musical, seria ... uma harpa.
Se eu fosse um elemento, seria ...a Terra.
Se eu fosse uma cor, seria ... azul-cinza escuro.
Se eu fosse um animal, seria ... um veado.
Seu fosse um som, seria ... o silêncio.
Se eu fosse música, seria ... Frozen -Within Temptation.
Se eu fosse estilo musical seria... Jazz ou Hard Rock
Se eu fosse um sentimento, seria ... a Saudade.
Se eu fosse um livro, seria ... qualquer livro do Pérolas a Porcos...
Se eu fosse uma comida, seria ... uma sobremesa
Se eu fosse um lugar, seria ... debaixo dos lençóis.
Se eu fosse um gosto, seria ... gelado de pêssego.
Se eu fosse um cheiro, seria ... o de relva acabada de cortar
Se eu fosse uma palavra, seria ... Comédia
Se eu fosse um verbo, seria ... Escrever...
Se eu fosse um objecto, seria ... uma pena/caneta/lápis...
Se eu fosse peça de roupa, seria ... um gorro
Se eu fosse parte do corpo, seria ... o cérebro ou os pés...
Se eu fosse expressão facial, seria ... "olhar para o lado como se não fosse nada com ele(a)"
Se eu fosse personagem de desenho animado, seria... certamente Happy Tree Friends
Se eu fosse filme, seria ... Cloverfield
Se eu fosse forma, seria ... Hexágono
Se eu fosse número, seria ... 14.
Se eu fosse estação, seria ... a nova de Coimbra-A (estou a brincar, o Inverno claro!)
Se eu fosse uma frase, seria ... "Agradecido"
Desafio-vos a conhecerem-se a vós próprios.
(Podem pôr em comentário)
[Z]
Se eu fosse uma hora do dia, seria ... qualquer uma da noite.
Se eu fosse um astro, seria... Saturno.
Se eu fosse uma direcção, seria... para baixo.
Se eu fosse um móvel, seria ... uma cama.
Se eu fosse um liquido, seria... Mercúrio.
Se eu fosse um pecado, seria ...a gula.
Se eu fosse uma pedra, seria ... uma ametista.
Se eu fosse uma árvore, seria ... um carvalho, claro está!
Se eu fosse uma fruta, seria ... uma tangerina.
Se eu fosse uma flor, seria ... a flor de um cacto.
Se eu fosse um clima, seria ... frio, com tendência para aguaceiros
Se eu fosse um instrumento musical, seria ... uma harpa.
Se eu fosse um elemento, seria ...a Terra.
Se eu fosse uma cor, seria ... azul-cinza escuro.
Se eu fosse um animal, seria ... um veado.
Seu fosse um som, seria ... o silêncio.
Se eu fosse música, seria ... Frozen -Within Temptation.
Se eu fosse estilo musical seria... Jazz ou Hard Rock
Se eu fosse um sentimento, seria ... a Saudade.
Se eu fosse um livro, seria ... qualquer livro do Pérolas a Porcos...
Se eu fosse uma comida, seria ... uma sobremesa
Se eu fosse um lugar, seria ... debaixo dos lençóis.
Se eu fosse um gosto, seria ... gelado de pêssego.
Se eu fosse um cheiro, seria ... o de relva acabada de cortar
Se eu fosse uma palavra, seria ... Comédia
Se eu fosse um verbo, seria ... Escrever...
Se eu fosse um objecto, seria ... uma pena/caneta/lápis...
Se eu fosse peça de roupa, seria ... um gorro
Se eu fosse parte do corpo, seria ... o cérebro ou os pés...
Se eu fosse expressão facial, seria ... "olhar para o lado como se não fosse nada com ele(a)"
Se eu fosse personagem de desenho animado, seria... certamente Happy Tree Friends
Se eu fosse filme, seria ... Cloverfield
Se eu fosse forma, seria ... Hexágono
Se eu fosse número, seria ... 14.
Se eu fosse estação, seria ... a nova de Coimbra-A (estou a brincar, o Inverno claro!)
Se eu fosse uma frase, seria ... "Agradecido"
Desafio-vos a conhecerem-se a vós próprios.
(Podem pôr em comentário)
[Z]
Afinal parece que estou a filtrar o meu lado mais negro, e não tinha reparado...
