Pior ainda é quando vem de uma pessoa completamente inesperada. Ou de um amigo. ou de ambos. Não sei, sempre associei estas coisas das verdades a golpes de último recurso... A coisas que usamos para acabar com um adversário. Mas e quando não foi um adversário que o disse?
Talvez seja de mim... Talvez esteja demasiado habituado a um mundo cada vez mais competitivo onde morre o mais fraco. Talvez me falte uma faceta emocional qualquer... Talvez seja demasiado frio, demasiado burro para perceber o que quer que seja sobre mim. Já não sei. Pela primeira vez não me consigo distanciar da situação, não consigo analisar o que se passa. Falta-me a frieza, falta-me o planeamento. Culpo o inesperado.
Abalou-me. Sim. Não tenho qualquer pejo em dizê-lo. Sempre admiti as minhas falhas (ou pelo menos a maior parte delas).
Visto a pele de lobo mau, disseram-me. E que mostro uma cara estranha às pessoas.
Talvez seja verdade. Sempre vivi de máscaras, de fumo e espelhos. O problema é que acho que me perdi no meio de tanta coisa. Deixei de ser eu. Ou então passei a negar-me. A tentar parecer outra coisa qualquer. Perdi o fio à meada que me ligava a mim. E por causa disto tudo perdi o sono...
Mas são coisas destas que nos fazem acordar, quanto mais não seja para a Vida.
(btw, I'm in dire need of a hug...)
Ele suspirava-lhe o nome dela aos ouvidos, ela gritava o dele. A respiração tornava-se ofegante, profunda. O batimento cardíaco aumentava em larga escala, o sangue avermelhava-lhes as caras, os braços, tudo. O cérebro parecia entrar em curto-circuito de tamanho esforço. Os corpos pulsavam, expandiam-se e contraíam-se à mercê do momento. Os amantes abrandavam e revolviam-se nos lençóis. Mas não por muito tempo, até porque o desejo é impiedoso.
Passaram-se as horas, passou-se a manhã e meia tarde também... E nada os podia separar. Até que... subitamente... orgasmo. Doce e prazenteiro deleite...
Exaustos os amantes deitam-se lado a lado. Tão próximos mas no entanto mais separados do que um leitor pode imaginar... Recostada no peito dele, a Bailarina adormece. O Gigante beija-lhe o cabelo, e embalado no aroma dela fecha os olhos... e adormece... esquecendo-se do futuro que o esperava.
(Soubésseis vós o que potencia este texto...Eu culpo-o a ele, mais que tudo. E para que saiba senhor, isto é a coisa mais cliché que já escrevi.)
All I want is to be with you, no matter what, no matter where. Just a split second with you would suffice to quench my thirst, to satisfy my hunger...
But still you leave me here, withering, aching... condemned to live a life apart from you.
I want you by my side but most of all, I want you.
Choras, ris, cantas, carpes. Já nada importa, tu és TU, por ti próprio. Que se danem os outros e os seus problemas irritantes, que se lixem os TEUS problemas, acabou, já nem queres mais saber.
E de repente és tomado por aquela inspiração. Uma pura torrente de emoção, algo que te reduz a pó, a um largo conjunto de partículas suspensas em ar, sem rumo, sem movimento. E é aí que te apercebes. De tudo. A manhã chegou. E tudo isto não passou de um sonho.
Ser desprezível também. Mas isso não me incomoda muito, por muito desprezível que seja há-de haver pior bem mais perto do que julgo. Mas esqueçamos os outros por um segundo, esqueçamos que existem outros, foquemo-nos um pouco mais no fundo do nosso umbigo. Somos zeros andantes, não somos? Vazios ocupados por imensa pretensão. Almejamos mais, desejamos de mais...
Gosto de pensar que existe alguém, pelo menos uma pessoa que um dia se vai lembrar de mim quando eu partir... Ai, se ao menos morrer fosse mais fácil... Desaparecer na corrente do Tempo, deixar apenas de ser. Soubesse eu como o fazer...
Os teus olhos prendem-me como os braços de um gigante. Perco-me nas suas cores de mel e mar, nas façanhas e patranhas que eles escondem. Sei o que ocultam. Dor, sofrimento, amor talvez, desdém de certeza. Pedaços inatingíves de ti, algo que nunca mostraste a ninguém. Coisas que ninguém sabe, ninguém viu. Medos, Monstros, Sonhos... Ilusões e desconfianças. Sim, sei-te como me sei a mim, talvez melhor. Partilhámos mais que o mundo, mais que um ano... Fomos...
