Aqui ficam alguns genéricos dos meus desenhos animados favoritos (em inglês):
Pinky and the Brain:
Dexter's Laboratory:
Cow and Chicken:
the Angry Beavers (só a música):
Powerpuff girls:
Animaniacs:
Aiii velhice...
I'm sick of all your games. Sick of your puppet plays. Grow a heart and while you're at it grow a brain as well, you never know when you're going to need it... If only you could feel what you say you feel, if only your heart was working properly... Your fire ravages through my skin and bones, it consumes my essence bit by bit like an ice cube melting on a refrigerator. So go away. I don't need you. I don't need your petty excuses and empty actions.
Go away from my life because every step you take on my side makes me trip, makes me fall down on my face. And you know what? It hurts. And I know you know it hurts because inside you laugh of me. Your tears are fake, your smile is fake, all in you is fake.
And I tire. Every second I'm with you I tire. So I guess I'm done with this, with all this rambling about love and all that crap you feed me... This is the end. Feel free to cry, I know you won't.
Go away from my life because every step you take on my side makes me trip, makes me fall down on my face. And you know what? It hurts. And I know you know it hurts because inside you laugh of me. Your tears are fake, your smile is fake, all in you is fake.
And I tire. Every second I'm with you I tire. So I guess I'm done with this, with all this rambling about love and all that crap you feed me... This is the end. Feel free to cry, I know you won't.
Alegadamente, todos o movimento sobrancelhesco é real, apenas foram aceleradas as imagens.
Adoro o som do balãozinho...
Detesto essa tua pose de pretenso Rei. Dessa ilusão de honra que criaste para ti próprio. Detesto a maneira como olhas o redor como se fosses superior. Parares de fingir seria parares de existir. Tu és nada, fruto de uma imaginação estéril que teima em tentar. Vestes-te de ouro metafórico e pleno de saber para disfarçar a podridão da tua pele, banhas-te em perfume para ocultar o teu cheiro. A ti nem as moscas te querem.
Nunca te defendes, não sabes como o fazer. "A melhor defesa é um bom ataque" já diziam os sábios mas se só sabes atacar de um lado, que serão dos outros? Indefeso é o que és. Escondido por trás de uma máscara infantil de soberania sempre te esquivaste das preocupações adultas, dos deveres, dos favores. Só sabes pedir, não sabes o que é retribuir. Um coração bateu dentro de ti em tempos, um tamborilar ligeiro de emoções. Eras novo e a primeira coisa que fizeste foi dilacerar o peito e mandá-los às urtigas.
Detesto ter que te dizer que te detesto. Mas não passas de luz reflectida numa superfície polida.
Nunca te defendes, não sabes como o fazer. "A melhor defesa é um bom ataque" já diziam os sábios mas se só sabes atacar de um lado, que serão dos outros? Indefeso é o que és. Escondido por trás de uma máscara infantil de soberania sempre te esquivaste das preocupações adultas, dos deveres, dos favores. Só sabes pedir, não sabes o que é retribuir. Um coração bateu dentro de ti em tempos, um tamborilar ligeiro de emoções. Eras novo e a primeira coisa que fizeste foi dilacerar o peito e mandá-los às urtigas.
Detesto ter que te dizer que te detesto. Mas não passas de luz reflectida numa superfície polida.
Amanda Palmer - Runs in the Family
my friend has problems with winter and autumn
they give him prescriptions, they shine bright lights on him
they say it’s genetic, they say he can’t help it
they say you can catch it - but sometimes you’re born with it
my friend has blight he gets shakes in the night
and they say there is no way that they could have caught it in
time takes its toll on him, it is traditional
it is inherited predisposition
all day i’ve been wondering what is inside of me, who can i blame for it
i say:
it runs in the family, this famine that carries me
to such great lengths to open my legs
up to anyone who’ll have me
it runs in the family, i come by it honestly
do what you want ‘cause who knows it might fill me up
my friend’s depressed, she’s a wreck, she’s a mess
they’ve done all sorts of tests and they guess it has something to do with her grandmother’s
grandfather’s grandmother civil war soldiers who
badly infected her
my friend has maladies, rickets, and allergies that she dates back to the 17th century
somehow she manages - in her misery - strips in the city
and shares all her best tricks with
me? well, i’m well. well, i mean i’m in hell. well, i still have my health
(at least that’s what they tell me)
if wellness is this, what in hell’s name is sickness?
but business is business!
and business
runs in the family, we tend to bruise easily
bad in the blood i’m telling you ‘cause
i just want you to know me
know me and my family
we’re wonderful folks but
don’t get too close to me ‘cause you might knock me up
mary have mercy now look what i’ve done
but don’t blame me because i can’t tell where i come from
and running is something that we’ve always done
well and mostly i can’t even tell what i’m running from
i run from their pity
from responsibility
run from the country
and run from the city
i can run from the law
i can run from myself
i can run for my life
i can run into debt
i can run from it all
i can run till i’m gone
i can run for the office
and run from the ‘cause
i can run using every last ounce of energy
i cannot
i cannot
i cannot
run from my family
they’re hiding inside me
corpses on ice
come in if you’d like
but just don’t tell my family
they’d never forgive me
they’ll say that i’m crazy
but they would say anything if it would
shut me up.....
--
Tão diferente do que me é normal... Gosto.
Ela sentia-o encostado contra o seu corpo. O respirar dele contra seu pescoço. Um leve ritmo acelerado a bater contra as suas costas. Sentia cada momento esvair-se lentamente por entre os dedos. Sentia o sexo dele duro encostado a si. Sentia a respiração dele descompassar-se rapidamente. O calor da exaustão, o calor da ânsia. Sentia o braço dele de volta do seu peito, agarrando-a firme à noite escura. Sentia o medo bombeado pelas coração, sentia o frio da lâmina a passear-se pelo seu pescoço, o quente do sangue a escorre-lhe pelo peito.
A cama está no mesmo sítio. As almofadas foram deixadas como estavam. Os livros entretinham-se desde à muito a apanhar pó. Apenas o chão estava lavado, na esperança que fosse sujo uma vez mais. A televisão foi deixada ligada, tal como Ele a deixou. O comando pousado sobre as cobertas desfeitas. Tudo estava igual. Igual àquele dia fatídico que os vitimaria aos dois.
"Era um desequilibrado", diziam uns. "Era um doido sem consciência", diziam os outros. As opiniões não divergiam muito disto. Ele tinha uma arma, o outro tinha uma também. "Eram amigos", diziam uns. "Eram amantes", diziam os outros. E disto não passava.
Mas no final não eram nem uma coisa nem outra, nem Ele era doido ou desequilibrado. Apenas tinham decidido deixar de viver. E aquele parecia um bom dia para o fazer. O Sol estava no céu, o vento não soprava e sentia-se aquela alegriazinha no Ar, como o Mar a anunciar o Verão. Sim, era sem dúvida um bom dia para morrer. E foi com este pensamento que se levantou da cama. Ligou a televisão no botão e viu o que estava a passar nos noticiários... Nada de Guerras, nada de desastres, como se o Mundo tivesse parado todas as tragédias por um segundo para poder respirar. Sim, era um bom dia para morrer. Limpou o quarto enquanto ouvia a música que passava na rádio. Pegou numa faca e entreteve-se a cortar uma maçã, fruto do desejo, fruto do ensejo. Foi quando o telefone tocou. O seu amigo viria daí a pouco. Usufruiu então da sua última refeição. Tocou a campainha. Levantou-se lentamente, como quem sabe que o fim está próximo e flutuou até à porta. Abriu-a parcimoniosamente, como se o ranger das dobradiças lhe desse prazer. Deixou o seu amigo entrar e dirigiram-se ao quarto. A sala não era um sítio muito agradável para se morrer. Demasiados móveis e coisas, demasiada desarrumação passível de ser causada. Assim que entraram no quarto era certo o que aconteceria... Ou seria?
A faca estava na cama, o rapaz estava de costas para ela, Ele estava a olhar para a virilha do rapaz. Tal volume não era normal e ele sabia-o. Esboçou um gesto lascivo em direcção ao membro viril do companheiro. O rapaz, respondente, colocou a mão na cintura das calças e num instante sacou um revólver para fora e deu um tiro no pescoço d'Ele. Entre o momento do embate com o seu pescoço e a saída do projéctil pelo outro lado passaram exactamente 48 milisegundos.
O Sol brilhava na rua. Os pássaros cantavam e um estrondo dentro de uma casa fazia-se ouvir. Escarlate preenchia as paredes e o chão, era escarlate também o que lhe corria para as mãos. Era um dia bonito, o dia perfeito... mas agora Ele já não sabia se queria morrer. Olhou com os olhos da Morte para o rapaz. A sua inexpressão denunciou o acto seguinte. O revólver rapidamente se voltava para o seu próprio pescoço.
Desta vez, a bala não saiu. Mas o líquido escarlate corria na mesma.
"Era um desequilibrado", diziam uns. "Era um doido sem consciência", diziam os outros. As opiniões não divergiam muito disto. Ele tinha uma arma, o outro tinha uma também. "Eram amigos", diziam uns. "Eram amantes", diziam os outros. E disto não passava.
Mas no final não eram nem uma coisa nem outra, nem Ele era doido ou desequilibrado. Apenas tinham decidido deixar de viver. E aquele parecia um bom dia para o fazer. O Sol estava no céu, o vento não soprava e sentia-se aquela alegriazinha no Ar, como o Mar a anunciar o Verão. Sim, era sem dúvida um bom dia para morrer. E foi com este pensamento que se levantou da cama. Ligou a televisão no botão e viu o que estava a passar nos noticiários... Nada de Guerras, nada de desastres, como se o Mundo tivesse parado todas as tragédias por um segundo para poder respirar. Sim, era um bom dia para morrer. Limpou o quarto enquanto ouvia a música que passava na rádio. Pegou numa faca e entreteve-se a cortar uma maçã, fruto do desejo, fruto do ensejo. Foi quando o telefone tocou. O seu amigo viria daí a pouco. Usufruiu então da sua última refeição. Tocou a campainha. Levantou-se lentamente, como quem sabe que o fim está próximo e flutuou até à porta. Abriu-a parcimoniosamente, como se o ranger das dobradiças lhe desse prazer. Deixou o seu amigo entrar e dirigiram-se ao quarto. A sala não era um sítio muito agradável para se morrer. Demasiados móveis e coisas, demasiada desarrumação passível de ser causada. Assim que entraram no quarto era certo o que aconteceria... Ou seria?
A faca estava na cama, o rapaz estava de costas para ela, Ele estava a olhar para a virilha do rapaz. Tal volume não era normal e ele sabia-o. Esboçou um gesto lascivo em direcção ao membro viril do companheiro. O rapaz, respondente, colocou a mão na cintura das calças e num instante sacou um revólver para fora e deu um tiro no pescoço d'Ele. Entre o momento do embate com o seu pescoço e a saída do projéctil pelo outro lado passaram exactamente 48 milisegundos.
O Sol brilhava na rua. Os pássaros cantavam e um estrondo dentro de uma casa fazia-se ouvir. Escarlate preenchia as paredes e o chão, era escarlate também o que lhe corria para as mãos. Era um dia bonito, o dia perfeito... mas agora Ele já não sabia se queria morrer. Olhou com os olhos da Morte para o rapaz. A sua inexpressão denunciou o acto seguinte. O revólver rapidamente se voltava para o seu próprio pescoço.
Desta vez, a bala não saiu. Mas o líquido escarlate corria na mesma.
We are all like raindrops in a rose. Blissfully unaware of the thorns bellow us. We live, we stay, we don't care. At least most of us doesn't. Others, the most unlucky of us, are more aware of danger than they should be. They hang in despair and give up, ending their lives by throwing themselves over the edge. And then there are the others, the protected ones. They fell inside the rose, shielded by petals, never threatened by thorns or by winds. They are even more unaware of danger than us, if that's even possible. They never knew wind or cold, just the warm touch of petals. They are the happiest ones and yet, I wouldn't trade my awareness of danger by any petals' touch.
Ignorance is a bliss. Cherish it.
Ignorance is a bliss. Cherish it.
A pequena criança rebola-se na cama. Não consegue dormir. As janelas estão fechadas, as cortinas estão corridas, o candeeiro está desligado mas as luzes de presença estão ligadas. Uma trovoada ecoa ao fundo do corredor, a chuva cai na casa de banho. Móveis que se arrastam, duches que se tomam. A água que cai do chuveiro não é a mesma que corre na cozinha. O mundo envolve-se, revolve-se e desenvolve-se, e tudo isto passa pela mente da criança. Isto e os monstros debaixo da cama. Até o mais breve farrapo de pensamento sobre esse assunto o faz contorcer-se por baixo dos lençóis. Aperta então contra si o peluche laranja e preto. Um bocado de espuma empacotada em forma de bicho que o faz sentir seguro.
Agarre-se então a criança ao bicho, ignore os perigos que o procuram, deixe-se devorar pelo sono que a manhã será longa. Amanhã será devorado por uma qualquer outra coisa.
Agarre-se então a criança ao bicho, ignore os perigos que o procuram, deixe-se devorar pelo sono que a manhã será longa. Amanhã será devorado por uma qualquer outra coisa.
Este blog está (por ora) abandonado. Façam o favor de voltar para trás ou de seguir um dos links ali de lado.
Se insistir em ficar, ouça uma musiquinha daquelas ali de lado para não se aborrecer.
Cuidado com os pés. O chão foi lavado.
A Gerência.
Se insistir em ficar, ouça uma musiquinha daquelas ali de lado para não se aborrecer.
Cuidado com os pés. O chão foi lavado.
A Gerência.
O tempo não passa como antes. Em vez disso, parece arrastar-se por entre os mortais, espalhando entre eles o sue tédio. O tempo fartou-se de passar alegremente como nos dias que passaram. Em vez disso sente-se se arrastado pelo chão do Cosmos. A não ser que tenha companhia. Aí salta que nem doido, passa a voar.
