Ela sentia-o encostado contra o seu corpo. O respirar dele contra seu pescoço. Um leve ritmo acelerado a bater contra as suas costas. Sentia cada momento esvair-se lentamente por entre os dedos. Sentia o sexo dele duro encostado a si. Sentia a respiração dele descompassar-se rapidamente. O calor da exaustão, o calor da ânsia. Sentia o braço dele de volta do seu peito, agarrando-a firme à noite escura. Sentia o medo bombeado pelas coração, sentia o frio da lâmina a passear-se pelo seu pescoço, o quente do sangue a escorre-lhe pelo peito.
A cama está no mesmo sítio. As almofadas foram deixadas como estavam. Os livros entretinham-se desde à muito a apanhar pó. Apenas o chão estava lavado, na esperança que fosse sujo uma vez mais. A televisão foi deixada ligada, tal como Ele a deixou. O comando pousado sobre as cobertas desfeitas. Tudo estava igual. Igual àquele dia fatídico que os vitimaria aos dois.
"Era um desequilibrado", diziam uns. "Era um doido sem consciência", diziam os outros. As opiniões não divergiam muito disto. Ele tinha uma arma, o outro tinha uma também. "Eram amigos", diziam uns. "Eram amantes", diziam os outros. E disto não passava.
Mas no final não eram nem uma coisa nem outra, nem Ele era doido ou desequilibrado. Apenas tinham decidido deixar de viver. E aquele parecia um bom dia para o fazer. O Sol estava no céu, o vento não soprava e sentia-se aquela alegriazinha no Ar, como o Mar a anunciar o Verão. Sim, era sem dúvida um bom dia para morrer. E foi com este pensamento que se levantou da cama. Ligou a televisão no botão e viu o que estava a passar nos noticiários... Nada de Guerras, nada de desastres, como se o Mundo tivesse parado todas as tragédias por um segundo para poder respirar. Sim, era um bom dia para morrer. Limpou o quarto enquanto ouvia a música que passava na rádio. Pegou numa faca e entreteve-se a cortar uma maçã, fruto do desejo, fruto do ensejo. Foi quando o telefone tocou. O seu amigo viria daí a pouco. Usufruiu então da sua última refeição. Tocou a campainha. Levantou-se lentamente, como quem sabe que o fim está próximo e flutuou até à porta. Abriu-a parcimoniosamente, como se o ranger das dobradiças lhe desse prazer. Deixou o seu amigo entrar e dirigiram-se ao quarto. A sala não era um sítio muito agradável para se morrer. Demasiados móveis e coisas, demasiada desarrumação passível de ser causada. Assim que entraram no quarto era certo o que aconteceria... Ou seria?
A faca estava na cama, o rapaz estava de costas para ela, Ele estava a olhar para a virilha do rapaz. Tal volume não era normal e ele sabia-o. Esboçou um gesto lascivo em direcção ao membro viril do companheiro. O rapaz, respondente, colocou a mão na cintura das calças e num instante sacou um revólver para fora e deu um tiro no pescoço d'Ele. Entre o momento do embate com o seu pescoço e a saída do projéctil pelo outro lado passaram exactamente 48 milisegundos.
O Sol brilhava na rua. Os pássaros cantavam e um estrondo dentro de uma casa fazia-se ouvir. Escarlate preenchia as paredes e o chão, era escarlate também o que lhe corria para as mãos. Era um dia bonito, o dia perfeito... mas agora Ele já não sabia se queria morrer. Olhou com os olhos da Morte para o rapaz. A sua inexpressão denunciou o acto seguinte. O revólver rapidamente se voltava para o seu próprio pescoço.
Desta vez, a bala não saiu. Mas o líquido escarlate corria na mesma.
"Era um desequilibrado", diziam uns. "Era um doido sem consciência", diziam os outros. As opiniões não divergiam muito disto. Ele tinha uma arma, o outro tinha uma também. "Eram amigos", diziam uns. "Eram amantes", diziam os outros. E disto não passava.