Mesmo assim o teu olhar ainda me prende, enleia-me como algas do mar. Só te quero fugir, perder-te de vista, vazar-te os olhos e enterra-los no chão. Ultimatista, bem sei... Já não sou forte como me viste, extraíste-me a vontade, a força... Queimaste os cordões que me prendia a alguma coisa. Substituiste-os por correntes inquebráveis... e deixaste-me assim, agrilhoado a uma parede fria, agarrado a uma existência vã.
Posso já não te reconhecer mas ainda te conheço.
Bota o disco a tocar!!
Cartoons - Witchdoctor
Aqua - Barbie Girl
Vengaboys - Boom boom boom
Eiffel 65 - I'm Blue
Scatman John - Scatman's World
Lou Bega - Mambo Nr.5
Spice Girls - Wannabe
Shakira - Wherever Whenever
E faltam mais... muitos mais...
now its time to live your fantasies
yeah yeah
ready or not we have a new conflict
to turn the coin of lust and penalty
just look what i do
Timeless squig...
Preciso de uma mão a que me agarrar.
I keep thinking about the rain... The cleansing waters falling from the sky that clean the body and wash away the sins of the soul.
I miss the sound of a good storm. The hard drumming of clouds having a feast on mankind's fear. It makes us feel small, unworthy... Like ants under a magnifying glass, running from a pillar of light. Storms clean the world of its sins, of its cancers. It should also get her rid of her worse plague... Us. We're nothing but somehow we keep forgetting. How stupid are we...
I lost the way, I went astray. I know not what I'm saying. I feel like the Gods above have left me on my on. As I have been godforsaken. Oh solitude... What happened to inspiration? To the waves that kept my boat roaming? What happened to the Sun that kept my skin warm? All have left me. I have no idea what I am talking about.
Let me be, for I am destined to wander alone...
Somos imagens dum Mundo irreal. Somos desenhos fantásticos de coisas impossíveis. De longe.
daniel says:
*ding dong
Hitchhiker [Z] says:
*who is it?
daniel says:
*ITS SANTA: PARABENS A VOCEE
Hitchhiker [Z] says:
*yaaaaay!
daniel says:
*toma (G)
Hitchhiker [Z] says:
*já estamos nessa altura do ano outra vez?
daniel says:
*e sopra aqui (^)
*na dos teus anos :P ? parece que sim
*porque é que o SANTA está interessado? não sei..
Hitchhiker [Z] says:
*na dos anos e no natal... qu é tudo pla mesma altura
*o SANTA é um amigo de longa data...
daniel says:
*tá xplicado.
Hitchhiker [Z] says:
*porque é que não estaria interessado?
daniel says:
*tell me
*fazes 20 ?
Hitchhiker [Z] says:
*os vinte já os fiz à 5 meses
daniel says:
*5 meses.
Hitchhiker [Z] says:
*sim
*quase cinco meses
daniel says:
*tu FAZES anos hoje. certo?
Hitchhiker [Z] says:
*não!
daniel says:
*senão .. quem é o ZÉ COIMBRA que tá aqui no meu EMAIL
*WTFAK.
Hitchhiker [Z] says:
*sei lá eu!?
daniel says:
*omgawd.
Hitchhiker [Z] says:
*eu sou de Dezembro, homem...
daniel says:
*major fail.
*podes postar no blog.
Hitchhiker [Z] says:
*MAJOR fail indeed
daniel says:
*mas
*mas
*eu nao conheço mais nenhum zé
*eu nao conheço mais nenhum ZE
Hitchhiker [Z] says:
*é que nem no dia acertaste...
*seria 14
daniel says:
*OH COCKBALLS SHIT FUCK.
*desculpa : (
----
Ora, para quem não entendeu, eu NÃO faço anos hoje... nem nos próximos dias... nem nos próximos nove meses...
Fail patrocinado por: Pés inquietos.
- Processo cognitivo
- Avaliação de um perigo actual ou potencial numa dada situação.
- O medo é activado quando uma pessoa é exposta física ou psicologicamente a uma situação que considera ameaçadora ou quando pensa ou fala dessa situação.
- Segundo alguns autores, a componente cognitiva da ansiedade é que é o "medo".
Aqui estuda-se Psicopatologia... Vivam as perturbações da ansiedade. (excepto a Fobia Social... que não sai)
Não nego que não haja uma parte mental mas essa só vem depois.
E pronto... perdão pelo choque... (adoro o da miúda irlandesa...)
A prova que sonhar compensa. E que um livro nem sempre deve ser julgado pela capa.
Aqui.