Tempo, seu cabrão de merda... Em vez de abrandar quando deve, passa sempre a correr.
Tempo, seu cabrão de merda... Em vez de abrandar quando deve, passa sempre a correr.
sou mais um no carrossel
dos esquisitos
gente feia a girar
não é bonito?
juntos vamos celebrar
esta nossa palidez
que não da p’ra disfarçar
como abutres no céu
são quase lindos
dois feiosos a rodar
gritando e rindo
são aberrações no ar
oh meu querido
fecha os olhos p’ra me beijar
que o mundo vai-se acabar
menos p’ra ti e p’ra mim
enquanto eu não te olhar
de tão perto assim
p’ra não me assustar
se uma bomba nuclear
tem a sua beleza
gente feia tem também
nem mesmo mata ninguém
que não merecia sim
morrer por ser ruim
por fazer sofrer
quem me quer assim
sobramos só nós dois
ninguém p’ra comparar
o nosso bolo de arroz
com champanhe e caviar
-----
gosto desta letra. aplica-se ;)
Vamos todos, então, embarcar no carrossel dos esquisitos.
[Z]
dos esquisitos
gente feia a girar
não é bonito?
juntos vamos celebrar
esta nossa palidez
que não da p’ra disfarçar
como abutres no céu
são quase lindos
dois feiosos a rodar
gritando e rindo
são aberrações no ar
oh meu querido
fecha os olhos p’ra me beijar
que o mundo vai-se acabar
menos p’ra ti e p’ra mim
enquanto eu não te olhar
de tão perto assim
p’ra não me assustar
se uma bomba nuclear
tem a sua beleza
gente feia tem também
nem mesmo mata ninguém
que não merecia sim
morrer por ser ruim
por fazer sofrer
quem me quer assim
sobramos só nós dois
ninguém p’ra comparar
o nosso bolo de arroz
com champanhe e caviar
-----
gosto desta letra. aplica-se ;)
Vamos todos, então, embarcar no carrossel dos esquisitos.
[Z]
Lembro-me de querer escrever qualquer coisa a propósito de qualquer coisa... Se ao menos me lembrasse...
Sei que tinha qualquer coisa que ver com memórias de dias passados e anseios de dias futuros... De qualquer maneira... Aproveito para despejar o que aqui vai por dentro... Como quando vã ao ecoponto atirar papéis velhos, vê-se sempre um pouco do lixo que por aí tínhamos...
Então despejemos.
(2003)
Estou farto. Farto de pensar, farto de me atirar seeempre contra as mesmas paredes... Farto das mesmas caras, farto das mesmas piadas, preciso de gente nova.
--
Este é velhinho, foi algures no final do meu 9º ano... Memórias rancorosas... Sempre boas de saborear...
(2003)
Não quero que isto acabe. Não quero ir embora. Vou sentir falta disto...
--
Fim do 9º ano. Definitivamente.
(2003 - 2005)
Detesto a minha vida. Detesto as pessoas. Apetece-me morrer.
--
The dark old days...
(2005)
O som da caneta a passar no papel acalma-me. As palavras que por lá vão não fazem sentido... Mas que importa? O sol brilha, a vida continua.
--
Primeiros passos na "escrita"
(2006)
Não quero que isto acabe. Não quero ir embora. Vou sentir falta disto... Mas... o que é que me espera lá fora? Sozinho, ao frio e ao relento... Só...
--
Fim do secundário. Most definitely.
(2006)
Não gosto disto, quero-me ir embora. Detesto a minha vida. Detesto as pessoas. Apetece-me morrer... Ficaram todos para trás. Tenho medo que não voltem...
--
Primeira semana de faculdade. Tenho vergonha destes tempos, hoje em dia.
(2007)
Livin' the good life. Tempo de mudar, de corrigir os antigos erros. Hoje o Sol brilha. Hoje Eu sou EU. E os outros que se cuidem.
--
Segundo semestre. Sem sombra de dúvidas
(2007)
Dias que vêm, desconhecidos de novo. Desta vez acompanhado. Desta vez FELIZ.
--
Segundo ano. Primeiro ano de Psicologia.
(2008)
Se o coração pudesse saltar, se o coração pudesse gritar.
--
Mais do mesmo...
(2008)
E mais um se junta hoje, e mais outro amanhã, os segundos assomam-se e cada um que passa parece insuficente. Ansiedade, excitação... Fernesim que se apodera
--
Fim do Verão deste ano
(Hoje)
Se hoje morresse tinha dívidas enormes para saldar. Dívidas que nunca vou poder saldar. Dívidas que ficam como pequenos post-its colados ao coração. Para não esquecer. Para não deixar de lembrar.
E já sei o que queria dizer: Obrigado. A ti, a ti, e a ti também, a ti que me aturas todos os dias. A ti que lês por o fazeres, a ti que me criticas por me fazeres querer calar-te. A ti que olhas com desdém. A ti que me julgas. A todos vós por aqui estardes. Por bem, por mal, porque sim. Aos que se consideram amigos, aos que o são... aos que deixaram de o ser. aos que passaram a ser. Aos donos dos lugares que ali estão ao lado. Aos donos de si. A todos. A alguns. E a alguém. E a mim. por fazerem de mim o que sou.
:)
Sei que tinha qualquer coisa que ver com memórias de dias passados e anseios de dias futuros... De qualquer maneira... Aproveito para despejar o que aqui vai por dentro... Como quando vã ao ecoponto atirar papéis velhos, vê-se sempre um pouco do lixo que por aí tínhamos...
Então despejemos.
(2003)
Estou farto. Farto de pensar, farto de me atirar seeempre contra as mesmas paredes... Farto das mesmas caras, farto das mesmas piadas, preciso de gente nova.
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Este é velhinho, foi algures no final do meu 9º ano... Memórias rancorosas... Sempre boas de saborear...
(2003)
Não quero que isto acabe. Não quero ir embora. Vou sentir falta disto...
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Fim do 9º ano. Definitivamente.
(2003 - 2005)
Detesto a minha vida. Detesto as pessoas. Apetece-me morrer.
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The dark old days...
(2005)
O som da caneta a passar no papel acalma-me. As palavras que por lá vão não fazem sentido... Mas que importa? O sol brilha, a vida continua.
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Primeiros passos na "escrita"
(2006)
Não quero que isto acabe. Não quero ir embora. Vou sentir falta disto... Mas... o que é que me espera lá fora? Sozinho, ao frio e ao relento... Só...
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Fim do secundário. Most definitely.
(2006)
Não gosto disto, quero-me ir embora. Detesto a minha vida. Detesto as pessoas. Apetece-me morrer... Ficaram todos para trás. Tenho medo que não voltem...
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Primeira semana de faculdade. Tenho vergonha destes tempos, hoje em dia.
(2007)
Livin' the good life. Tempo de mudar, de corrigir os antigos erros. Hoje o Sol brilha. Hoje Eu sou EU. E os outros que se cuidem.
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Segundo semestre. Sem sombra de dúvidas
(2007)
Dias que vêm, desconhecidos de novo. Desta vez acompanhado. Desta vez FELIZ.
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Segundo ano. Primeiro ano de Psicologia.
(2008)
Se o coração pudesse saltar, se o coração pudesse gritar.
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Mais do mesmo...
(2008)
E mais um se junta hoje, e mais outro amanhã, os segundos assomam-se e cada um que passa parece insuficente. Ansiedade, excitação... Fernesim que se apodera
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Fim do Verão deste ano
(Hoje)
Se hoje morresse tinha dívidas enormes para saldar. Dívidas que nunca vou poder saldar. Dívidas que ficam como pequenos post-its colados ao coração. Para não esquecer. Para não deixar de lembrar.
E já sei o que queria dizer: Obrigado. A ti, a ti, e a ti também, a ti que me aturas todos os dias. A ti que lês por o fazeres, a ti que me criticas por me fazeres querer calar-te. A ti que olhas com desdém. A ti que me julgas. A todos vós por aqui estardes. Por bem, por mal, porque sim. Aos que se consideram amigos, aos que o são... aos que deixaram de o ser. aos que passaram a ser. Aos donos dos lugares que ali estão ao lado. Aos donos de si. A todos. A alguns. E a alguém. E a mim. por fazerem de mim o que sou.
:)
Nada Surf - "Popular"
Three important rules for breaking up
Don't put off breaking up when you know you want to
Prolonging the situation only makes it worse
Tell him honestly, simply, kindly, but firmly
Don't make a big production
Don't make up an elaborate story
This will help you avoid a big tear jerking scene
If you wanna date other people say so
Be prepared for the boy to feel hurt and rejected
Even if you've gone together for only a short time,
And haven't been too serious,
There's still a feeling of rejection
When someone says she prefers the company of others
To your exclusive company,
But if you're honest, and direct,
And avoid making a flowery emotional speech when you brake the news,
The boy will respect you for your frankness,
And honestly he'll appreciate the kind of straight forward manner
In which you told him your decision
Unless he's a real jerk or a cry baby you will remain friends
I'm head of the class
'm popular
I'm a quarter back
I'm popular
My mom says I'm a catch
I'm popular
I'm never last picked
I got a cheerleader chick
Being attractive is the most important thing there is
If you wanna catch the biggest fish in your pond
You have to be as attractive as possible
Make sure to keep your hair spotless and clean
Wash it at least every two weeks
Once every two weeks
And if you see Johnny football hero in the hall
Tell him he played a great game
Tell him you like his article in the newspaper
I'm the party star
I'm popular
I've got my own car
I'm popular
I'll never get caught
I'm popular
I make football bets
I'm a teachers pet.
I purpose we support a one month limit on going steady
I think It will keep people more able to deal with weird situation
And get to know more people
I think if you're ready to go out with Johnny
Now's the time to tell him about your one month limit
He wont mind he'll appreciate your fresh look on dating
And once you've dated someone else you can date him again
I'm sure he'll like it
Everyone will appreciate it
You so novel what a good idea
You can keep you time to your self
You don't need date insurance
You can go out with whoever you want to
Every boy, every boy, in the whole world could be yours
If you'll just listen to my plan
THE TEENAGE GUIDE TO POPULARITY
------
Ainda retrata a sociedade... música de 1996.
As cordas do violino ressoavam harmonicamente. O pequeno rapaz fazia força nos braços num esforço vão de tentar parar de tocar o violino. Sabia que não conseguia, pelo menos enquanto a canção não estivesse terminada. Era mais forte que ele, era algo maior que ele. O violino impelia-o a tocar, a criar. A cada acorde uma centelha de vida soltava-se da voluta do violino. Pairava em direcção ao chão, até ao pé das outras centelhas multicoloridas que repousavam no tapete. As notas da partitura mudavam de sítio consoante a música, trocavam de lugar umas com as outras numa dança quase hipnótica. Quando a música acabasse, as pequenas centelhas no chão transformar-se-iam em algo. Gatos, cães, pássaros, sapos... já lhe tinha aparecido de tudo... O pequeno Güstaf tudo fazia para ocultar as criaturinhas dos seus pais. Levava-os para a mata para depois os soltar. Sempre se sentira um bcado mal por o fazer, sentia que parte de si ia com o animal, que parte de si morria com a despedida.
O braço arquejava de dor, o arco bracejava pelo ar. As cordas do violino tocavam até à exaustão. O pequeno Güstaf ofegava de cansaço. Não sabia porque continuava a pegar naquele maldito instrumento, não sabia qual a maldita atracção pelo odioso objecto mas ainda assim tocava todos os dias. Não por obrigação, não por gosto... por... nem ele sabia.
O braço arquejava de dor, o arco bracejava pelo ar. As cordas do violino tocavam até à exaustão. O pequeno Güstaf ofegava de cansaço. Não sabia porque continuava a pegar naquele maldito instrumento, não sabia qual a maldita atracção pelo odioso objecto mas ainda assim tocava todos os dias. Não por obrigação, não por gosto... por... nem ele sabia.
As mãos da jovem moviam-se como o vento do deserto: rápidas, subtis, fatais. As curvas bem delineadas ondeavam ritmicamente ao som da música. A pele morena do Sol refulgia em contraste com o ouro que lhe pendia do pescoço. As sedas das vestes tapavam-lhe a cara e destacavam-lhe os olhos verdes. A dança intrincada que fazia era de pôr qualquer homem louco de desejo, de fazer qualquer mulher ácida de inveja. Dançara para sultões, dançara para os homens poderosos do Império. E não fizera só isso por eles.
Voava por entre os povos do deserto o rumor que Halakari, a deusa da destruição tinha encarnado no corpo de uma fêmea humana. Mas se os Deuses existiam ou se encarnavam pessoas isso era coisa que ninguém sabia ao certo, mas a jovem continuava a dançar.
O povo que a via dançar rapidamente se atirava aos seus pés ou se lançava ao mar. Diziam que incutia o terror nos olhos dos infiéis, que propagava a destruição no corpo dos pecadores ou então que os seus pés traziam a bonança a terras de crentes. Muitas eram as lendas que se criavam em redor da jovem. E ela continuava a dançar.
A sua fama rapidamente se espalhou ao continente da nova fé, a fé da divindade una, traiçoeira e misericordiosa. Muitos foram os sacerdotes que a quiseram exorcizar, muitos eram os que a queriam sangrar. A jovem não parou de dançar.
Um dia, o líder dos sacerdotes chamou a mulher à sua presença. A jovem dançou para ele. O velho homem olhou para ela durante todo o tempo. O desejo ardia fortemente, a loucura pulsava dentro dele. A jovem não parava de dançar. Um movimento subtil da velha mão do homem deu a ordem fatal. milhares de setas era disparadas na direcção da jovem. E a jovem continuou a dançar. Continuou a dançar até a primeira seta lhe tocar, então o seu corpo tornou-se areia enleada no vento do deserto e tudo o que restou foi a seda e o ouro... E uma porção de areia que se plantou aos pés do sacerdote. Quando este se levantou para a pisar e lhe cuspir em cima, um fogo místico ergeu-se da seda e engoliu o homem. E tudo o que restou foram pequenos grãos de areia e leves flocos de cinza... E a nova fé não existiu mais.