Mas no final não eram nem uma coisa nem outra, nem Ele era doido ou desequilibrado. Apenas tinham decidido deixar de viver. E aquele parecia um bom dia para o fazer. O Sol estava no céu, o vento não soprava e sentia-se aquela alegriazinha no Ar, como o Mar a anunciar o Verão. Sim, era sem dúvida um bom dia para morrer. E foi com este pensamento que se levantou da cama. Ligou a televisão no botão e viu o que estava a passar nos noticiários... Nada de Guerras, nada de desastres, como se o Mundo tivesse parado todas as tragédias por um segundo para poder respirar. Sim, era um bom dia para morrer. Limpou o quarto enquanto ouvia a música que passava na rádio. Pegou numa faca e entreteve-se a cortar uma maçã, fruto do desejo, fruto do ensejo. Foi quando o telefone tocou. O seu amigo viria daí a pouco. Usufruiu então da sua última refeição. Tocou a campainha. Levantou-se lentamente, como quem sabe que o fim está próximo e flutuou até à porta. Abriu-a parcimoniosamente, como se o ranger das dobradiças lhe desse prazer. Deixou o seu amigo entrar e dirigiram-se ao quarto. A sala não era um sítio muito agradável para se morrer. Demasiados móveis e coisas, demasiada desarrumação passível de ser causada. Assim que entraram no quarto era certo o que aconteceria... Ou seria?
A faca estava na cama, o rapaz estava de costas para ela, Ele estava a olhar para a virilha do rapaz. Tal volume não era normal e ele sabia-o. Esboçou um gesto lascivo em direcção ao membro viril do companheiro. O rapaz, respondente, colocou a mão na cintura das calças e num instante sacou um revólver para fora e deu um tiro no pescoço d'Ele. Entre o momento do embate com o seu pescoço e a saída do projéctil pelo outro lado passaram exactamente 48 milisegundos.
O Sol brilhava na rua. Os pássaros cantavam e um estrondo dentro de uma casa fazia-se ouvir. Escarlate preenchia as paredes e o chão, era escarlate também o que lhe corria para as mãos. Era um dia bonito, o dia perfeito... mas agora Ele já não sabia se queria morrer. Olhou com os olhos da Morte para o rapaz. A sua inexpressão denunciou o acto seguinte. O revólver rapidamente se voltava para o seu próprio pescoço.
Desta vez, a bala não saiu. Mas o líquido escarlate corria na mesma.
We are all like raindrops in a rose. Blissfully unaware of the thorns bellow us. We live, we stay, we don't care. At least most of us doesn't. Others, the most unlucky of us, are more aware of danger than they should be. They hang in despair and give up, ending their lives by throwing themselves over the edge. And then there are the others, the protected ones. They fell inside the rose, shielded by petals, never threatened by thorns or by winds. They are even more unaware of danger than us, if that's even possible. They never knew wind or cold, just the warm touch of petals. They are the happiest ones and yet, I wouldn't trade my awareness of danger by any petals' touch.
Ignorance is a bliss. Cherish it.
Ignorance is a bliss. Cherish it.
A pequena criança rebola-se na cama. Não consegue dormir. As janelas estão fechadas, as cortinas estão corridas, o candeeiro está desligado mas as luzes de presença estão ligadas. Uma trovoada ecoa ao fundo do corredor, a chuva cai na casa de banho. Móveis que se arrastam, duches que se tomam. A água que cai do chuveiro não é a mesma que corre na cozinha. O mundo envolve-se, revolve-se e desenvolve-se, e tudo isto passa pela mente da criança. Isto e os monstros debaixo da cama. Até o mais breve farrapo de pensamento sobre esse assunto o faz contorcer-se por baixo dos lençóis. Aperta então contra si o peluche laranja e preto. Um bocado de espuma empacotada em forma de bicho que o faz sentir seguro.
Agarre-se então a criança ao bicho, ignore os perigos que o procuram, deixe-se devorar pelo sono que a manhã será longa. Amanhã será devorado por uma qualquer outra coisa.
Agarre-se então a criança ao bicho, ignore os perigos que o procuram, deixe-se devorar pelo sono que a manhã será longa. Amanhã será devorado por uma qualquer outra coisa.
Este blog está (por ora) abandonado. Façam o favor de voltar para trás ou de seguir um dos links ali de lado.
Se insistir em ficar, ouça uma musiquinha daquelas ali de lado para não se aborrecer.
Cuidado com os pés. O chão foi lavado.
A Gerência.
Se insistir em ficar, ouça uma musiquinha daquelas ali de lado para não se aborrecer.
Cuidado com os pés. O chão foi lavado.
A Gerência.