Por que quer queiramos quer não, ninguém estava à espera daquilo.
Acho que estou a dar em doido. Amanhã pego no carro e mando-me da serra abaixo.
Corpos enleados sofregamente, mentes separadas. Lagos de lágrimas choradas na solidão.
Uma mente perdida em demasiados detalhes. Um corpo demasiado cansado para se mover.
Uma intrincada rede de memórias confinadas a uma arca prestes a desaparecer.
Um último suspiro levado por um etéreo vento para um lugar melhor
This body is dead. This life is no more. Lets run away?
Digam lá que não é!
Seether - "Breakdown"
The sun is gone and the flowers rot
Words are spaces between us
And I should've been drown in the rivers I've found of token lost
And I should've been down when you made me insecure
So break me down if it makes you feel right
And hate me now if it keeps you alright
You can break me down if it takes all your might
'cause I'm so much more than meets the eye
And I'm the one you can never trust
'cause wounds are ways to reveal us
And yeah I could have tried and devoted my life to both of us
But what a waste of my time when the world we have is yours
So break me down if it makes you feel right
And hate me now if it keeps you alright
You can break me down if it takes all your might
'cause I'm so much more than all your lies
Hate me, break me down
So break me down
So break me down
So break me down if it makes you feel right
And hate me now if it keeps you alright
You can break me down if it takes all your might
'cause I'm so much more than meets the eye
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Detesto as terças-feiras...
'cause I'm so much more than mets the eye
Esqueçamos isto que aconteceu aqui. Já é tarde e as mentes pesam...
Inside my Magic Box
You might be getting tired by now...
yarly :)
[Z]
_______
What I really meant to say
Is I'm sorry for the way I am
I never meant to be so cold
Time to move on and grow up.
[Z]
Acho que te amo.
Eu acho que não
Discordamos então.
(Ask not...)
O Charlie Gordo tinha sede.
O Charlie Gordo tinha sede e uma terrível dor de cabeça.
O Charlie Gordo tinha sede, doía-lhe a cabeça, a boca sabia-lhe a coisas más, e os olhos estavam-lhe muito apertados na cabeça, e os dentes doíam-lhe todos e o estômago ardia-lhe, e as costas doíam-lhe de uma menira tal que começava em volta dos joelhos e ia até à testa, e os miolos tinham-lhe sido substituídos por bolas de algodão e formigueiros e era por isso que lhe doia tanto tentar pensar, e os olhos não só lhe estavam muito apertados como lhe deviam ter caído durante a noite e sido recolocados com pregos; e agora apercebia-se que de que qualquer coisa ligeiramente mais alta do que o suave movimento browniano das moléculas de ar a deslizarem gentilemente umas pelas outras estava muito acima do seu limiar de tolerância à dor. Além disso, desejava estar morto.
O Charlie Gordo abriu os olhos, o que foi um erro, na medida em que deixou entrar a luz do Sol, que doía. Também lhe disse onde estava (na sua própria cam, no seu próprio quarto), e porque estava voltado para o relógio na mesa-de-cabeceira, disse-lhe também que já eram onze e meia da manhã.
Excerto de Os filhos de Anansi de Neil Gaiman
1 - Já andei em Engenharia Informática - Facto óbvio e facilmente comprovável pela leitura deste blog
2 - O meu animal favorito é o Lobo- MENTIRA! Divido-me entre corvos e veados (com "E")
3 - Detesto dormir - É tão mentira que doi.
4 - Prefiro LOST a Heroes - Verdade, desde o final da primeira season de Heroes :)
5 - Nunca pesei mais de 63,5 Kg - Mentira, peso 64 Kg
6 - O meu prato favorito é pescada cozida com bróculos e batata cozida. - Verdade verdadeira apesar de ser seguido de perto por "coisas que levem massa"
7 - Tenho psoríase - verdade
8 - Tenho uma cicatriz na cabeça - Yup...
9 - Consigo dizer "pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico" sem me enganar - Verdade, peçam-me na rua :)
1 - Já andei em Engenharia Informática
2 - O meu animal favorito é o Lobo
3 - Detesto dormir
4 - Prefiro LOST a Heroes
5 - Nunca pesei mais de 63,5 Kg
6 - O meu prato favorito é pescada cozida com bróculos e batata cozida.
7 - Tenho psoríase
8 - Tenho uma cicatriz na cabeça
9 - Consigo dizer "pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico" sem me enganar
Amuse me :P
[Z]
Mas o que é meu não me chega, não me preenche. Procuro então em vão um propósito, um objectivo, uma visão de Vida.