Voava por entre os povos do deserto o rumor que Halakari, a deusa da destruição tinha encarnado no corpo de uma fêmea humana. Mas se os Deuses existiam ou se encarnavam pessoas isso era coisa que ninguém sabia ao certo, mas a jovem continuava a dançar.
O povo que a via dançar rapidamente se atirava aos seus pés ou se lançava ao mar. Diziam que incutia o terror nos olhos dos infiéis, que propagava a destruição no corpo dos pecadores ou então que os seus pés traziam a bonança a terras de crentes. Muitas eram as lendas que se criavam em redor da jovem. E ela continuava a dançar.
A sua fama rapidamente se espalhou ao continente da nova fé, a fé da divindade una, traiçoeira e misericordiosa. Muitos foram os sacerdotes que a quiseram exorcizar, muitos eram os que a queriam sangrar. A jovem não parou de dançar.
Um dia, o líder dos sacerdotes chamou a mulher à sua presença. A jovem dançou para ele. O velho homem olhou para ela durante todo o tempo. O desejo ardia fortemente, a loucura pulsava dentro dele. A jovem não parava de dançar. Um movimento subtil da velha mão do homem deu a ordem fatal. milhares de setas era disparadas na direcção da jovem. E a jovem continuou a dançar. Continuou a dançar até a primeira seta lhe tocar, então o seu corpo tornou-se areia enleada no vento do deserto e tudo o que restou foi a seda e o ouro... E uma porção de areia que se plantou aos pés do sacerdote. Quando este se levantou para a pisar e lhe cuspir em cima, um fogo místico ergeu-se da seda e engoliu o homem. E tudo o que restou foram pequenos grãos de areia e leves flocos de cinza... E a nova fé não existiu mais.
(Deprimência)
(sim, deprimência, tal como está escrito)
A palavra deprimente, não raras vezes, remete para a palavra Depressão. Até aqui tudo bem. Mas de vez em quando há a necessidade de usar a palavra noutro contexto.
"Figurinhas deprimentes" por exemplo... Neste caso, "deprimente" remete para "Ridículo". Ora é nestes casos que se usa a palavra "Deprimência", um misto entre "Demência" e "Depressão", o carácter ridículo e generalizado de certos e determinados comportamentos e situações.
A deprimência, de acordo comigo ( o que é dizer MUITO) existe de duas formas:
- a deprimência negativa (DP-), inerente a figuras e comportamentos inesperados para o contexto (que de resto é uma das características do comportamento psicopatológico, mas deixemos isso de parte) e;
- a deprimência positiva (DP+), uma característica de quem é meu amigo, de quem não teme falar alto e gritar onde não se espera, do facto de se lembrar do passado e ficar a relembrar o dia em qe se falarm todos os asuntos menos os que realmente importavam.
E é isto. (acho eu)
(sim, deprimência, tal como está escrito)
A palavra deprimente, não raras vezes, remete para a palavra Depressão. Até aqui tudo bem. Mas de vez em quando há a necessidade de usar a palavra noutro contexto.
"Figurinhas deprimentes" por exemplo... Neste caso, "deprimente" remete para "Ridículo". Ora é nestes casos que se usa a palavra "Deprimência", um misto entre "Demência" e "Depressão", o carácter ridículo e generalizado de certos e determinados comportamentos e situações.
A deprimência, de acordo comigo ( o que é dizer MUITO) existe de duas formas:
- a deprimência negativa (DP-), inerente a figuras e comportamentos inesperados para o contexto (que de resto é uma das características do comportamento psicopatológico, mas deixemos isso de parte) e;
- a deprimência positiva (DP+), uma característica de quem é meu amigo, de quem não teme falar alto e gritar onde não se espera, do facto de se lembrar do passado e ficar a relembrar o dia em qe se falarm todos os asuntos menos os que realmente importavam.
E é isto. (acho eu)
A inspiração abandonou-me. A letras andam de roda perto de mim, as palavras formam-se e eu não as consigo ler. São fases... Restam-me então a Música e os Vídeos estranhos... Ou os dois em conjugação:
She and Him - "Why do you Let me Stay Here?"
Why do let me stay here?
All by myself
Why don't you come and play here?
I'm just sitting on the shelf
Why don't you sit right down and stay awhile?
We like the same things and I like your style
Its not a secret; why do you keep it?
I'm just sitting on the shelf
I got to get your presence
Let's make it known
I think you're just so pleasant
I would like you for my own
Why don't you sit right down and make me smile? (uh huh)
You make me feel like I am just a child
Why do you end it?
Just give me credit
I'm just sitting on the shelf
---------
*la la la la*
( ah, e sim Rita, é a senhora d' "O Acontecimento" )
She and Him - "Why do you Let me Stay Here?"
Why do let me stay here?
All by myself
Why don't you come and play here?
I'm just sitting on the shelf
Why don't you sit right down and stay awhile?
We like the same things and I like your style
Its not a secret; why do you keep it?
I'm just sitting on the shelf
I got to get your presence
Let's make it known
I think you're just so pleasant
I would like you for my own
Why don't you sit right down and make me smile? (uh huh)
You make me feel like I am just a child
Why do you end it?
Just give me credit
I'm just sitting on the shelf
---------
*la la la la*
( ah, e sim Rita, é a senhora d' "O Acontecimento" )
Depois da vitória de Barack Obama na corrida à presidência aos Estados Unidos, o mundo (ou pelo menos a parte inteligente deste) suspiraram de alívio. A humanidade não estava perdida.
Pois bem, venho agora anunciar o motivo pelo qual perdia totalmente a esperança nesta velha raça de idiotas:
Morangos com Açúcar - O Filme
Com estreia marcada para Setembro de 2009, o filme promete trazer de volta algumas caras que ficaram conhecidas através do "Mundo Morangos". Os actores escalados para o elenco são: Benedita Pereira, João Catarré, Jessica Athaide, Tiago Castro, Helena Costa, Tiago Carreira, Margarida Martinho, Mariana Martinho, Sara Barradas e Sisley Dias (estes dois ultimos confirmados).
daqui
E agora, já sentem o desespero a apossar-se das vossas almas?
Pois bem, venho agora anunciar o motivo pelo qual perdia totalmente a esperança nesta velha raça de idiotas:
Morangos com Açúcar - O Filme
Com estreia marcada para Setembro de 2009, o filme promete trazer de volta algumas caras que ficaram conhecidas através do "Mundo Morangos". Os actores escalados para o elenco são: Benedita Pereira, João Catarré, Jessica Athaide, Tiago Castro, Helena Costa, Tiago Carreira, Margarida Martinho, Mariana Martinho, Sara Barradas e Sisley Dias (estes dois ultimos confirmados).
daqui
E agora, já sentem o desespero a apossar-se das vossas almas?
Agora que o peso se desfez, com que vais ocupar os teus restantes dias? O que te vai encher de nervos e frustração? O que te vai fazer mascar pastilha até te doerem os dentes e os maxilares? O que te vai deixar passar as noites em branco a pensar?
Ah espera... há a faculdade.
Ah espera... há a faculdade.
Cardíacos tenham atenção:
Adoro este anúncio. Mesmo.
(Bem sei que tem sido uma semana cheia de vídeos, imagens e outras traquitanas... Já cá venho escrever... um dia destes...)
Adoro este anúncio. Mesmo.
(Bem sei que tem sido uma semana cheia de vídeos, imagens e outras traquitanas... Já cá venho escrever... um dia destes...)
Antes de mais, venho por este meio pedir-vos que se juntem a mim e àquela cujo nome não deve ser mencionado no culto a um vídeo no mínimo especial:
Portanto, para quem não percebeu, ela tinha um cavalo que ... satisfez oralmente e vaginalmente à frente do actual marido, durante o seu primeiro encontro. Mais tarde eles casaram e ela continuou a satisfazer o cavalo vaginal e oralmente. Ora como marido empenhado, o senhor passou a satisfazer cavalo... analmente...
Ora, conclusões a tirar deste vídeo:
- A senhora satisfaz o cavalo em frente a um gajo que não conhece...
- O senhor fica todo contente e acha aquilo muito giro...
- Eles casaram. (estão mesmo bem um para o outro)
- O senhor passou também ele a satisfazer o cavalo...
- O cavalo fala com eles (não, nem são nada doidos)
- O cavalo, para além de os penetrar ainda os morde todos nas costas...
No fim disto tudo, o que eu venho encarecidamente pedir é que me ergam uma estátua a este casalinho que tanta devoção mostra pelo animal.
Agradecido,
[Z]
Portanto, para quem não percebeu, ela tinha um cavalo que ... satisfez oralmente e vaginalmente à frente do actual marido, durante o seu primeiro encontro. Mais tarde eles casaram e ela continuou a satisfazer o cavalo vaginal e oralmente. Ora como marido empenhado, o senhor passou a satisfazer cavalo... analmente...
Ora, conclusões a tirar deste vídeo:
- A senhora satisfaz o cavalo em frente a um gajo que não conhece...
- O senhor fica todo contente e acha aquilo muito giro...
- Eles casaram. (estão mesmo bem um para o outro)
- O senhor passou também ele a satisfazer o cavalo...
- O cavalo fala com eles (não, nem são nada doidos)
- O cavalo, para além de os penetrar ainda os morde todos nas costas...
No fim disto tudo, o que eu venho encarecidamente pedir é que me ergam uma estátua a este casalinho que tanta devoção mostra pelo animal.
Agradecido,
[Z]
Se começarem a ouvir uma música a tocar quando se ligarem a este blog, vão desligá-la lá abaixo, se assim quiserem.
Ali em baixo à direita.
(Músicas de João Picoito)
Ali em baixo à direita.
(Músicas de João Picoito)
Life is just blah, blah, blah. You hope for blah. And sometimes you find it. But mostly it is blah. And waiting for blah. And hoping you are right about the blah's you made and then just when you think you have the whole blah damned thing figured out and you are surrounded by the ones you blah death shows up. And blah blah blah.
- Andy Botwin, Weeds (Season 4, Episode 3)
... Brilhante.
[Z]
Escondes-te atrás de um nick manhoso, camuflas-te com umas tantas palavras e estás pronto. Tens um blogue dizes tu. Um, Três, Sete... Sabes lá, tendem para o infinito e mais além... Já lhes perdeste a conta, grande parte deles têm tanto pó como o mobiliário de uma casa de um morto. Cheiram a mofo, tresandam a falsa genialidade. Pensas que escreves qualquer coisa de bom, qualquer cosia de interessante. Não podias estar mais enganado. Visitas? Só as dos amigos e conhecidos. Os pobres a quem impinges os mal enjorcados endereços. Isto quando não têm um relampejo de inteligência e deixam de os visitar. Ficas então recluso da solidão. E começas a apagar os textos, a apagar os blogues, a apagar a falsa imagem que criaste para os outros. Os textos deixam de ser fogo de vista. Os textos deixam de ser coisas que ninguém percebe de tão caro o palvreado. A complexidade reduz-se. A racionalização cessa. Deixaste lugar para uma parte de emoção. E agora quem sabe se eles voltam?
If you know... Please tell me.
Steps in solitude can be harsh but rewarding. You can walk for miles without even thinking of hope. It drives you mad. You shiver, you quiver, you shake. Then you watch the past unfold in front of your eyes. Those wrong steps being played over and over again. You stop trusting yourself. You begin to crumble. Shards of trust, shards of life, they fall from your soul. It empties you. Then you wander and wonder. You think of nothing, not even of yourself. You take a wrong step once, twice, three times. You fall. Conscience is not a problem anymore, it leaves you to the vultures. But not for long. From afar you hear singing. The sound of water refreshing your mind.
Then you sit up and look back. Shiny pebbles mark your steps. You look at the odd trail. You see what you've lost. You see the difference between your Life and the thing you used to call "life", those days you became an automaton. The days when you followed orders without questioning them.
You step up. You take over your life. And then you step down and welcome the next steps.
The steps that you take make you grow, each step you take gets you closer to death.
---
Written a while ago... Still fits today.
Then you sit up and look back. Shiny pebbles mark your steps. You look at the odd trail. You see what you've lost. You see the difference between your Life and the thing you used to call "life", those days you became an automaton. The days when you followed orders without questioning them.
You step up. You take over your life. And then you step down and welcome the next steps.
The steps that you take make you grow, each step you take gets you closer to death.
---
Written a while ago... Still fits today.
Estou sem escrever há umas semanas. Não sei o que aconteceu àquela droga que me impelia a escrevinhar cada simples linha de pensamento. Talvez seja o retorno do passo médio-rápido, talvez seja só fase. Ou permanente. Seja o que for. Não tenho escrito e faz-me falta. Falta-me o aguçar da mente em torno de uma coisinha mínima sem significado nenhum, de me deixar enlear numa trama só minha, numa teia que construo a cada palavra escrita. Faz-me falta a ficção quase real que vive aqui dentro da cabeça. As personagens meteram baixa, os cenários foram marcados para demolição, os guiões levou-os a Inquisição. Os guiões e não só, levaram tudo, as câmeras, as luzes e a acção foram também, mas essas seguiram de boa vontade, as putas. Saltaram da nau assim que lhe viram hipótese. Elas e toda a gente, esperemos que atinjam salvação. Agora só uma alminha se agarra ao lemo para tentar levar a nau a bom porto. O capitão deste barquito sem remos, a minha representação. Com o Sol a bater-lhe nos olhos, o vento a dar-lhe na cara, com o chapéu a voar para trás e ele a correr pelo convés feito estúpido atrás dele, um objecto insignificante. Mas não, é um chapéu de capitão... Manias... É um chapéu de três bicos que se não tivesse três bicos era dele na mesma. Olhem, lá o apanhou. Apressou-se a pô-lo a na descomunal cabeça... Alguma coisa não está bem, parece demasiado apertado... Oh... Está ao contrário. Patético marinheiro de água doce. Mas bom, deixê-mo-lo voltar ao leme... Nem lá ele está bem mas ali pelo menos sempre parece mais decente. Deixemos a nau, o mar, os cenários e a Inquisição... Deixemo-los descansar, deixemo-los afundar ou queimar à vontade deles... E da minha.