Afinal, todo aquele ser sorridente sem razão afinal era produto de todo um sub-processo de filtragem pessoal. Não que eu esteja descontente, mas tenho medo de acumular demasiados "detritos" e depois explodir. Talvez o meu problema seja ser racional de mais e, ao mesmo tempo, ser uma pessoa de impulsos. Talvez o meu "problema" seja ter tão bons amigos
Acho que o meu problema no início (do blog) era esse mesmo. Não ter bons amigos suficientes.
Talvez um dia as pessoas finalmente percebam, tal como eu recentemente percebi, que não é o Amor que faz andar o Mundo. É uma coisa bem mais simples.
Talvez, talvez, talvez...
Um futuro hipotético que pode não chegar... Um emaranhado de segundos a pensar como poderia ser... Um caótico momento pendente de um "Sim"...
Acho que sou perseguido por Vultos. Não me querem mal. Não são sombras que me assolam. São pessoas. E essas, eu sei quem são. Porque onde quer que vá, levo-as comigo.
(e agora um excerto do livro que ando a ler: Interiores por Pedro Strecht)
Porque eu só por mim não vivo.
[Z]
Afinal, todo aquele ser sorridente sem razão afinal era produto de todo um sub-processo de filtragem pessoal. Não que eu esteja descontente, mas tenho medo de acumular demasiados "detritos" e depois explodir. Talvez o meu problema seja ser racional de mais e, ao mesmo tempo, ser uma pessoa de impulsos. Talvez o meu "problema" seja ter tão bons amigos
Acho que o meu problema no início (do blog) era esse mesmo. Não ter bons amigos suficientes.
Talvez um dia as pessoas finalmente percebam, tal como eu recentemente percebi, que não é o Amor que faz andar o Mundo. É uma coisa bem mais simples.
Talvez, talvez, talvez...
Um futuro hipotético que pode não chegar... Um emaranhado de segundos a pensar como poderia ser... Um caótico momento pendente de um "Sim"...
Acho que sou perseguido por Vultos. Não me querem mal. Não são sombras que me assolam. São pessoas. E essas, eu sei quem são. Porque onde quer que vá, levo-as comigo.
(e agora um excerto do livro que ando a ler: Interiores por Pedro Strecht)
Deixa-me sentar-me ao teu lado. Mesmo que não aconteça, nada isso é já muito, um começo. O gosto de acreditar no outro. É que há pedaços que só se colam assim, memórias que crescem então, conversas que se revelam súbitas, afinal inesperadas, como ramos de árvores, talvez. Sabes as noites que passamos em claro depois de não saber que fazer aos dias? Têm iluminadas as estrelas, como reclames nas lojas das cidades, e todos vêem, mesmo quando não querem. Lembras-te ainda quando te ensinaram constelações? Era Verão com toda a certeza, e perto de ti uma voz mais velha, segura, terna de afecto, dizia «começa ali a Cassiopeia» que nessa altura ainda cabia na palma da mão.
Porque eu só por mim não vivo.
[Z]
Sabiam que em média existem mais suicídios no dia dos Namorados do que em qualquer outro dia?
E agora para comemorar:
[Z]
E agora para comemorar:
[Z]
Eu Mudei (por dentro). O Blog mudou (o visual).
Afinal não o vou deixar. Porque seria como decepar um membro saudável. Quando estiver mórbido... então discutiremos isso.
Se magoar os olhos digam.
[Z]
Afinal não o vou deixar. Porque seria como decepar um membro saudável. Quando estiver mórbido... então discutiremos isso.
Se magoar os olhos digam.
[Z]
Eu disse-vos que ganhava o primeiro prémio não disse?
Só não vos disse que era o décimo primeiro!
Ahaha!
Um número e duas estrelas, e não sei quantos €uros no meu bolso!
[Z]
Só não vos disse que era o décimo primeiro!
Ahaha!
Um número e duas estrelas, e não sei quantos €uros no meu bolso!
[Z]
Sim, eu odeio-me. Eu sei que é difícil de perceber.
Detesto-me por completo. Detesto quando sou preguiçoso (embora no momento me saiba bem). Sou fuinha, mal-educado, mentiroso, arrogante, orgulhoso, inconstante, antipático, idiótico, guloso, revoltado... e a lista continua...