As pequenas pinceladas que traço, não são nada... Ou assim parecem ser...
Mas de longe, o quadro compõe-se...
Está um senhor a tocar guitarra à beira duma qualquer estrada. E a cantar uma qualquer piroseira. Nisto passa um camião com produtos radioactivos e espeta-se contra o senhor da guitarra. Apesar de ter sido arrastado setenta metros e ter comido pelo menos dois quilos de pó levanta-se e vai à sua vida (ao menos a cantoria acabou). Ah, e os produtos radioactivos estão a verter para cima de um pasto verde... (Não que isso interesse muito) O condutor veio agora gritar com o homem da guitarra mas ele não lhe liga. A guitarra está toda espatifada por baixo do camião. Se calhar é por isso...
Entretanto passa um homem com um cilindro e apaga toda esta cena.
E isto não faz sentido nenhum... nem eu.
Cloud Cult - "Lucky Today"
I got two hands on the sunshine
I got one foot in the grave
I got 25¢ in my wallet
And I'm feeling mighty lucky today
Hey, hey
My bones are made out of ivory
And my blood is made out of ocean waves
And someone stole my wallet
But I'm feeling mighty lucky today
Hey, hey
And I'm alone
---
isto está-se a tornar um repositório de vídeos :O
textos cadê?
ah que se lixe, o blog é meu e "I'm feeling mighty lucky today"
:) enjoy
to never feel your sweet spicy breath...
to never feel your eyes making my cheeks blush...
to never feel your body against mine...
to never see your smirking face again...
to never dive in your clear eyes again...
to never hear my name whispered in the morning...
to never hear your voice thundering down like a storm over my head...
...it hurts me to see you go like that even though I understand you have to leave. Goodbyes are always hard, and always bittersweet for there's always a small hope that our eyes cross again, that our hands inadvertently touch again... But not today, not this time. The closer we got, the more distance fate brought upon us.
and now, the rain is cold again... like it has never been before.
A surdez dos passos dela não deixavam perscrutar o seu medo. Pé ante pé, a pobre vítima calcorreava o seu martírio. O sangue seco havia colado o vestido ao seu corpo. As suas formas sinuosas vistas a contraluz revelavam a elegância da vítima.
E agora não sei o que lhe fazer... Continuo?
Acho que estava para ali escondido à procura de um dia bom para ser encontrado... Deve remontar ao meu 11º ou 12º anos...
Decidam vocês...
Pinky and the Brain:
Dexter's Laboratory:
Cow and Chicken:
the Angry Beavers (só a música):
Powerpuff girls:
Animaniacs:
Aiii velhice...
Go away from my life because every step you take on my side makes me trip, makes me fall down on my face. And you know what? It hurts. And I know you know it hurts because inside you laugh of me. Your tears are fake, your smile is fake, all in you is fake.
And I tire. Every second I'm with you I tire. So I guess I'm done with this, with all this rambling about love and all that crap you feed me... This is the end. Feel free to cry, I know you won't.
Alegadamente, todos o movimento sobrancelhesco é real, apenas foram aceleradas as imagens.
Adoro o som do balãozinho...
Nunca te defendes, não sabes como o fazer. "A melhor defesa é um bom ataque" já diziam os sábios mas se só sabes atacar de um lado, que serão dos outros? Indefeso é o que és. Escondido por trás de uma máscara infantil de soberania sempre te esquivaste das preocupações adultas, dos deveres, dos favores. Só sabes pedir, não sabes o que é retribuir. Um coração bateu dentro de ti em tempos, um tamborilar ligeiro de emoções. Eras novo e a primeira coisa que fizeste foi dilacerar o peito e mandá-los às urtigas.
Detesto ter que te dizer que te detesto. Mas não passas de luz reflectida numa superfície polida.
Amanda Palmer - Runs in the Family
my friend has problems with winter and autumn
they give him prescriptions, they shine bright lights on him
they say it’s genetic, they say he can’t help it
they say you can catch it - but sometimes you’re born with it
my friend has blight he gets shakes in the night
and they say there is no way that they could have caught it in
time takes its toll on him, it is traditional
it is inherited predisposition
all day i’ve been wondering what is inside of me, who can i blame for it
i say:
it runs in the family, this famine that carries me
to such great lengths to open my legs
up to anyone who’ll have me
it runs in the family, i come by it honestly
do what you want ‘cause who knows it might fill me up
my friend’s depressed, she’s a wreck, she’s a mess
they’ve done all sorts of tests and they guess it has something to do with her grandmother’s
grandfather’s grandmother civil war soldiers who
badly infected her
my friend has maladies, rickets, and allergies that she dates back to the 17th century
somehow she manages - in her misery - strips in the city
and shares all her best tricks with
me? well, i’m well. well, i mean i’m in hell. well, i still have my health
(at least that’s what they tell me)
if wellness is this, what in hell’s name is sickness?