Agradecido por lerem. ;)
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Está estranhinho... mas soube-me pela Vida.
Agradecido por lerem. ;)
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Está estranhinho... mas soube-me pela Vida.
Passam os dias, passsam as noites, passam-se as horas e eu aqui. Comigo ficam as memórias, comigo ficam os momentos enquanto tudo passa. Afundo-me na pilha de postais, de cartas, de envelopes. Afogo-me nas lembranças de um dia que já foi. Tento alcançá-los mas o tempo delas já passou. Ouço apenas a ténue melodia delas que me ficou na cabeça.
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// what?
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// what?
Tenho pensamentos presos entre as rochas da opressão. Tenho pensamentos a voar longe das minhas mãos. Tenho pensamentos e não os consigo destilar nalguma coisa útil e legível.
E para mais, estou doente. Que felicidade...
E para mais, estou doente. Que felicidade...
Eu completei uma chuva!
Sim, fui eu que escrevi a parte final, sim, Zé como em [Zé], tipo eu. E a culpa não é minha. Só faço o que me pedem (sim, sou bem mandado)
Comei e calai, ou vice-versa.
Aqui.
Agora ide e comentai.
"You see, I thrive on the attention of others."
Sim, fui eu que escrevi a parte final, sim, Zé como em [Zé], tipo eu. E a culpa não é minha. Só faço o que me pedem (sim, sou bem mandado)
Comei e calai, ou vice-versa.
Aqui.
Agora ide e comentai.
"You see, I thrive on the attention of others."
E quando partir o que ficará de mim? Punhados de palavras, amálgamas de Letras? Memórias apagadas de gente feliz, ecos de risos antigos. Farrapos de felicidade, resquícios de uma vida mal vivida...
E quando eu partir o que será deles? Ficarão eles melhor assim? Lembrar-se-ão? Ou tudo não passará de areia ao vento? Tudo um breve momento até que os grãos se percam de vista? E se partirem primeiro que eu? Lembrar-me-ei eu deles? Ficarão pedaços deles em mim? Guardarei eu memórias do que ficou para trás, partilharei eu o meu Futuro com eles? E se o Futuro não existir? E se tudo não passar de uma miragem distante que nunca alcançaremos? E se eu não sobreviver à caminhada? Que será do meu corpo? Comida de insectos ou objecto de ensino? Lixo? E do espírito o que será? Se é que existe espírito... E da memória o que ficará? Retalhos cozidos na cabeça de outras pessoas ou farrapos, ao vento, pelas ruas?
E quando eu partir, o que será do Mundo, este cancro em que existimos? Terá ficado melhor?
E se o agora não passar de nada? E se nada se passar a seguir? O que restará?
E quando eu partir o que será deles? Ficarão eles melhor assim? Lembrar-se-ão? Ou tudo não passará de areia ao vento? Tudo um breve momento até que os grãos se percam de vista? E se partirem primeiro que eu? Lembrar-me-ei eu deles? Ficarão pedaços deles em mim? Guardarei eu memórias do que ficou para trás, partilharei eu o meu Futuro com eles? E se o Futuro não existir? E se tudo não passar de uma miragem distante que nunca alcançaremos? E se eu não sobreviver à caminhada? Que será do meu corpo? Comida de insectos ou objecto de ensino? Lixo? E do espírito o que será? Se é que existe espírito... E da memória o que ficará? Retalhos cozidos na cabeça de outras pessoas ou farrapos, ao vento, pelas ruas?
E quando eu partir, o que será do Mundo, este cancro em que existimos? Terá ficado melhor?
E se o agora não passar de nada? E se nada se passar a seguir? O que restará?
Sentas-te a contemplar o rio. Admiras a maneira como corre, sempre em frente, sempre com um destino em mente. O destino, não o sabe a água que o compõe, mas o corpo de que é parte sabe-o perfeitamente.
É como tu. As tuas emoções não te levam a lado nenhum, mas o corpo que as carrega sabe para onde as leva. De que te serve a angústia se não sabes como a usar? De que te serve o ódio se não o sabes para onde dirigir? O teu corpo serve-se das emoções, usa-as para esculpir um leito até chegares à Foz. Levantas-te contente, percebes que te sentes assim porque tem de ser, porque o teu corpo tem de traçar um caminho para onde quer que seja, ele apenas escolhe a emoção que mais lhe convém.
Traças o teu caminho normal e dás por ti a pensar... Serás tu como o Rio? Será que sem as tuas águas serias alguma coisa? Um rio sem água não é um Rio. Não passa de um caminho escavado na Terra. Serias tu sem as emoções apenas uma vala por percorrer? Será que é mesmo o teu corpo que se serve das emoções para trilhar o caminho ou será que são as emoções que se servem do teu corpo para viver?
Afinal quem vive? O corpo, ou as emoções?
No teu caso não sei. No meu, sou eu que vivo.
-----------
Não perguntem... até eu estou confuso...
[Z]
É como tu. As tuas emoções não te levam a lado nenhum, mas o corpo que as carrega sabe para onde as leva. De que te serve a angústia se não sabes como a usar? De que te serve o ódio se não o sabes para onde dirigir? O teu corpo serve-se das emoções, usa-as para esculpir um leito até chegares à Foz. Levantas-te contente, percebes que te sentes assim porque tem de ser, porque o teu corpo tem de traçar um caminho para onde quer que seja, ele apenas escolhe a emoção que mais lhe convém.
Traças o teu caminho normal e dás por ti a pensar... Serás tu como o Rio? Será que sem as tuas águas serias alguma coisa? Um rio sem água não é um Rio. Não passa de um caminho escavado na Terra. Serias tu sem as emoções apenas uma vala por percorrer? Será que é mesmo o teu corpo que se serve das emoções para trilhar o caminho ou será que são as emoções que se servem do teu corpo para viver?
Afinal quem vive? O corpo, ou as emoções?
No teu caso não sei. No meu, sou eu que vivo.
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Não perguntem... até eu estou confuso...
[Z]
"Slow" - dEUS
Slow
Would be the tempo of the restless soul
You have seen what a listless life can bring
Wait, and then you wait until he's waiting for
The latency of everything
Slow
Will be the rhythm of the hummingbird
The quick speed in the shutter of his eye
On flowers you will pose and you will spread the word
on how the world is slowly passing by
Slow
Entireness of your control
Of the moment that is nearly standing still
And wait for a minute and not a second more
Unphased like a forbidden thrill
Gently behind the beat
We shuffle on ancient streets
The reverb of time
Is our vantage point
We slept for a million years
Lived through a million fears
We are not nervous
We will not ask for more
If you can slow up I'm gonna slow up too
Slow
Like the kissing of a lazy cheek
Like the limit and the deadline of the rush
And words, words waiting for you to speak
of getting lost in your eternal crush
Slow
Would be the tempo of the restless mind
You've seen what a listless life can bring
And wait and then he waits until he's waiting for
For the latency of everything
Gently behind the beat
We shuffle on ancient streets
The reverb of time
Is our vantage point
We slept for a million years
Lived through a million fears
We are not nervous
We will not ask for more
Pawns of the troubled times
And kings of our petty crimes
The minds will function
With a small delay
See what the past has planned
The future's a beggar's hand
The more we understand
The slower our days
If you can slow up I'm gonna slow up too
---------
[Z]
Retraças-me o peito, arranhas-me a alma, destróis o meu coração. Espetas os dedos na carne, fazes de mim o que queres mordes-me o rosto, desfiguras-me o corpo. Tudo sem sequer me tocares. Deixas-me pendente deste desejo, atiras-me para um buraco sem fundo. E caio, sinto-me cair, desespero e angustio. As pálpebras recusam-se a abrir para ver o caminho. Não que valesse de muito já que os olhos não querem conhecer.
E caio. E afundo-me na mágoa do mar.
E caio. E afundo-me na mágoa do mar.
O caçador ponderava no que deveria fazer. Sabia que a única opção que tinha era a decisão que não queria tomar. O captor aproximava-se cada vez mais da presa. Os grãos de areia escoavam na ampulheta do Tempo. Os dois jovens entravam no carro estacionado do outro lado da estrada, completamente alheios ao jogo de forças que se disputava. O gigante celeste corria em direcção ao mesmo carro, o subtil demónio começou a correr também. Não tinha perdido horas da sua semana para nada, não tinha posto em jogo a sua patente por um fracasso. O manto, que só atrapalhava o caçador, foi despido, atirado para o chão e rapidamente se desfez na sombra. O pequeno amuleto das dezoito pontas repousava agora na mão do caçador, segurava-o com tanta força que pequenos fios de sangue se soltavam do sítio onde a estrela tinha tocado a pele.
O captor apercebia-se agora da concorrência que se aproximava e retirou ele o seu próprio amuleto: um símbolo das mãos de Deus feito em ouro e cravada de rubis. As mãos do gigante celeste apertavam o amuleto com tanta força quanto as mãos do pequeno caçador se agarravam ao seu amuleto.
O alvo apercebeu-se de uma discrepância no ambiente e começou a observar o seu redor. Havia algo nos dois homens que se dirigiam a si que ele não estava a gostar. Pôs a chave na ignição e tentou por o carro a trabalhar.
O caçador e o captor trocaram um olhar. Ambos sabiam que um deles iria desaparecer hoje. O caçador pensava na chatice que era ressuscitar. O captor pensava no aborrecimento que era reencarnar. Mas um deles tinha mesmo que desaparecer hoje, não podiam ficar os dois com a mesma presa. O caçador, entre passos largos e trocas de olhares com o captor, alcançava um pequeno frasco no bolso de trás das calças. O captor interpretou isto como um gesto de ameaça e iniciou o ritual de deslocação. Os objectos deixavam de se mover, a luz e a sombra desfaziam-se em farrapos e soltavam-se do Mundo.
-------------
(Mãos de Deus)
O captor apercebia-se agora da concorrência que se aproximava e retirou ele o seu próprio amuleto: um símbolo das mãos de Deus feito em ouro e cravada de rubis. As mãos do gigante celeste apertavam o amuleto com tanta força quanto as mãos do pequeno caçador se agarravam ao seu amuleto.
O alvo apercebeu-se de uma discrepância no ambiente e começou a observar o seu redor. Havia algo nos dois homens que se dirigiam a si que ele não estava a gostar. Pôs a chave na ignição e tentou por o carro a trabalhar.
O caçador e o captor trocaram um olhar. Ambos sabiam que um deles iria desaparecer hoje. O caçador pensava na chatice que era ressuscitar. O captor pensava no aborrecimento que era reencarnar. Mas um deles tinha mesmo que desaparecer hoje, não podiam ficar os dois com a mesma presa. O caçador, entre passos largos e trocas de olhares com o captor, alcançava um pequeno frasco no bolso de trás das calças. O captor interpretou isto como um gesto de ameaça e iniciou o ritual de deslocação. Os objectos deixavam de se mover, a luz e a sombra desfaziam-se em farrapos e soltavam-se do Mundo.
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(Mãos de Deus)
O caçador perscrutava a escuridão. O corpo magro envolto em mantos negros e roupas quentes, os cabelos negros soltos sobre a face pálida. A mão esquerda, a um palmo do nariz, retorcia-se ao comunicar com o ar da noite, a mão direita apertava o amuleto da estrela das dezoito pontas. Os olhos lívidos do caçador rolavam a tentarem perceber o que o rodeava. As sombras contorciam-se sob o ar, os sons dissipavam-se no silêncio. O sangue demoníaco que lhe corria pelas veias permitia-lhe compreender o significado do Jogo de de Sons e Sombras que se apresentava diante de si. Mas para já só tinha que esperar. O caçador aguardava inerte que a escuridão lhe revelasse as Presas.
O tempo passava lentamente para qualquer Caçador, mas para este o tempo parecia particularmente lento a passar. Havia algo no seu Alvo que se distinguia de outras presas anteriores. Um toque de... Poder. E para mais, desta vez os Captores pareciam também interessados no seu Alvo.
Um breve arranhar de dobradiça de uma porta indicou a direcção, duas casas abaixo, três casas à esquerda. O caçador abandonou o transe, saltou do seu poleiro, envolveu-se no seu manto e seguiu o Jogo de Sons.
Ao chegar ao local, o caçador deparou-se com o que queria ver. Dois adolescentes humanos pareciam sair de casa algo preocupados. O mais alto, de cabelo castanho era-lhe inútil, era um humano normal, sem nada de extraordinário. Já o mais baixo, de cabelos negros encaracolados e de olhos verdes não o enganava. Era o seu Alvo
O Caçador remexia no bolso à procura de um pequeno frasco cheio de luz mas parou. Do lado oposto da rua, um homem agigantava-se ao fim da rua
"Merda" pensou o Caçador, "um Captor."
O ser de sangue celeste aproximava-se cada vez mais depressa da sua presa. O raciocínio do Caçador procurava uma solução o mais depressa possível. E só havia uma.
O tempo passava lentamente para qualquer Caçador, mas para este o tempo parecia particularmente lento a passar. Havia algo no seu Alvo que se distinguia de outras presas anteriores. Um toque de... Poder. E para mais, desta vez os Captores pareciam também interessados no seu Alvo.
Um breve arranhar de dobradiça de uma porta indicou a direcção, duas casas abaixo, três casas à esquerda. O caçador abandonou o transe, saltou do seu poleiro, envolveu-se no seu manto e seguiu o Jogo de Sons.