E nunca, nunca admito os meus erros.
Sou uma pessoa detestável mas as pessoas à minha volta ainda não deram por isso.
Detesto ser emocionalmente frágil. Sou fraco, sou estúpido em todas as vertentes. E sou feliz, sem razão. E isto enfurece-me.
E não me apetece mudar... E queria ter os olhos verdes.
A minha cotação em EZpO é de 80,5/100
[Z]
( e isto não é um post para dizerem "Oh Zé, não és nada!" )
( e a frase de cima não é psicologia invertida )
(O presente artigo representa a opinião do Autor, caso discorde, faça favor de argumentar na secção dos comentários. Não garantimos Resposta.)
Detesto-me por completo. Detesto quando sou preguiçoso (embora no momento me saiba bem). Sou fuinha, mal-educado, mentiroso, arrogante, orgulhoso, inconstante, antipático, idiótico, guloso, revoltado... e a lista continua...
E nunca, nunca admito os meus erros.
Sou uma pessoa detestável mas as pessoas à minha volta ainda não deram por isso.
Detesto ser emocionalmente frágil. Sou fraco, sou estúpido em todas as vertentes. E sou feliz, sem razão. E isto enfurece-me.
E não me apetece mudar... E queria ter os olhos verdes.
A minha cotação em EZpO é de 80,5/100
[Z]
( e isto não é um post para dizerem "Oh Zé, não és nada!" )
( e a frase de cima não é psicologia invertida )
(O presente artigo representa a opinião do Autor, caso discorde, faça favor de argumentar na secção dos comentários. Não garantimos Resposta.)
Nunca se sabe, a sorte pode-me bater à porta...
Façam figas!
(Se puserem " *figas* " num comentário, se ganhar o primeiro prémio dou-vos 2000€!)
Prometo.
[Z]
Façam figas!
(Se puserem " *figas* " num comentário, se ganhar o primeiro prémio dou-vos 2000€!)
Prometo.
[Z]
PJ Harvey - "The Devil"
As soon as I'm left alone
The devil wanders into my soul
And I pretend to myself
And I pretend to myself
I go out
To the old milestone
Insanely expecting
You to come there
Knowing that I wait for you there
That I wait for you there
Come!
Come!
Come here at once
Come!
Come
On a night with no moon
Because all of my being is now in pining
All of my being is now in pining
What formerly had cheered me
Now seems
Insignificant
Insignificant
---
Amo esta música... Do fundo mesmo... e a letra... Sublime

My blog is worth $1,693.62.
How much is your blog worth?
que é quase o mesmo em €uros...
É bom saber que vou lucrar com a Venda do blog... Principalmente agora, que cada vez mais me apetece deixá-lo para trás.
E não, não estou a fazer cenas.
[Z]
E agora uma bem velhinha. Alguém se lembra disto?
Shivaree - "Goodnight Moon"
There's a nail in the door
And there's glass on the lawn
Tacks on the floor
And the TV is on
And I always sleep with my guns
When you're gone
There's a blade by the bed
And a phone in my hand
A dog on the floor
And some cash on the nightstand
When I'm all alone the dreaming stops
And I just can't stand
What should I do I'm just a little baby
What if the lights go out and maybe
And then the wind just starts to moan
Outside the door he followed me home
Well goodnight moon
I want the sun
If it's not here soon
I might be done
No it won't be too soon 'til I say
Goodnight moon
There's a shark in the pool
And a witch in the tree
A crazy old neighbour and he's been watching me
And there's footsteps loud and strong coming down the hall
Something's under the bed
Now it's out in the hedge
There's a big black crow sitting on my window ledge
And I hear something scratching through the wall
Oh what should I do I'm just a little baby
What if the lights go out and maybe
I just hate to be all alone
Outside the door he followed me home
Now goodnight moon
I want the sun
If it's not here soon
I might be done
No it won't be too soon 'til I say
Goodnight moon
Well you're up so high
How can you save me
When the dark comes here
Tonight to take me up
To my front walk
And into bed where it kisses my face
And eats my head
Oh what should I do I'm just a little baby
What if the lights go out and maybe
And then the wind just starts to moan
Outside the door he followed me home
Now goodnight moon
I want the sun
If it's not here soon
I might be done