O tempo não passa como antes. Em vez disso, parece arrastar-se por entre os mortais, espalhando entre eles o sue tédio. O tempo fartou-se de passar alegremente como nos dias que passaram. Em vez disso sente-se se arrastado pelo chão do Cosmos. A não ser que tenha companhia. Aí salta que nem doido, passa a voar.
Tempo, seu cabrão de merda... Em vez de abrandar quando deve, passa sempre a correr.
Tempo, seu cabrão de merda... Em vez de abrandar quando deve, passa sempre a correr.
sou mais um no carrossel
dos esquisitos
gente feia a girar
não é bonito?
juntos vamos celebrar
esta nossa palidez
que não da p’ra disfarçar
como abutres no céu
são quase lindos
dois feiosos a rodar
gritando e rindo
são aberrações no ar
oh meu querido
fecha os olhos p’ra me beijar
que o mundo vai-se acabar
menos p’ra ti e p’ra mim
enquanto eu não te olhar
de tão perto assim
p’ra não me assustar
se uma bomba nuclear
tem a sua beleza
gente feia tem também
nem mesmo mata ninguém
que não merecia sim
morrer por ser ruim
por fazer sofrer
quem me quer assim
sobramos só nós dois
ninguém p’ra comparar
o nosso bolo de arroz
com champanhe e caviar
-----
gosto desta letra. aplica-se ;)
Vamos todos, então, embarcar no carrossel dos esquisitos.
[Z]
dos esquisitos
gente feia a girar
não é bonito?
juntos vamos celebrar
esta nossa palidez
que não da p’ra disfarçar
como abutres no céu
são quase lindos
dois feiosos a rodar
gritando e rindo
são aberrações no ar
oh meu querido
fecha os olhos p’ra me beijar
que o mundo vai-se acabar
menos p’ra ti e p’ra mim
enquanto eu não te olhar
de tão perto assim
p’ra não me assustar
se uma bomba nuclear
tem a sua beleza
gente feia tem também
nem mesmo mata ninguém
que não merecia sim
morrer por ser ruim
por fazer sofrer
quem me quer assim
sobramos só nós dois
ninguém p’ra comparar
o nosso bolo de arroz
com champanhe e caviar
-----
gosto desta letra. aplica-se ;)
Vamos todos, então, embarcar no carrossel dos esquisitos.
[Z]
Lembro-me de querer escrever qualquer coisa a propósito de qualquer coisa... Se ao menos me lembrasse...
Sei que tinha qualquer coisa que ver com memórias de dias passados e anseios de dias futuros... De qualquer maneira... Aproveito para despejar o que aqui vai por dentro... Como quando vã ao ecoponto atirar papéis velhos, vê-se sempre um pouco do lixo que por aí tínhamos...
Então despejemos.
(2003)
Estou farto. Farto de pensar, farto de me atirar seeempre contra as mesmas paredes... Farto das mesmas caras, farto das mesmas piadas, preciso de gente nova.
--
Este é velhinho, foi algures no final do meu 9º ano... Memórias rancorosas... Sempre boas de saborear...
(2003)
Não quero que isto acabe. Não quero ir embora. Vou sentir falta disto...
--
Fim do 9º ano. Definitivamente.
(2003 - 2005)
Detesto a minha vida. Detesto as pessoas. Apetece-me morrer.
--
The dark old days...
(2005)
O som da caneta a passar no papel acalma-me. As palavras que por lá vão não fazem sentido... Mas que importa? O sol brilha, a vida continua.
--
Primeiros passos na "escrita"
(2006)
Não quero que isto acabe. Não quero ir embora. Vou sentir falta disto... Mas... o que é que me espera lá fora? Sozinho, ao frio e ao relento... Só...
--
Fim do secundário. Most definitely.
(2006)
Não gosto disto, quero-me ir embora. Detesto a minha vida. Detesto as pessoas. Apetece-me morrer... Ficaram todos para trás. Tenho medo que não voltem...
--
Primeira semana de faculdade. Tenho vergonha destes tempos, hoje em dia.
(2007)
Livin' the good life. Tempo de mudar, de corrigir os antigos erros. Hoje o Sol brilha. Hoje Eu sou EU. E os outros que se cuidem.
--
Segundo semestre. Sem sombra de dúvidas
(2007)
Dias que vêm, desconhecidos de novo. Desta vez acompanhado. Desta vez FELIZ.
--
Segundo ano. Primeiro ano de Psicologia.