Ao chegar ao local, o caçador deparou-se com o que queria ver. Dois adolescentes humanos pareciam sair de casa algo preocupados. O mais alto, de cabelo castanho era-lhe inútil, era um humano normal, sem nada de extraordinário. Já o mais baixo, de cabelos negros encaracolados e de olhos verdes não o enganava. Era o seu Alvo
O Caçador remexia no bolso à procura de um pequeno frasco cheio de luz mas parou. Do lado oposto da rua, um homem agigantava-se ao fim da rua
"Merda" pensou o Caçador, "um Captor."
O ser de sangue celeste aproximava-se cada vez mais depressa da sua presa. O raciocínio do Caçador procurava uma solução o mais depressa possível. E só havia uma.
A pequena marioneta estava sentada no fundo do armário. Inerte, sem vida, desprovida de sentido. O seu corpo de madeira antes envernizado todos os anos, não era agora mais do que um hotel de caruncho, um ninho de ácaros. Os fios que antes a moviam já lá não estavam, as mãos que a faziam viver já não viviam.
A marioneta vivia com um sorriso estampado na cara, um sorriso pintado já à muito tempo, mesmo antes de se poder mexer. O sorriso de quem o pintou, já não existia. E o sorriso da marioneta era falso, tão falso que parecia descascar-se de dia para dia.
Os grandes e abertos olhos da marioneta só viam as portas do armário. Ninguém diria que já tinham visto mais de meio mundo, ninguém diria que já tinha vivido mais do que meio mundo. Os olhos daqueles que tinham visto o mundo com ela já não viam mais.
Tinha passado de mão em mãos para ser apreciada, tinha passado de pai para filho para ser controlada. E um dia deixou de o ser.
Um petiz não a quis.
A marioneta vivia com um sorriso estampado na cara, um sorriso pintado já à muito tempo, mesmo antes de se poder mexer. O sorriso de quem o pintou, já não existia. E o sorriso da marioneta era falso, tão falso que parecia descascar-se de dia para dia.
Os grandes e abertos olhos da marioneta só viam as portas do armário. Ninguém diria que já tinham visto mais de meio mundo, ninguém diria que já tinha vivido mais do que meio mundo. Os olhos daqueles que tinham visto o mundo com ela já não viam mais.
Tinha passado de mão em mãos para ser apreciada, tinha passado de pai para filho para ser controlada. E um dia deixou de o ser.
Um petiz não a quis.
Eu tocava-te se pudesse. Deixaria os meus dedos passearem-se pela tua pele nua, provaria o sabor do teu corpo, envolver-me-ia no teu odor. Se ao menos não fosse tão proibido. Unir-nos-íamos, criaríamos, seriamos um. As minhas mãos no teu corpo, as tuas mãos nas minhas.
Mas não podemos. Se ao menos te pudesse tocar saberia que poderia voltar a ser uno uma vez mais. Os teus lábios vermelhos convidam um beijo, o teu corpo implora invasão. Os meus lábios querem, o meu corpo deseja.
Luxúria ou Amor?
Os nossos corpos estão separados, as mentes não.
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ou, em inglês, como escrevi originalmente:
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I'd touch you if I could. I'd let my fingers wander through your bare skin, I'd taste your body, I'd get your scent. If only it wasn't so forbidden. We would unite, we would create, we would be one. My hands in your body, your hands in mine.
But we can't. If only I could touch you, I'd know I could be whole once more. Your red lips invite a kiss, your body beseeches invasion. My lips crave, my body desires.
Lust or Love?
Our bodies are apart, our minds are not.
Mas não podemos. Se ao menos te pudesse tocar saberia que poderia voltar a ser uno uma vez mais. Os teus lábios vermelhos convidam um beijo, o teu corpo implora invasão. Os meus lábios querem, o meu corpo deseja.
Luxúria ou Amor?
Os nossos corpos estão separados, as mentes não.
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ou, em inglês, como escrevi originalmente:
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I'd touch you if I could. I'd let my fingers wander through your bare skin, I'd taste your body, I'd get your scent. If only it wasn't so forbidden. We would unite, we would create, we would be one. My hands in your body, your hands in mine.
But we can't. If only I could touch you, I'd know I could be whole once more. Your red lips invite a kiss, your body beseeches invasion. My lips crave, my body desires.
Lust or Love?
Our bodies are apart, our minds are not.
Era uma vez um cuco
Lembro de cantar isto no autocaro das férias na praia (quando era mais petiz). E de a cantar no autocarro, já mais grandinho, com umas colegas, algumas delas também elas blogueiras, e de o senhor do autocarro começar a por o volume do rádio mais alto... (Não digo o nome das pessoas para não ferir susceptibilidades)
Eu gosto de Sopa
Digam lá que isto não tem ganda batida! Isto sim, é O ROCK, qual xutos qual quê!?
Ginasticar
Eu adorava esta música... :(
Sinto-me tão idoso, agora...
Lembro de cantar isto no autocaro das férias na praia (quando era mais petiz). E de a cantar no autocarro, já mais grandinho, com umas colegas, algumas delas também elas blogueiras, e de o senhor do autocarro começar a por o volume do rádio mais alto... (Não digo o nome das pessoas para não ferir susceptibilidades)
Eu gosto de Sopa
Digam lá que isto não tem ganda batida! Isto sim, é O ROCK, qual xutos qual quê!?
Ginasticar
Eu adorava esta música... :(
Sinto-me tão idoso, agora...
Madrugada. O Sol não quer nascer, o corpo não quer dormir, a mente não descansa. Revolvem-se os lençóis, viram-se as almofadas. Perdem-se segundos inúteis a ajeitar a cabeça. "Hoje já não dormes mais", pensas em vão. Resolves levantar-te. Calças os chinelos e segues até à casa de banho. Chegas à sanita, fazes o que tens a fazer e voltas-te para lavar as mãos. Ainda meio ensonado abres a torneira da água fria. O fresco da água a bater nas mão ainda quentes da cama é uma das coisas que mais detestas. Fazes uma concha com as mãos e levas a água à cara. Sentes a barba a despontar, sentes os dias a passar. Olhas em frente, os teus piores inimigos estão lá: o espelho e o teu reflexo. Notas as pequenas rugas a assomar-se no canto dos olhos, vês as entradas no cabelo a crescer. Olhas-te nos olhos. Não vês ninguém. Nem tu, nem ela, nem eles. Não sentes os olhos brilhar, não sentes o mundo girar. "O que foi que te aconteceu?" Perdeste-te nas malhas da vida. Viste o teu destino esmorecer, viste o teu fulgor perecer. A rotina instalou-se.
Desvias o olhar, não suportas a maneira como te olhas de volta. O barulho dos chinelos nos tapetes do corredor irrita-te. A madrugada irrita-te. Vendo bem, tudo te irrita. A vida irrita-te. Passas pela cozinha. Abres a porta do frigorífico. O frio é mais que bem vindo nesta noite quente. A pequenita luz do frigorífico tenta timidamente iluminar a divisão. Abres o congelador e tiras uma embalagem qualquer. Gelado. Olhas para o rótulo: "Menta". Devolve-lo ao seu lugar e tentas outra vez: "Sorvete de Limão". Bingo. Sentas-te no balcão de mármore e alcanças uma colher de sobremesa no escorredor da louça. Deixas a porta do frigorífico aberta. Abres a embalagem e delicias-te. Olhas para o que te rodeia a uma nova luz, a pequena luzita. O frigorífico quase parece um portal para uma nova dimensão, como naqueles livros que lias quando eras puto. "Podias pintar este momento" Pintar? À quanto tempo é que não pegas num pincel mesmo? Último ano da faculdade, talvez... Olhas para o sorvete. Comeste quase tudo sem dar por isso. Ris-te. Um riso e sincero que brota de ti. Saltas da bancada como um puto, arrumas o sorvete no congelador e despedes-te da pequena luz. "Se calhar é melhor voltar para a cama."
Chegas ao quarto e vês dois volmes debaixo dos lençóis. "Estranho..." Abeiras-te da cama e puxas as cobertas do teu lado. Dás contigo, de olhos abertos, lívidos. Estás morto.
Acordas de repente e levantas-te. "Foi só um sonho... foi só um sonho..." Segues para a casa de banho o mais depressa possível. Ali está o espelho e o teu reflexo nele. O cabelo despenteado, o brilho nos olhos, a barba a despontar, o rosto de um adolescente, está lá tudo... "Foi só um sonho" pensas uma última vez...
"Será que há sorvete de limão no frigorífico?"
Desvias o olhar, não suportas a maneira como te olhas de volta. O barulho dos chinelos nos tapetes do corredor irrita-te. A madrugada irrita-te. Vendo bem, tudo te irrita. A vida irrita-te. Passas pela cozinha. Abres a porta do frigorífico. O frio é mais que bem vindo nesta noite quente. A pequenita luz do frigorífico tenta timidamente iluminar a divisão. Abres o congelador e tiras uma embalagem qualquer. Gelado. Olhas para o rótulo: "Menta". Devolve-lo ao seu lugar e tentas outra vez: "Sorvete de Limão". Bingo. Sentas-te no balcão de mármore e alcanças uma colher de sobremesa no escorredor da louça. Deixas a porta do frigorífico aberta. Abres a embalagem e delicias-te. Olhas para o que te rodeia a uma nova luz, a pequena luzita. O frigorífico quase parece um portal para uma nova dimensão, como naqueles livros que lias quando eras puto. "Podias pintar este momento" Pintar? À quanto tempo é que não pegas num pincel mesmo? Último ano da faculdade, talvez... Olhas para o sorvete. Comeste quase tudo sem dar por isso. Ris-te. Um riso e sincero que brota de ti. Saltas da bancada como um puto, arrumas o sorvete no congelador e despedes-te da pequena luz. "Se calhar é melhor voltar para a cama."
Chegas ao quarto e vês dois volmes debaixo dos lençóis. "Estranho..." Abeiras-te da cama e puxas as cobertas do teu lado. Dás contigo, de olhos abertos, lívidos. Estás morto.
Acordas de repente e levantas-te. "Foi só um sonho... foi só um sonho..." Segues para a casa de banho o mais depressa possível. Ali está o espelho e o teu reflexo nele. O cabelo despenteado, o brilho nos olhos, a barba a despontar, o rosto de um adolescente, está lá tudo... "Foi só um sonho" pensas uma última vez...
"Será que há sorvete de limão no frigorífico?"
Um apartamento vazio. Prateleiras e armários vazios a cheirar a novo. Um ser patético sozinho a tentar recomeçar. A mobília viria mais tarde. Deixou as malas no que seria um quarto, e dirigiu-se à mesa que já lá morava. Pegou no bloquinho de notas que sempre trazia no bolso da camisa e começou a escrever. Pequenas letras bem desenhadas saltavam da ponta do lápis.
Cinco latas de atum.
Um pacote de esparguete
Uma dúzia de pêssegos meio comidos
Uma dúzia de pêssegos meio por comer
Um pacote de memórias à beira mar
Um conjunto de momentos felizes
Um doce com sabor a Inverno à lareira
Ambientador com cheiro a ti
Um novo eu
Um novo tu
Um novo lugar
Outro tempo
Uma lista de compras, uma lista de desejos impossíveis. Uma lista de coisas. Um pedaço de nada.
(a 1 dos 300)
Cinco latas de atum.
Um pacote de esparguete
Uma dúzia de pêssegos meio comidos
Uma dúzia de pêssegos meio por comer
Um pacote de memórias à beira mar
Um conjunto de momentos felizes
Um doce com sabor a Inverno à lareira
Ambientador com cheiro a ti
Um novo eu
Um novo tu
Um novo lugar
Outro tempo
Uma lista de compras, uma lista de desejos impossíveis. Uma lista de coisas. Um pedaço de nada.
(a 1 dos 300)
Hoje fui à praia. (Vejo caras de choque e de admiração no meio de vós)
Passo a explicar: tratam-se de "obrigações familiares". Sabem, aquelas coisas que são contra a nossa a natureza mas que temos de fazer para... ok ok, o motivo pelo o qual temos de o fazer ficou perdido pelo meio das brumas da história. Mas (infelizmente) isso não ivalida o fact de TERMOS de o fazer.
Como devem (ou deviam) saber, eu detesto o conceito de "ir fazer praia" e relacionados. O que não invalida que goste de "praia". Eu gosto de praia, é um local apropriado para se estar a "torrar" (ou a fazer criação de melanomas) ao Sol durante horas e horas a fio, de tomar banhos de Mar de fazer eriçar o pelo, de expor corpos entre o belo e o grotesco.
Só que isso não faz propriamente parte das minhas prioridades actuais. Há coisas bem mais produtivas para fazr no Verão do que o que foi mencionado acima. Como... *deixem passar uns minutos...* expandir o nosso horizonte cultural.
pois.
Passo a explicar: tratam-se de "obrigações familiares". Sabem, aquelas coisas que são contra a nossa a natureza mas que temos de fazer para... ok ok, o motivo pelo o qual temos de o fazer ficou perdido pelo meio das brumas da história. Mas (infelizmente) isso não ivalida o fact de TERMOS de o fazer.
Como devem (ou deviam) saber, eu detesto o conceito de "ir fazer praia" e relacionados. O que não invalida que goste de "praia". Eu gosto de praia, é um local apropriado para se estar a "torrar" (ou a fazer criação de melanomas) ao Sol durante horas e horas a fio, de tomar banhos de Mar de fazer eriçar o pelo, de expor corpos entre o belo e o grotesco.
Só que isso não faz propriamente parte das minhas prioridades actuais. Há coisas bem mais produtivas para fazr no Verão do que o que foi mencionado acima. Como... *deixem passar uns minutos...* expandir o nosso horizonte cultural.
pois.