No it won't be too soon 'til I say
Goodnight moon
No it won't be too soon 'til I say
Goodnight moon
[Z]
Shivaree - "Goodnight Moon"
There's a nail in the door
And there's glass on the lawn
Tacks on the floor
And the TV is on
And I always sleep with my guns
When you're gone
There's a blade by the bed
And a phone in my hand
A dog on the floor
And some cash on the nightstand
When I'm all alone the dreaming stops
And I just can't stand
What should I do I'm just a little baby
What if the lights go out and maybe
And then the wind just starts to moan
Outside the door he followed me home
Well goodnight moon
I want the sun
If it's not here soon
I might be done
No it won't be too soon 'til I say
Goodnight moon
There's a shark in the pool
And a witch in the tree
A crazy old neighbour and he's been watching me
And there's footsteps loud and strong coming down the hall
Something's under the bed
Now it's out in the hedge
There's a big black crow sitting on my window ledge
And I hear something scratching through the wall
Oh what should I do I'm just a little baby
What if the lights go out and maybe
I just hate to be all alone
Outside the door he followed me home
Now goodnight moon
I want the sun
If it's not here soon
I might be done
No it won't be too soon 'til I say
Goodnight moon
Well you're up so high
How can you save me
When the dark comes here
Tonight to take me up
To my front walk
And into bed where it kisses my face
And eats my head
Oh what should I do I'm just a little baby
What if the lights go out and maybe
And then the wind just starts to moan
Outside the door he followed me home
Now goodnight moon
I want the sun
If it's not here soon
I might be done
No it won't be too soon 'til I say
Goodnight moon
No it won't be too soon 'til I say
Goodnight moon
[Z]
Declaro inaugurada a nova "rubrica" deste belo blog à beira mail, postado.
Um dos meus [muitos] ódios é o Reaggeton (ou lá como se escreve), primeiro porque é difícil de pronunciar, e de escrever , pra caralho: Rágaton, Rigaton, Reggeton... Não me entendo com aquilo.
Depois porque aquilo não é música, não é nada! Bem pior que Trance ou House ou Dance (não percebo nada disto) [que também fazem parte da dita Caixa]. Um loop infinito da mesma batida, do mesmo som, da mesma voz, do mesmo tom, da mesma "letra". É triste. É idiótico. Não vale para nada.
É impressionante [não no bom sentido] ver [e infelizmente, ouvir] como tal merda se insinua à população Portuguesa.
Muitos dirão: "Ó Zé! Mas quem julgas tu que és para ditar o que é ou não música? Não percebes nada disso!" e têm razão, mas na MINHA, e repito, na MINHA opinião, aquele barulho infernalmente estúpido não entra, sequer, para a categoria de barulho organizado.
Tem uma cotação na EZpO [Escala do Zé para o Ódio] de 85/100 (fórmula ainda em teste)
[Z]
(O presente artigo representa a opinião do Autor, caso discorde, faça favor de argumentar na secção dos comentários. Não garantimos Resposta.)
Um dos meus [muitos] ódios é o Reaggeton (ou lá como se escreve), primeiro porque é difícil de pronunciar, e de escrever , pra caralho: Rágaton, Rigaton, Reggeton... Não me entendo com aquilo.
Depois porque aquilo não é música, não é nada! Bem pior que Trance ou House ou Dance (não percebo nada disto) [que também fazem parte da dita Caixa]. Um loop infinito da mesma batida, do mesmo som, da mesma voz, do mesmo tom, da mesma "letra". É triste. É idiótico. Não vale para nada.
É impressionante [não no bom sentido] ver [e infelizmente, ouvir] como tal merda se insinua à população Portuguesa.
Muitos dirão: "Ó Zé! Mas quem julgas tu que és para ditar o que é ou não música? Não percebes nada disso!" e têm razão, mas na MINHA, e repito, na MINHA opinião, aquele barulho infernalmente estúpido não entra, sequer, para a categoria de barulho organizado.
Tem uma cotação na EZpO [Escala do Zé para o Ódio] de 85/100 (fórmula ainda em teste)
[Z]
(O presente artigo representa a opinião do Autor, caso discorde, faça favor de argumentar na secção dos comentários. Não garantimos Resposta.)
Subscrever:
Mensagens (Atom)