(2008)
Se o coração pudesse saltar, se o coração pudesse gritar.
--
Mais do mesmo...
(2008)
E mais um se junta hoje, e mais outro amanhã, os segundos assomam-se e cada um que passa parece insuficente. Ansiedade, excitação... Fernesim que se apodera
--
Fim do Verão deste ano
(Hoje)
Se hoje morresse tinha dívidas enormes para saldar. Dívidas que nunca vou poder saldar. Dívidas que ficam como pequenos post-its colados ao coração. Para não esquecer. Para não deixar de lembrar.
E já sei o que queria dizer: Obrigado. A ti, a ti, e a ti também, a ti que me aturas todos os dias. A ti que lês por o fazeres, a ti que me criticas por me fazeres querer calar-te. A ti que olhas com desdém. A ti que me julgas. A todos vós por aqui estardes. Por bem, por mal, porque sim. Aos que se consideram amigos, aos que o são... aos que deixaram de o ser. aos que passaram a ser. Aos donos dos lugares que ali estão ao lado. Aos donos de si. A todos. A alguns. E a alguém. E a mim. por fazerem de mim o que sou.
:)
Sei que tinha qualquer coisa que ver com memórias de dias passados e anseios de dias futuros... De qualquer maneira... Aproveito para despejar o que aqui vai por dentro... Como quando vã ao ecoponto atirar papéis velhos, vê-se sempre um pouco do lixo que por aí tínhamos...
Então despejemos.
(2003)
Estou farto. Farto de pensar, farto de me atirar seeempre contra as mesmas paredes... Farto das mesmas caras, farto das mesmas piadas, preciso de gente nova.
--
Este é velhinho, foi algures no final do meu 9º ano... Memórias rancorosas... Sempre boas de saborear...
(2003)
Não quero que isto acabe. Não quero ir embora. Vou sentir falta disto...
--
Fim do 9º ano. Definitivamente.
(2003 - 2005)
Detesto a minha vida. Detesto as pessoas. Apetece-me morrer.
--
The dark old days...
(2005)
O som da caneta a passar no papel acalma-me. As palavras que por lá vão não fazem sentido... Mas que importa? O sol brilha, a vida continua.
--
Primeiros passos na "escrita"
(2006)
Não quero que isto acabe. Não quero ir embora. Vou sentir falta disto... Mas... o que é que me espera lá fora? Sozinho, ao frio e ao relento... Só...
--
Fim do secundário. Most definitely.
(2006)
Não gosto disto, quero-me ir embora. Detesto a minha vida. Detesto as pessoas. Apetece-me morrer... Ficaram todos para trás. Tenho medo que não voltem...
--
Primeira semana de faculdade. Tenho vergonha destes tempos, hoje em dia.
(2007)
Livin' the good life. Tempo de mudar, de corrigir os antigos erros. Hoje o Sol brilha. Hoje Eu sou EU. E os outros que se cuidem.
--
Segundo semestre. Sem sombra de dúvidas
(2007)
Dias que vêm, desconhecidos de novo. Desta vez acompanhado. Desta vez FELIZ.
--
Segundo ano. Primeiro ano de Psicologia.
(2008)
Se o coração pudesse saltar, se o coração pudesse gritar.
--
Mais do mesmo...
(2008)
E mais um se junta hoje, e mais outro amanhã, os segundos assomam-se e cada um que passa parece insuficente. Ansiedade, excitação... Fernesim que se apodera
--
Fim do Verão deste ano
(Hoje)
Se hoje morresse tinha dívidas enormes para saldar. Dívidas que nunca vou poder saldar. Dívidas que ficam como pequenos post-its colados ao coração. Para não esquecer. Para não deixar de lembrar.
E já sei o que queria dizer: Obrigado. A ti, a ti, e a ti também, a ti que me aturas todos os dias. A ti que lês por o fazeres, a ti que me criticas por me fazeres querer calar-te. A ti que olhas com desdém. A ti que me julgas. A todos vós por aqui estardes. Por bem, por mal, porque sim. Aos que se consideram amigos, aos que o são... aos que deixaram de o ser. aos que passaram a ser. Aos donos dos lugares que ali estão ao lado. Aos donos de si. A todos. A alguns. E a alguém. E a mim. por fazerem de mim o que sou.