O parco silêncio ocupava as paredes pardacentas. Partira dali à pouco uma prostituta que ninguém parecia conhecer. Parava por lá frequentemente. Todo o prédio sabia quem ela era, mas ninguém mostrava saber. "É uma puta" diriam as más línguas. O principal patriarca do prédio até já tinha escrito uma carta de protesto à associação de protestantes que protestam sobre as prostitutas. Mas faltou-lhe a coragem na perna partida para se mover até ao posto do correio. Pensara pedir a uma empregada do lar de acolhemento, mas não lhe parecia apropriado. Não sabia bem porquê. "Qualquer dia vem dar comigo todo podre a esta casa" pensava o homem senil enquanto se escondia atrás das portadas da varanda.
E então, no dia seguinte, as portas abriram-se de par em par para ver a prostituta passar. Tinha deixado o pequeno fiat punto no parque de estacionamento em frente à pastelaria do prédio. Tudo o que era gente olhava pelo pequeno buraco privado que dava para o pomposo corredor só para ver a prostituta passear as suas longas e poderosas pernas pelos tapetes do corredor. Passo a passo lá avançava pelos andares. Quando chegou ao primeiro frente parou. Olhou por cima do ombro, preparou o corpete e segui marcha.
Na pequena varanda do primeiro frente, o pobre patriarca parecia um pisco excitado, não parava quieto. Agitava-se dum lado para o o outro sem que nem para que. E então, a perna partida durante a partida de ping-pong do bairro, cedeu e o homem caiu.
PAM!
A prostiuta ouviu o estampido quando ia a subir os degraus do primeiro para o segundo andar. Despachou-se a descer, não fosse a polícia aparecer. Parecia um cavalo preparado a preparar-se para saltar. Chegou ao rés do chão e já as pessoas se tinham aglomerado à porta do prédio. Pensava-se que alguém se tinha atirado do primeiro andar.
A prostituta chegou ao pé do seu carro e a primeira coisa que viu foi o pequeno patriarca todo enfiado no pára-brisas do seu fiat punto
"Puta que pariu o velho" pensou a prostituta.
------
#Random. I know.
E então, no dia seguinte, as portas abriram-se de par em par para ver a prostituta passar. Tinha deixado o pequeno fiat punto no parque de estacionamento em frente à pastelaria do prédio. Tudo o que era gente olhava pelo pequeno buraco privado que dava para o pomposo corredor só para ver a prostituta passear as suas longas e poderosas pernas pelos tapetes do corredor. Passo a passo lá avançava pelos andares. Quando chegou ao primeiro frente parou. Olhou por cima do ombro, preparou o corpete e segui marcha.
Na pequena varanda do primeiro frente, o pobre patriarca parecia um pisco excitado, não parava quieto. Agitava-se dum lado para o o outro sem que nem para que. E então, a perna partida durante a partida de ping-pong do bairro, cedeu e o homem caiu.
PAM!
A prostiuta ouviu o estampido quando ia a subir os degraus do primeiro para o segundo andar. Despachou-se a descer, não fosse a polícia aparecer. Parecia um cavalo preparado a preparar-se para saltar. Chegou ao rés do chão e já as pessoas se tinham aglomerado à porta do prédio. Pensava-se que alguém se tinha atirado do primeiro andar.
A prostituta chegou ao pé do seu carro e a primeira coisa que viu foi o pequeno patriarca todo enfiado no pára-brisas do seu fiat punto
"Puta que pariu o velho" pensou a prostituta.
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#Random. I know.
The sounds echoed down his mind. Pure vibrations of sound and spirit made his heart rush into ecstasy. His feet stomped and tapped feeling the rhythm of the music. And he went wild. No worries, no pains, just music. His life was a blur way back there on his mind. But that didn't concern him at the moment. His mind was a barren desert filled with speakers, bathed by disco lights. The sand resonated with the sand making it lift in the air. And the boy was in the middle. He shook his body, banged his head, he was happy. The music took him to higher levels of thought, to new levels of excitement. His body had to wear it off in any way possible. He felt waves around him, bodies climbing the air and dropping to the floor. So he jumped too, he jumped like he never did before.
No life, no worries, no nothing. Just music.
No life, no worries, no nothing. Just music.
Krypteria - The Promise
He said: Just sign your name across the dotted line and take advantage of the goods I have to offer
It won’t cost you much just a single drop of blood and I’ll hand you the things you have long been wishing for
It’s an easy way to choose, what do you have to lose ?
Will I fall ? Opulentiam aeternam gloriamque te promitto
Will I stand tall ? Quidquid agis prudenter agas et respice finem
Will I fall ? Venustatem infinitam gloriamque te promitto
Will I stand or fall ? Quidquid agis prudenter agas et respice finem
Should I sign and end this lifelong string of broken dreams of failure, shattered hopes, of trials and tribulations ?
It won’t cost a thing all the world will hear me sing and I’d have all the riches, the fame and everything
It’s an easy way to choose, what do I have to lose ?
Will I fall ? Opulentiam aeternam gloriamque te promitto
Will I stand tall ? Quidquid agis prudenter agas et respice finem
Will I fall ? Venustatem infinitam gloriamque te promitto
Will I stand or fall ? Quidquid agis prudenter agas et respice finem
Should I sign and blindly dance along the piper’s tune or should I rather trust my inner voice to guide me ?
I don’t own a lot but I still got one last shot so do I need to believe in a promise and its seed ?
Am I willing to choose when it’s myself I could lose ?
Will I fall ? Opulentiam aeternam gloriamque te promitto
Will I stand tall ? Quidquid agis prudenter agas et respice finem
Will I fall ? Venustatem infinitam gloriamque te promitto
Will I stand or fall ? Quidquid agis prudenter agas et respice finem
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It's an easy way to choose. What do I have to lose?
Back to the darker moods.
[Z~XIII]
Os dias não passam, a caneta não flui, os dedos não martelam com vontade. O sentido foi-se. Escapou-se para o fundo de uma cova negra e funda, fugiu para um sítio onde os olhos não vêem, para um sitio longe daqui, longe do Mundo. E o mundo parece-me agora mais frágil, mais irrevogável. Os ódios e as misérias parecem mais reais, as mortes mais chocantes. Parece-me ouvir o canto das aves abafado pelos tiros de caçadeira, julgo ver as cores deles por entre o fumo dos fogos da discórdia.
Mas no fundo sei que não. Sei que não existe cor, sei que o som à muito foi abafado, sei que as palavras secaram. E que o mundo é um deserto e nada mais.
Mas a mente veloz insiste em pensar: "Se é um desetro o mundo hão de haver oásis, hão de haver outros mundos a conquistar". E o corpo sente-se relutante. Ele já não quer lutar. Só quer uma cova funda, onde a luz não o alcance. Mas a mente não desiste.
E então parto contrariado à procura de oásis de inspiração. E desta vez tudo serve, seja um rio seja uma pequena gota. Seja a música do rádio, o tamborilar da chuva ou o ulular do vento. Seja o que for hei-de a beber. Sofregamente. Sempre
Mas no fundo sei que não. Sei que não existe cor, sei que o som à muito foi abafado, sei que as palavras secaram. E que o mundo é um deserto e nada mais.
Mas a mente veloz insiste em pensar: "Se é um desetro o mundo hão de haver oásis, hão de haver outros mundos a conquistar". E o corpo sente-se relutante. Ele já não quer lutar. Só quer uma cova funda, onde a luz não o alcance. Mas a mente não desiste.
E então parto contrariado à procura de oásis de inspiração. E desta vez tudo serve, seja um rio seja uma pequena gota. Seja a música do rádio, o tamborilar da chuva ou o ulular do vento. Seja o que for hei-de a beber. Sofregamente. Sempre
E pronto, lá me apeteceu mudar isto tudo outra vez. Agora sem texto lá em cima, sem preto no fundo. Mais ou menos decente.
E pus uma imagem lá em cima, é o que dá não ter mais que fazer.
E bom, faltam 7 posts para os 300.
[Z~XIII]
E pus uma imagem lá em cima, é o que dá não ter mais que fazer.
E bom, faltam 7 posts para os 300.
[Z~XIII]
De dia para dia o mundo perdia a cor. Cores vivas e garridas esbatiam em direcção àquele tom cinza-pardacento de quem não vive. Os olhos coloridos das pessoas tornavam-se negros e sem vida, as suas faces coradas perdiam o rubor. Os autómatos moviam-se sem diligência, sem vontade de estar nem de ser. Uma rapariga sentava-se no canto escuro da sua mente. Canto escuro que era mais colorido que o todo o resto do Universo. Nela guardava um segredo, uma inquietação. Sentia-se afundar. Sentia-se sufocar sob a pressão do Mundo. Não se sentia ser ela. E as cores esbatiam-se cada vez mais. O Sol, outrora Astro-Rei, resumia-se agora a uma bola de Cotão negro, preso no papel de parede no tecto do Mundo. As nuvens, recortadas em papel autocolante não tinham mais aquelas formas engraçadas, em vez disso eram ameaçadoras e cinzentas. O vento não empurrava as árvores por preguiça, as árvores não cresciam para o céu. O mundo tornava-se monótono. E as cores não passavam de cinzento. As folhas de papel de lustro soltavam-se dos ramos e deixavam-se cair no meio da populaça. E a rapariga ansiava por algo mais E o Mundo... deixava de ser para passar a estar.
E um dia, num ímpeto descomedido a rapariga levantou-se e gritou. E o Sol, numa explosão de força, rasgou o tecto do Mundo e voltou a si. A cinza soltava-se dos corpos e as cores voltavam. E o Mundo voltava a ser.
E um dia, num ímpeto descomedido a rapariga levantou-se e gritou. E o Sol, numa explosão de força, rasgou o tecto do Mundo e voltou a si. A cinza soltava-se dos corpos e as cores voltavam. E o Mundo voltava a ser.
São palavras do silêncio, aquelas que brotam da tua boca. Uma escolha insípida de fonemas, um arraial de ignorância sonora. São vazias de significado, estripadas de conhecimento. Falas como se conhecesses o Mundo, como se conhecesses o significado da Pessoa, como se soubesse o que é que estamos a fazer aqui. Falas sem conhecimento de causa, sem experiências naquilo que profetizas. Falas de tudo. Não dizes nada.
E as tuas palavras caem no chão como uma chuva maldita, que não mói mas mata. A essa chuva ninguém a quer, não é fértil. É veneno. Veneno destilado a partir de tanta desconsideração. Julgas-te num pedestal feito de vidro, mas o teu trono não é mais que um monte de lama onde ervas daninhas sufocam. Julgas-te senhor de terras e castelos, mas o teu reino não é mais que um monte de casas vazias e de jardins abandonados.
Julgas-te tudo e também falas de tudo. Mas aparentemente, só não sabes de mim.
E as tuas palavras caem no chão como uma chuva maldita, que não mói mas mata. A essa chuva ninguém a quer, não é fértil. É veneno. Veneno destilado a partir de tanta desconsideração. Julgas-te num pedestal feito de vidro, mas o teu trono não é mais que um monte de lama onde ervas daninhas sufocam. Julgas-te senhor de terras e castelos, mas o teu reino não é mais que um monte de casas vazias e de jardins abandonados.
Julgas-te tudo e também falas de tudo. Mas aparentemente, só não sabes de mim.
Esta inspiração que me assola, que não me deixa dormir, que me arde na alma e não me deixa sentir. Não é fogo que arde sem se ver, não é uma destilação cósmica do estado de espírito da matéria, não é uma vivência de experiências alheias. É obsessão, é criação. É vontade de gritar mais alto que os outros, é vontade de ser. É vontade de viver através das palavras, é vontade de criar , de destruir, de nascer, de matar. É um monstro que brota do peito, que se enrola nos membros e que não me deixa enquanto não lhe saciar a fome.
É um alinhamento de estados de consciência que não foram feitos para estar alinhados. É uma melodia de cordas de sentimentos. É uma harmonia de ondas de emoção.
É vida.
É morte.
É o Fogo e o Ar.
É a mente.
É a Terra e a Água.
É o corpo.
É farrapo de Luz.
É tecido de Escuridão.
É tudo.
E no fim, acaba por não ser nada...
É um alinhamento de estados de consciência que não foram feitos para estar alinhados. É uma melodia de cordas de sentimentos. É uma harmonia de ondas de emoção.
É vida.
É morte.
É o Fogo e o Ar.
É a mente.
É a Terra e a Água.
É o corpo.
É farrapo de Luz.
É tecido de Escuridão.
É tudo.
E no fim, acaba por não ser nada...
E o culpado disto tudo és tu. Bamboleias-te pelos corredores vazios como quem manda no destino. Servo do Mundo, Mestre de ti. Arrastas-me contigo para onde eu não quero ir. Levas-me para onde o pensamento é vida, onde a morte é lei. Sempre na tua, sempre a olhar de cima para todos, sempre de cabeça mais erguida que os outros. Queres ser Rei. Queres ser o que o mundo insiste em dizer que nunca poderás ser. Teimas em tentar. E eu sigo as teus movimentos como uma sombra alegre sem vida. Definho. Deixo-me arrastar. E deixo-me mergulhar no sentimento de culpa. Fui eu que te criei, fui eu que te arranquei do fundo de mim, fui eu que te libertei e te soltei no Mundo. Fui eu que, estupidamente, te deixei apossar-se de mim. Gritaste que não querias ser, que não querias sentir que não querias que o mundo te visse. E eu dei-te alento. Forcei-te a levantar, ensinei-te de novo a andar. Esse teu andar de regente que quer ser, de leão treinado, de decepção e de traição. E Deixei-te crescer dentro de mim, deixei-te tomar pedaços do meu ser, deixei-te ocupar o meu lugar. E criei ilusões que um dia nos juntaríamos para ser um só. Um ser uno, um ser perto do perfeito. Mas enganei-me. Mais do que uma pessoa se pode enganar numa vida, e agora, volto para o inconsolável canto na tua mente. E deixo-me ir... Pelos cantos e recantos da morte, pelos caminhos da vida.
E o culpado disto tudo... sou eu.
---
(Estava na cama e não conseguia dormir... Despejei o meu ser. Agora vou voltar a tentar)
E o culpado disto tudo... sou eu.
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(Estava na cama e não conseguia dormir... Despejei o meu ser. Agora vou voltar a tentar)
Dizes que não dizes o que disseste. Negas o que fizeste. Evitas andar assim, aos caídos por aí. Segues por um caminho oculto que nem tu conheces. Sombra de um destino impossível. Caminhas por entre os Homens como quem caminha num prado por entre as ervas altas da hipocrisia. Segues um percurso não traçado à espera de o encontrar, esperas um segundo de um futuro por traçar. Olhas para o Mundo e vês o que não existe. Iludes-nos por um segundo e deixamos de respirar. Suspensos num segundo de hesitação. O olhar não é teu, a aparência não te pertence. És um fantasma de alguém que ainda não morreu, és o destino de alguém que não o vai cumprir. Vais desistir, vai querer morrer, vais querer cair no infinito e deixar de ser.
E eu aqui, expectante por algo mais. Preso numa ilusão minha, solto das amarras do mundo físico. Vivendo um momento que não é meu. Desfiando a minha essência em pequenos fios dourados que não são meus nem são de ninguém. E quanto mais espero, mais desapareço, mais me desfaço no ar no ar quente da noite. Os lençóis encharcados em suor já não me suportam, tocam-me com desdém e não me deixam dormir. Ou são eles ou é a tua sombra a arranhar a parede com esses dedos finos de gelo.
E a cabeceira agoura a noite... O passado só pensa em voltar, o presente não quer passar e o futuro teima em não vir...
E eu aqui, expectante por algo mais. Preso numa ilusão minha, solto das amarras do mundo físico. Vivendo um momento que não é meu. Desfiando a minha essência em pequenos fios dourados que não são meus nem são de ninguém. E quanto mais espero, mais desapareço, mais me desfaço no ar no ar quente da noite. Os lençóis encharcados em suor já não me suportam, tocam-me com desdém e não me deixam dormir. Ou são eles ou é a tua sombra a arranhar a parede com esses dedos finos de gelo.
E a cabeceira agoura a noite... O passado só pensa em voltar, o presente não quer passar e o futuro teima em não vir...
A chuva morna rouba-me a vontade. Às vezes só penso em deixar de pensar, deixar de sentir, deixar de sofrer. Não quero isto, não quero o Mundo. Não quero o Céu não quero o Mar. Não te quero a ti, demónio dissimulado com um sorriso de mel. Não quero olhar para o fundo dos teus olhos e dizer que te amo. Não quero sentir o teu toque que queima. Não quero o horror de ter de te ver. Não quero cantarolar a tua voz pelos corredores vazios. Não quero ecos de vidas que não tivemos. Quero o Sol, quero o calor da solidão. Quero descanso.
Mas...
...às vezes, só te quero a ti. Demónio de olhos grandes. Enroscar-me no teu corpo e beber de ti a Vida. Sentar-me do teu lado e ouvir a melodia do teu respirar. A abundância de momentos, a torrente de emoções. O frio acolhedor da tua presença. O toque flamejante da tua paixão. Às vezes só me quero sentar e olhar por ti. Olhar fundo nos teus olhos e ver lá um pedaço de mim. Perceber a verdade que ninguém quer ver, ignorar o mundo a meu redor, esquecer-me de mim e só te ver a ti.
Venha o Mar venha a Lua venham um número de estrelas sem fim. Venha o tempo e o horror. Venha mais chuva morna para me roubar a vontade.
E tu demónio de olhos doces? Que fazes tu de mim? Roubas me o ar dos pulmões e a terra sob os pés, roubas-me a força e a vontade.
E eu? Eu, eu deixo-me ir nas breves ondas da melancolia para um mar de além.
Mas...
...às vezes, só te quero a ti. Demónio de olhos grandes. Enroscar-me no teu corpo e beber de ti a Vida. Sentar-me do teu lado e ouvir a melodia do teu respirar. A abundância de momentos, a torrente de emoções. O frio acolhedor da tua presença. O toque flamejante da tua paixão. Às vezes só me quero sentar e olhar por ti. Olhar fundo nos teus olhos e ver lá um pedaço de mim. Perceber a verdade que ninguém quer ver, ignorar o mundo a meu redor, esquecer-me de mim e só te ver a ti.
Venha o Mar venha a Lua venham um número de estrelas sem fim. Venha o tempo e o horror. Venha mais chuva morna para me roubar a vontade.
E tu demónio de olhos doces? Que fazes tu de mim? Roubas me o ar dos pulmões e a terra sob os pés, roubas-me a força e a vontade.
E eu? Eu, eu deixo-me ir nas breves ondas da melancolia para um mar de além.
E o jovem deixou-se voar. Pelas nuvens do descontentamento, pelas chuvas da discórdia, por cima do mar da desilusão. As asas eram suas mas ele não as queria. Queria andar. Andar como os inferiores mortais, andar, como andavam os animais. Queria sentir chão debaixo dos pés. Queria sentir o calor da areia no Verão, sentir o orvalho na relva. Queria "viver". Queria "ser". Não queria voar.
O jovem voltou ao seu lugar, por entre as nuvens dos seus cuidadores. E, sentado no topo do seu descontentamento, o jovem sonhou. Fechou os olhos e descansou. A nuvem reverberou em consonância com o seu amo. E deixou-se graciosamente chover. O jovem escorregava de gota em gota na direcção da Terra e, lentamente, deixava-se carregar. As asas da sua ira desfaziam-se em gotas negras. E as gotas caiam com a chuva.
E o anjo e as gotas chegaram ao chão. O anjo acordou e julgou que era um sonho.
(*Asas Divinas da Tragédia)
[Z~XIII]
O jovem voltou ao seu lugar, por entre as nuvens dos seus cuidadores. E, sentado no topo do seu descontentamento, o jovem sonhou. Fechou os olhos e descansou. A nuvem reverberou em consonância com o seu amo. E deixou-se graciosamente chover. O jovem escorregava de gota em gota na direcção da Terra e, lentamente, deixava-se carregar. As asas da sua ira desfaziam-se em gotas negras. E as gotas caiam com a chuva.
E o anjo e as gotas chegaram ao chão. O anjo acordou e julgou que era um sonho.
(*Asas Divinas da Tragédia)
[Z~XIII]
Porque hoje começa um novo eu...
The Begginning Song - Rita RedShoes
You came to this world
To see what I've done
And it's fine
So come and let's start
I'll give you all my heart
This time...
Don't walk away
'cause baby I will love you more
I have this feeling
You're who I've been looking for
Just close your eyes
And read the signs
It's time to soar
You came to this world
To change what I've done
It's alright
But Now you must stare
You can't pretend you're there
Don't walk away
'cause baby I will love you more
I have this feeling
You're who I've been looking for
Don't turn away
It's your time to stay
There's nothing more... more
lyrics by RITA REDSHOES
---
[Z~XIII]
The Begginning Song - Rita RedShoes
You came to this world
To see what I've done
And it's fine
So come and let's start
I'll give you all my heart
This time...
Don't walk away
'cause baby I will love you more
I have this feeling
You're who I've been looking for
Just close your eyes
And read the signs
It's time to soar
You came to this world
To change what I've done
It's alright
But Now you must stare
You can't pretend you're there
Don't walk away
'cause baby I will love you more
I have this feeling
You're who I've been looking for
Don't turn away
It's your time to stay
There's nothing more... more
lyrics by RITA REDSHOES
---
[Z~XIII]
Cuidado vai -vos matar...

Sim, o prado vai-vos matar. As plantinhas vão-nos matar...
O filme começa com uma vintena de pessoas a suicidarem-se. Nada de novo, só gente a atirar-se de boa fé do alto de prédios em construção e assim. (Nesta altura ainda nos estamos a encolher na cadeira e a sentir a excitação) Passamos para uma sala de aula de ciências, ou lá o que vem a ser aquilo, em NY . Um professor, pergunta aos alunos porque é que acham que as abelhas desapareceram da face do planeta. (Ya...) Entretanto e alguns entediantes minutos depois ficamos a saber que a cidade de Nova Iorque vai ser evacuada porque se pensa tratar de um ataque terrorista com uma neuro-toxina que faz com que as pessoas se matem.
Em casa do professor de ciências, a sua esposa está algo reticente... Sei lá... Entretanto... Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz.... E no fim do filme a cidade Paris é também atacada....
(Seca de filme...)
Frases memoráveis:
Elliot Moore: [Alma looks troubled] What's wrong?
Alma Moore: Okay, I was going to tell you, okay? There was this guy Joey. His name is Joey; he's at work. We went out and we had dessert; I went out and had dessert with him when I told you I worked late and I didn't work late and I'm feeling really guilty in case we're gonna die. I just wanted you to know that.
Elliot Moore: You...lied to me?
Elliot Moore: If we're going to die, I want you to know something. I was in the pharmacy a while ago. There was a really good-looking pharmacist behind the counter. Really good-looking. I went up and asked her where the cough syrup was. I didn't even have a cough, and I almost bought it. I'm talking about a completely superfluous bottle of cough syrup, which costs like six bucks.
Alma Moore: Are you joking?
[Elliot nods his head]
Alma Moore: Thank you.
ya... é assim tão mau... E nem vocês viram os olhares, malignos das plantas... É impressionante o medo que uma planta a mexer-se ao sabor do vento (não) causa...
Já agora, não era ataque terrorista nenhum. Eram as plantas que estavam a matar as pessoas... oh valha-me...
Sinto-me frio, como se toda a emoção tivesse abandonado o meu ser. Como se o simples facto de respirar me levasse a vida, como se cada batimento cardíaco me esvaziasse o ser.
Sinto-me sem força. Sem nada do que faz de mim a minha pessoa.
E a paisagem corre à minha frente, as pessoas andam num passo mais do que acelerado e o ar não me chega. Sinto-me definhar, a derreter por entre os dedos que me agarram à Vida e a pingar para o Infinito, cada gota de mim apagando o meu ser.
Cada gota, uma flamejante explosão de vida que já não faz parte de mim. Cada dia um suplício que não devia poder aguentar. Cada hora um tormento, cada segundo um castigo. E depois vem a inconsciência, a quente falta de discernimento e de percepção, a benévola morte.
E aos poucos deixo-me escorrer para o quente, arrasto-me pelo sangue, lágrimas e suor. E deixo-me ir... cada... vez... mais... lentamente...
[Edgy
(Nothing wrong with me, just a text :P )
Sinto-me sem força. Sem nada do que faz de mim a minha pessoa.
E a paisagem corre à minha frente, as pessoas andam num passo mais do que acelerado e o ar não me chega. Sinto-me definhar, a derreter por entre os dedos que me agarram à Vida e a pingar para o Infinito, cada gota de mim apagando o meu ser.
Cada gota, uma flamejante explosão de vida que já não faz parte de mim. Cada dia um suplício que não devia poder aguentar. Cada hora um tormento, cada segundo um castigo. E depois vem a inconsciência, a quente falta de discernimento e de percepção, a benévola morte.
E aos poucos deixo-me escorrer para o quente, arrasto-me pelo sangue, lágrimas e suor. E deixo-me ir... cada... vez... mais... lentamente...
[Edgy
(Nothing wrong with me, just a text :P )
the 1st class gang and all the others that are teaching or learning with us:
The boy suddenly woke up to life. He was a single, 18 years old, boy still living in the room upstairs at Mom's. His name, the boy didn't remember it. John Doe? No, something else. His name, he couldn't find his name. No documents, no mail. Nothing. The young man started freaking out. All his memories rushing through his head and there wasn't a moment related to his name. The boy felt his body being grasped by the cold claws of panic. He wanted to scream. He wanted to ravage his body, his mind, his bedroom. He felt fear, he felt anguish, he felt the shadows in his mind. The teen took a breath. The warmth of the air melting the icy claws around his chest. And his mind became clear. No more fear. No more hatred. No more anguish. Only light. The name suddenly appeared. "Jeffrey" he thought. "Croft."
The boy felt new and lost, like all teens do. He walked the path to light but the shadows threatened to attack again. Sorrow and Disorientation stroke this time. He rushed his way through the path and lost it. The Silent Darkness enveloped his fate. And suddenly, Sound. A sound, the ruckus of people singing and laughing. A Den in the middle of nothing. "A most quirky bunch" he thought. Leaded by five they all awaited orders. The boy joined them. And then, light shining through his body cleared all the negativeness. And the boy was Light. The others embraced the boy's light and the boy himself. He wasn't a Saviour. He was one of them
I hope some day we can be Superstars.
(this guy is David Fonseca, PT.)
The boy suddenly woke up to life. He was a single, 18 years old, boy still living in the room upstairs at Mom's. His name, the boy didn't remember it. John Doe? No, something else. His name, he couldn't find his name. No documents, no mail. Nothing. The young man started freaking out. All his memories rushing through his head and there wasn't a moment related to his name. The boy felt his body being grasped by the cold claws of panic. He wanted to scream. He wanted to ravage his body, his mind, his bedroom. He felt fear, he felt anguish, he felt the shadows in his mind. The teen took a breath. The warmth of the air melting the icy claws around his chest. And his mind became clear. No more fear. No more hatred. No more anguish. Only light. The name suddenly appeared. "Jeffrey" he thought. "Croft."
The boy felt new and lost, like all teens do. He walked the path to light but the shadows threatened to attack again. Sorrow and Disorientation stroke this time. He rushed his way through the path and lost it. The Silent Darkness enveloped his fate. And suddenly, Sound. A sound, the ruckus of people singing and laughing. A Den in the middle of nothing. "A most quirky bunch" he thought. Leaded by five they all awaited orders. The boy joined them. And then, light shining through his body cleared all the negativeness. And the boy was Light. The others embraced the boy's light and the boy himself. He wasn't a Saviour. He was one of them
I hope some day we can be Superstars.
(this guy is David Fonseca, PT.)