:)
Nada Surf - "Popular"
Three important rules for breaking up
Don't put off breaking up when you know you want to
Prolonging the situation only makes it worse
Tell him honestly, simply, kindly, but firmly
Don't make a big production
Don't make up an elaborate story
This will help you avoid a big tear jerking scene
If you wanna date other people say so
Be prepared for the boy to feel hurt and rejected
Even if you've gone together for only a short time,
And haven't been too serious,
There's still a feeling of rejection
When someone says she prefers the company of others
To your exclusive company,
But if you're honest, and direct,
And avoid making a flowery emotional speech when you brake the news,
The boy will respect you for your frankness,
And honestly he'll appreciate the kind of straight forward manner
In which you told him your decision
Unless he's a real jerk or a cry baby you will remain friends
I'm head of the class
'm popular
I'm a quarter back
I'm popular
My mom says I'm a catch
I'm popular
I'm never last picked
I got a cheerleader chick
Being attractive is the most important thing there is
If you wanna catch the biggest fish in your pond
You have to be as attractive as possible
Make sure to keep your hair spotless and clean
Wash it at least every two weeks
Once every two weeks
And if you see Johnny football hero in the hall
Tell him he played a great game
Tell him you like his article in the newspaper
I'm the party star
I'm popular
I've got my own car
I'm popular
I'll never get caught
I'm popular
I make football bets
I'm a teachers pet.
I purpose we support a one month limit on going steady
I think It will keep people more able to deal with weird situation
And get to know more people
I think if you're ready to go out with Johnny
Now's the time to tell him about your one month limit
He wont mind he'll appreciate your fresh look on dating
And once you've dated someone else you can date him again
I'm sure he'll like it
Everyone will appreciate it
You so novel what a good idea
You can keep you time to your self
You don't need date insurance
You can go out with whoever you want to
Every boy, every boy, in the whole world could be yours
If you'll just listen to my plan
THE TEENAGE GUIDE TO POPULARITY
------
Ainda retrata a sociedade... música de 1996.
As cordas do violino ressoavam harmonicamente. O pequeno rapaz fazia força nos braços num esforço vão de tentar parar de tocar o violino. Sabia que não conseguia, pelo menos enquanto a canção não estivesse terminada. Era mais forte que ele, era algo maior que ele. O violino impelia-o a tocar, a criar. A cada acorde uma centelha de vida soltava-se da voluta do violino. Pairava em direcção ao chão, até ao pé das outras centelhas multicoloridas que repousavam no tapete. As notas da partitura mudavam de sítio consoante a música, trocavam de lugar umas com as outras numa dança quase hipnótica. Quando a música acabasse, as pequenas centelhas no chão transformar-se-iam em algo. Gatos, cães, pássaros, sapos... já lhe tinha aparecido de tudo... O pequeno Güstaf tudo fazia para ocultar as criaturinhas dos seus pais. Levava-os para a mata para depois os soltar. Sempre se sentira um bcado mal por o fazer, sentia que parte de si ia com o animal, que parte de si morria com a despedida.
O braço arquejava de dor, o arco bracejava pelo ar. As cordas do violino tocavam até à exaustão. O pequeno Güstaf ofegava de cansaço. Não sabia porque continuava a pegar naquele maldito instrumento, não sabia qual a maldita atracção pelo odioso objecto mas ainda assim tocava todos os dias. Não por obrigação, não por gosto... por... nem ele sabia.
O braço arquejava de dor, o arco bracejava pelo ar. As cordas do violino tocavam até à exaustão. O pequeno Güstaf ofegava de cansaço. Não sabia porque continuava a pegar naquele maldito instrumento, não sabia qual a maldita atracção pelo odioso objecto mas ainda assim tocava todos os dias. Não por obrigação, não por gosto... por... nem ele sabia.
As mãos da jovem moviam-se como o vento do deserto: rápidas, subtis, fatais. As curvas bem delineadas ondeavam ritmicamente ao som da música. A pele morena do Sol refulgia em contraste com o ouro que lhe pendia do pescoço. As sedas das vestes tapavam-lhe a cara e destacavam-lhe os olhos verdes. A dança intrincada que fazia era de pôr qualquer homem louco de desejo, de fazer qualquer mulher ácida de inveja. Dançara para sultões, dançara para os homens poderosos do Império. E não fizera só isso por eles.
Voava por entre os povos do deserto o rumor que Halakari, a deusa da destruição tinha encarnado no corpo de uma fêmea humana. Mas se os Deuses existiam ou se encarnavam pessoas isso era coisa que ninguém sabia ao certo, mas a jovem continuava a dançar.
O povo que a via dançar rapidamente se atirava aos seus pés ou se lançava ao mar. Diziam que incutia o terror nos olhos dos infiéis, que propagava a destruição no corpo dos pecadores ou então que os seus pés traziam a bonança a terras de crentes. Muitas eram as lendas que se criavam em redor da jovem. E ela continuava a dançar.
A sua fama rapidamente se espalhou ao continente da nova fé, a fé da divindade una, traiçoeira e misericordiosa. Muitos foram os sacerdotes que a quiseram exorcizar, muitos eram os que a queriam sangrar. A jovem não parou de dançar.
Um dia, o líder dos sacerdotes chamou a mulher à sua presença. A jovem dançou para ele. O velho homem olhou para ela durante todo o tempo. O desejo ardia fortemente, a loucura pulsava dentro dele. A jovem não parava de dançar. Um movimento subtil da velha mão do homem deu a ordem fatal. milhares de setas era disparadas na direcção da jovem. E a jovem continuou a dançar. Continuou a dançar até a primeira seta lhe tocar, então o seu corpo tornou-se areia enleada no vento do deserto e tudo o que restou foi a seda e o ouro... E uma porção de areia que se plantou aos pés do sacerdote. Quando este se levantou para a pisar e lhe cuspir em cima, um fogo místico ergeu-se da seda e engoliu o homem. E tudo o que restou foram pequenos grãos de areia e leves flocos de cinza... E a nova fé não existiu mais.
Voava por entre os povos do deserto o rumor que Halakari, a deusa da destruição tinha encarnado no corpo de uma fêmea humana. Mas se os Deuses existiam ou se encarnavam pessoas isso era coisa que ninguém sabia ao certo, mas a jovem continuava a dançar.
O povo que a via dançar rapidamente se atirava aos seus pés ou se lançava ao mar. Diziam que incutia o terror nos olhos dos infiéis, que propagava a destruição no corpo dos pecadores ou então que os seus pés traziam a bonança a terras de crentes. Muitas eram as lendas que se criavam em redor da jovem. E ela continuava a dançar.
A sua fama rapidamente se espalhou ao continente da nova fé, a fé da divindade una, traiçoeira e misericordiosa. Muitos foram os sacerdotes que a quiseram exorcizar, muitos eram os que a queriam sangrar. A jovem não parou de dançar.
Um dia, o líder dos sacerdotes chamou a mulher à sua presença. A jovem dançou para ele. O velho homem olhou para ela durante todo o tempo. O desejo ardia fortemente, a loucura pulsava dentro dele. A jovem não parava de dançar. Um movimento subtil da velha mão do homem deu a ordem fatal. milhares de setas era disparadas na direcção da jovem. E a jovem continuou a dançar. Continuou a dançar até a primeira seta lhe tocar, então o seu corpo tornou-se areia enleada no vento do deserto e tudo o que restou foi a seda e o ouro... E uma porção de areia que se plantou aos pés do sacerdote. Quando este se levantou para a pisar e lhe cuspir em cima, um fogo místico ergeu-se da seda e engoliu o homem. E tudo o que restou foram pequenos grãos de areia e leves flocos de cinza... E a nova fé não existiu mais.
(Deprimência)
(sim, deprimência, tal como está escrito)
A palavra deprimente, não raras vezes, remete para a palavra Depressão. Até aqui tudo bem. Mas de vez em quando há a necessidade de usar a palavra noutro contexto.
"Figurinhas deprimentes" por exemplo... Neste caso, "deprimente" remete para "Ridículo". Ora é nestes casos que se usa a palavra "Deprimência", um misto entre "Demência" e "Depressão", o carácter ridículo e generalizado de certos e determinados comportamentos e situações.
A deprimência, de acordo comigo ( o que é dizer MUITO) existe de duas formas:
- a deprimência negativa (DP-), inerente a figuras e comportamentos inesperados para o contexto (que de resto é uma das características do comportamento psicopatológico, mas deixemos isso de parte) e;
- a deprimência positiva (DP+), uma característica de quem é meu amigo, de quem não teme falar alto e gritar onde não se espera, do facto de se lembrar do passado e ficar a relembrar o dia em qe se falarm todos os asuntos menos os que realmente importavam.