Em Português:
Em Inglês:
EU MAL POSSO ESPERAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAR PRA SER REEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEIII!!!
[Edgy
Em Inglês:
EU MAL POSSO ESPERAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAR PRA SER REEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEIII!!!
[Edgy
Havia um corpo numa praia. Deixava-se levar pela maré. A força das ondas empurrava-o para trás e para a frente. O corpo, inchado, boiava lentamente, como que apreciando o momento. Mas apreciar era coisa que já não conseguia fazer. Os olhos olhavam sem olhar o céu. A boca, aberta num trejeito, já não falava nem sorria. Os ouvidos não ouviam a música das ondas. A pele não sentia o frio cortante do mar. E o corpo deixava-se boiar. Ia e voltava, ia e voltava num ritmo calmo, sem pressa. E o vento e as marés levavam-no. E o céu escurecia. E o corpo viajava. Os braços, inchados, não ofereciam resistência.
E dias passaram. E o corpo não voltou.
[Edgy
E dias passaram. E o corpo não voltou.
[Edgy
Quando te vi passar nem te reconheci. Foste a parte da minha vida em que tive algumas das maiores decepções. Também tive algumas alegrias, digo-te. Foste uma fase menos boa. Sentia o Mundo escuro. Sentia-me a deslocar por um ar oleoso, gelatinoso, que me dificultava o andar. Sentia-me preso, agrilhoado ao chão. E depois, *poof*, foste como vieste, silenciosa e invisível.
E passaram dias sem te sentir. Semanas, meses, julgo. Meses de plena satisfação, meses de Vida. E então comecei a ver-te. Agrilhoada às pessoas, ou as pessoas agrilhoadas a Ti. Via o carrasco negro, a devoradora de mundos. Junto dos Idosos, junto das crianças. Deixaste-me em troca de todo o resto do mundo? Parecia que sim.
E um dia, senti-te voltar, de mansinho, por baixo da frecha da porta, sentia-te regressar. A tentares apoderar-te da mente de um antigo servo. Mas desta vez a escuridão não estava em mim. Em mim, havia só luz. E tu, surpreendida voltaste para o fundo dos mundos.
Ontem, passaste por mim. O manto negro não engana ninguém. Mas o que me surpreendeu foi a bela rapariga que agora ocupa o lugar do antigo corpo em decomposição. E então vi-te agrilhoada ao motivo da minha Luz.
E vi os teu olhos chisparem de satisfação, porque a escuridão estava a voltar a mim. E vi a nova Morte, com as suas delicadas mãos, colocarem um grilhão no meu pulso. E o Mundo... negro.
E passaram dias sem te sentir. Semanas, meses, julgo. Meses de plena satisfação, meses de Vida. E então comecei a ver-te. Agrilhoada às pessoas, ou as pessoas agrilhoadas a Ti. Via o carrasco negro, a devoradora de mundos. Junto dos Idosos, junto das crianças. Deixaste-me em troca de todo o resto do mundo? Parecia que sim.
E um dia, senti-te voltar, de mansinho, por baixo da frecha da porta, sentia-te regressar. A tentares apoderar-te da mente de um antigo servo. Mas desta vez a escuridão não estava em mim. Em mim, havia só luz. E tu, surpreendida voltaste para o fundo dos mundos.
Ontem, passaste por mim. O manto negro não engana ninguém. Mas o que me surpreendeu foi a bela rapariga que agora ocupa o lugar do antigo corpo em decomposição. E então vi-te agrilhoada ao motivo da minha Luz.
E vi os teu olhos chisparem de satisfação, porque a escuridão estava a voltar a mim. E vi a nova Morte, com as suas delicadas mãos, colocarem um grilhão no meu pulso. E o Mundo... negro.
Não no sentido religioso, claro. Foi-me recomendado por um amigo belga. Que é também a nacionalidade destes senhores... Eu sei que devia por mais textos, mas esta música impunha-se.
"The Architect" - dEUS
(Ah, nevermind that outer space stuff, let's get down to earth!)
What is the architect doing?
He is by the riverside
What is he thinking out there?
He is committing egocide
Now isn't that a strange thing?
Well, to him it feels just
Oh we guess a person's gotta do
What a person feels he must
He said:
"I won't throw myself from the pier
I'm gonna go home and shut up for a year
And when the year is over I'll reappear
And have a solution"
I've reason to believe that what I find
Is gonna change the face of humankind
And all these years before, well I was blind
That's my conclusion
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
Now the man has understood
That outerspace is overrated
About all the problems on this Earth we should
Worry now to solve them later
And so he's brooding and alluding on a perfect design
He thinks that working on behalf of himself is a crime
He flashes out by the water, a view so divine
He's the architect of his own fate, a man in his prime
He said:
"I won't throw myself from the pier
I'm gonna go home and shut up for a year
And when the year is over I'll reappear
And have a solution"
I've reason to believe that what I find
Is gonna change the face of humankind
And all these years before, well I was blind
That's my conclusion
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
(That's it, we're going to make it)
(Don't let up)
(Don't let up or we won't make it)
(Don't let up)
(Don't let up or we won't make it)
And so he drew himself a pentagon
Thinking it through a geodesic dome
From the coast of Tahiti to the hills of Rome
Step aside cause the man will take the Nobel prize home
He said:
"I won't throw myself from the pier
I'm gonna go home and shut up for a year
And when the year is over I'll reappear
And have a solution"
Now if these aspirations bother you
Well you are just you, you don't have a clue
I'm sticking to the plan, I will see it through
Let there be no confusion
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
[Z~XIII]
"The Architect" - dEUS
(Ah, nevermind that outer space stuff, let's get down to earth!)
What is the architect doing?
He is by the riverside
What is he thinking out there?
He is committing egocide
Now isn't that a strange thing?
Well, to him it feels just
Oh we guess a person's gotta do
What a person feels he must
He said:
"I won't throw myself from the pier
I'm gonna go home and shut up for a year
And when the year is over I'll reappear
And have a solution"
I've reason to believe that what I find
Is gonna change the face of humankind
And all these years before, well I was blind
That's my conclusion
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
Now the man has understood
That outerspace is overrated
About all the problems on this Earth we should
Worry now to solve them later
And so he's brooding and alluding on a perfect design
He thinks that working on behalf of himself is a crime
He flashes out by the water, a view so divine
He's the architect of his own fate, a man in his prime
He said:
"I won't throw myself from the pier
I'm gonna go home and shut up for a year
And when the year is over I'll reappear
And have a solution"
I've reason to believe that what I find
Is gonna change the face of humankind
And all these years before, well I was blind
That's my conclusion
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
(That's it, we're going to make it)
(Don't let up)
(Don't let up or we won't make it)
(Don't let up)
(Don't let up or we won't make it)
And so he drew himself a pentagon
Thinking it through a geodesic dome
From the coast of Tahiti to the hills of Rome
Step aside cause the man will take the Nobel prize home
He said:
"I won't throw myself from the pier
I'm gonna go home and shut up for a year
And when the year is over I'll reappear
And have a solution"
Now if these aspirations bother you
Well you are just you, you don't have a clue
I'm sticking to the plan, I will see it through
Let there be no confusion
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
(I feel it's touch and go)
Cause I'm the architect
[Z~XIII]
As memórias desfazem-se e refazem-se, assumem novas posições, alinham-se em constelações nunca antes sentidas. E as músicas passam a ser memórias e as memórias vivem outra vez. E sentimos o frio do parque, o pó nos pés, o calor das pessoas, as dores na barriga, o cansaço, os saltos, o rejúbilo, os berros, a melodia, o embalar das pessoas, tudo uma outra vez...
Ver os Clã ao vivo foi das melhores coisas que já me aconteceram na vida.
Clã - Tira a Teima
Clã - Sexto Andar
Não encontrei mais vídeoclips... A Manuela Azevedo é completamente doida da cabeça... Aliás... São todos doidos. E é assim que gostamos deles.
[Z~XIII]
Ver os Clã ao vivo foi das melhores coisas que já me aconteceram na vida.
Clã - Tira a Teima
Clã - Sexto Andar
Não encontrei mais vídeoclips... A Manuela Azevedo é completamente doida da cabeça... Aliás... São todos doidos. E é assim que gostamos deles.
[Z~XIII]
A 1ª noite:
Esperar, esperar, dizer que não podem levar a cadeira porque está ocupada, esperar, dizer mais que não, esperar, jantar, comprar pastilhas, utilizar o sistema excretor, apanhar o autocarro, quase ter um acidente de viação, sair do autocarro, descer a pé para a praça, levantar dinheiro, ver esponjas, encontrar com pessoa, descer a rua a pé, encaminhar para o recinto.
Chegar e furar filas, andar de mãos dadas como as crianças em excursão, desesperar por causa de três projectores, pular (mas não no mesmo sítio, que eu não consigo), gritar “RIIIITA”, cantar gritar as letras do David Fonseca, ver as belas figuras de outrem, rir (muito), bebeeeeer (água.) prometerem-me ver pessoas a chorar, não ver pessoas a chorar (malditos charlatães), tentar não dançar, voltar a dar as mãos… Sentar e repousar… Levantar e dar as mãos, seguir para as tendas, esperar, levantar uma pessoa pelas pernas, esperar, esperar, perder a noção do tempo, comeeeeer, ver a tuna, não ver ninguém, ver a tuna de mais perto, ver conhecidos, ver perfeitos desconhecidos que apesar de terem todo um espaço para passar teimam em passar juntinho às pessoas (carências, é o que dá...), sair do recinto, sentar, na relva, levantar, gozar com lombrigas, quase ver o Sol nascer, deitar às seis e só acordar às três da tarde.
Em suma: Uma excelente noite.
Esperar, esperar, dizer que não podem levar a cadeira porque está ocupada, esperar, dizer mais que não, esperar, jantar, comprar pastilhas, utilizar o sistema excretor, apanhar o autocarro, quase ter um acidente de viação, sair do autocarro, descer a pé para a praça, levantar dinheiro, ver esponjas, encontrar com pessoa, descer a rua a pé, encaminhar para o recinto.
Chegar e furar filas, andar de mãos dadas como as crianças em excursão, desesperar por causa de três projectores, pular (mas não no mesmo sítio, que eu não consigo), gritar “RIIIITA”,
Em suma: Uma excelente noite.
Olho pela janela e vejo o céu chorar. A minha alma chora também por um tempo que não virá. Deito-me a pensar. Os brados do céu confundem-se com os gritos da minha alma. E os olhos fecham-se.
Somos dois mas somos só um. Somos energia, somos calor, somos Fogo e somos Ar. Somos Mente. Mas estamos separados. Somos matéria, somos Terra e somos Água. Somos Corpo.
Somos opostos e somos iguais.
Estamos em lados opostos do abismo. E saltamos e deixamo-nos pairar, vogar, voar até ao chão. E o vento sacode-nos e a vontade esmorece. E ora nos aproximamos ora nos afastamos, deixados à deriva na corrente do ar. E então há um momento de felicidade, quando as mão se tocam, os corpos se entrelaçam e as mentes se unem. E lutamos por assim estar.
Mas depois vem a malograda separação. E as mentes separam-se e os corpos desenlaçam-se e as mãos já não se sentem. E caímos. Mais Depressa, mais depressa do que é normal. E há-de haver uma altura em que chegaremos ao chão. E quando chão chegar, impiedoso, eu direi finalmente as palavras que tanto temo dizer.
Os olhos abrem-se. Hoje é um novo dia. A queda continua, o abismo mantém-se lá. Mas o céu não brada, o céu não chora. E o ar empurra-nos para mais perto um do outro. E hoje, lutamos para as mão se tocarem.
(Não é nada de autobiográfico)
[Z~XIII]
Somos dois mas somos só um. Somos energia, somos calor, somos Fogo e somos Ar. Somos Mente. Mas estamos separados. Somos matéria, somos Terra e somos Água. Somos Corpo.
Somos opostos e somos iguais.
Estamos em lados opostos do abismo. E saltamos e deixamo-nos pairar, vogar, voar até ao chão. E o vento sacode-nos e a vontade esmorece. E ora nos aproximamos ora nos afastamos, deixados à deriva na corrente do ar. E então há um momento de felicidade, quando as mão se tocam, os corpos se entrelaçam e as mentes se unem. E lutamos por assim estar.
Mas depois vem a malograda separação. E as mentes separam-se e os corpos desenlaçam-se e as mãos já não se sentem. E caímos. Mais Depressa, mais depressa do que é normal. E há-de haver uma altura em que chegaremos ao chão. E quando chão chegar, impiedoso, eu direi finalmente as palavras que tanto temo dizer.
Os olhos abrem-se. Hoje é um novo dia. A queda continua, o abismo mantém-se lá. Mas o céu não brada, o céu não chora. E o ar empurra-nos para mais perto um do outro. E hoje, lutamos para as mão se tocarem.
(Não é nada de autobiográfico)
[Z~XIII]
Sento-me à mesa a escrever. Passo as ideias par um papel. Leio-as. Queimo o papel. Hoje não me sai nada. Não há maneira de extrair o que aqui vai dentro. Parece que protejo as ideias atrás de paredes de 40cm de betão. Ouço-as lá dentro, a rir, a lutar e a falar. São ideias, não sei o que fazem na privacidade. Umas vezes parece que procriam outras parece que se matam sem dó nem piedade. Têm um mundo próprio só delas que não querem partilhar. E nós, nós comuns mortais, apenas vemos pedaços brilhantes que flutuam num mar baço e cinzento.
E o que eu ansiaria por lá ir. Ansiaria se soubesse que existe. Um mundo onde querer é mesmo poder.
[Hoje as ideias passaram por mim e nem adeus disseram...]
[Z~XIII]
E o que eu ansiaria por lá ir. Ansiaria se soubesse que existe. Um mundo onde querer é mesmo poder.
[Hoje as ideias passaram por mim e nem adeus disseram...]
[Z~XIII]
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