E é isto. (acho eu)
(sim, deprimência, tal como está escrito)
A palavra deprimente, não raras vezes, remete para a palavra Depressão. Até aqui tudo bem. Mas de vez em quando há a necessidade de usar a palavra noutro contexto.
"Figurinhas deprimentes" por exemplo... Neste caso, "deprimente" remete para "Ridículo". Ora é nestes casos que se usa a palavra "Deprimência", um misto entre "Demência" e "Depressão", o carácter ridículo e generalizado de certos e determinados comportamentos e situações.
A deprimência, de acordo comigo ( o que é dizer MUITO) existe de duas formas:
- a deprimência negativa (DP-), inerente a figuras e comportamentos inesperados para o contexto (que de resto é uma das características do comportamento psicopatológico, mas deixemos isso de parte) e;
- a deprimência positiva (DP+), uma característica de quem é meu amigo, de quem não teme falar alto e gritar onde não se espera, do facto de se lembrar do passado e ficar a relembrar o dia em qe se falarm todos os asuntos menos os que realmente importavam.
E é isto. (acho eu)
A inspiração abandonou-me. A letras andam de roda perto de mim, as palavras formam-se e eu não as consigo ler. São fases... Restam-me então a Música e os Vídeos estranhos... Ou os dois em conjugação:
She and Him - "Why do you Let me Stay Here?"
Why do let me stay here?
All by myself
Why don't you come and play here?
I'm just sitting on the shelf
Why don't you sit right down and stay awhile?
We like the same things and I like your style
Its not a secret; why do you keep it?
I'm just sitting on the shelf
I got to get your presence
Let's make it known
I think you're just so pleasant
I would like you for my own
Why don't you sit right down and make me smile? (uh huh)
You make me feel like I am just a child
Why do you end it?
Just give me credit
I'm just sitting on the shelf
---------
*la la la la*
( ah, e sim Rita, é a senhora d' "O Acontecimento" )
She and Him - "Why do you Let me Stay Here?"
Why do let me stay here?
All by myself
Why don't you come and play here?
I'm just sitting on the shelf
Why don't you sit right down and stay awhile?
We like the same things and I like your style
Its not a secret; why do you keep it?
I'm just sitting on the shelf
I got to get your presence
Let's make it known
I think you're just so pleasant
I would like you for my own
Why don't you sit right down and make me smile? (uh huh)
You make me feel like I am just a child
Why do you end it?
Just give me credit
I'm just sitting on the shelf
---------
*la la la la*
( ah, e sim Rita, é a senhora d' "O Acontecimento" )
Depois da vitória de Barack Obama na corrida à presidência aos Estados Unidos, o mundo (ou pelo menos a parte inteligente deste) suspiraram de alívio. A humanidade não estava perdida.
Pois bem, venho agora anunciar o motivo pelo qual perdia totalmente a esperança nesta velha raça de idiotas:
Morangos com Açúcar - O Filme
Com estreia marcada para Setembro de 2009, o filme promete trazer de volta algumas caras que ficaram conhecidas através do "Mundo Morangos". Os actores escalados para o elenco são: Benedita Pereira, João Catarré, Jessica Athaide, Tiago Castro, Helena Costa, Tiago Carreira, Margarida Martinho, Mariana Martinho, Sara Barradas e Sisley Dias (estes dois ultimos confirmados).
daqui
E agora, já sentem o desespero a apossar-se das vossas almas?
Pois bem, venho agora anunciar o motivo pelo qual perdia totalmente a esperança nesta velha raça de idiotas:
Morangos com Açúcar - O Filme
Com estreia marcada para Setembro de 2009, o filme promete trazer de volta algumas caras que ficaram conhecidas através do "Mundo Morangos". Os actores escalados para o elenco são: Benedita Pereira, João Catarré, Jessica Athaide, Tiago Castro, Helena Costa, Tiago Carreira, Margarida Martinho, Mariana Martinho, Sara Barradas e Sisley Dias (estes dois ultimos confirmados).
daqui
E agora, já sentem o desespero a apossar-se das vossas almas?
Agora que o peso se desfez, com que vais ocupar os teus restantes dias? O que te vai encher de nervos e frustração? O que te vai fazer mascar pastilha até te doerem os dentes e os maxilares? O que te vai deixar passar as noites em branco a pensar?
Ah espera... há a faculdade.
Ah espera... há a faculdade.
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