but business is business!
and business
runs in the family, we tend to bruise easily
bad in the blood i’m telling you ‘cause
i just want you to know me
know me and my family
we’re wonderful folks but
don’t get too close to me ‘cause you might knock me up
mary have mercy now look what i’ve done
but don’t blame me because i can’t tell where i come from
and running is something that we’ve always done
well and mostly i can’t even tell what i’m running from
i run from their pity
from responsibility
run from the country
and run from the city
i can run from the law
i can run from myself
i can run for my life
i can run into debt
i can run from it all
i can run till i’m gone
i can run for the office
and run from the ‘cause
i can run using every last ounce of energy
i cannot
i cannot
i cannot
run from my family
they’re hiding inside me
corpses on ice
come in if you’d like
but just don’t tell my family
they’d never forgive me
they’ll say that i’m crazy
but they would say anything if it would
shut me up.....
--
Tão diferente do que me é normal... Gosto.
"Era um desequilibrado", diziam uns. "Era um doido sem consciência", diziam os outros. As opiniões não divergiam muito disto. Ele tinha uma arma, o outro tinha uma também. "Eram amigos", diziam uns. "Eram amantes", diziam os outros. E disto não passava.
Mas no final não eram nem uma coisa nem outra, nem Ele era doido ou desequilibrado. Apenas tinham decidido deixar de viver. E aquele parecia um bom dia para o fazer. O Sol estava no céu, o vento não soprava e sentia-se aquela alegriazinha no Ar, como o Mar a anunciar o Verão. Sim, era sem dúvida um bom dia para morrer. E foi com este pensamento que se levantou da cama. Ligou a televisão no botão e viu o que estava a passar nos noticiários... Nada de Guerras, nada de desastres, como se o Mundo tivesse parado todas as tragédias por um segundo para poder respirar. Sim, era um bom dia para morrer. Limpou o quarto enquanto ouvia a música que passava na rádio. Pegou numa faca e entreteve-se a cortar uma maçã, fruto do desejo, fruto do ensejo. Foi quando o telefone tocou. O seu amigo viria daí a pouco. Usufruiu então da sua última refeição. Tocou a campainha. Levantou-se lentamente, como quem sabe que o fim está próximo e flutuou até à porta. Abriu-a parcimoniosamente, como se o ranger das dobradiças lhe desse prazer. Deixou o seu amigo entrar e dirigiram-se ao quarto. A sala não era um sítio muito agradável para se morrer. Demasiados móveis e coisas, demasiada desarrumação passível de ser causada. Assim que entraram no quarto era certo o que aconteceria... Ou seria?
A faca estava na cama, o rapaz estava de costas para ela, Ele estava a olhar para a virilha do rapaz. Tal volume não era normal e ele sabia-o. Esboçou um gesto lascivo em direcção ao membro viril do companheiro. O rapaz, respondente, colocou a mão na cintura das calças e num instante sacou um revólver para fora e deu um tiro no pescoço d'Ele. Entre o momento do embate com o seu pescoço e a saída do projéctil pelo outro lado passaram exactamente 48 milisegundos.
O Sol brilhava na rua. Os pássaros cantavam e um estrondo dentro de uma casa fazia-se ouvir. Escarlate preenchia as paredes e o chão, era escarlate também o que lhe corria para as mãos. Era um dia bonito, o dia perfeito... mas agora Ele já não sabia se queria morrer. Olhou com os olhos da Morte para o rapaz. A sua inexpressão denunciou o acto seguinte. O revólver rapidamente se voltava para o seu próprio pescoço.
Desta vez, a bala não saiu. Mas o líquido escarlate corria na mesma.
Ignorance is a bliss. Cherish it.
Agarre-se então a criança ao bicho, ignore os perigos que o procuram, deixe-se devorar pelo sono que a manhã será longa. Amanhã será devorado por uma qualquer outra coisa.
Se insistir em ficar, ouça uma musiquinha daquelas ali de lado para não se aborrecer.
Cuidado com os pés. O chão foi lavado.
A Gerência.
Tempo, seu cabrão de merda... Em vez de abrandar quando deve, passa sempre a correr.
dos esquisitos
gente feia a girar
não é bonito?
juntos vamos celebrar
esta nossa palidez
que não da p’ra disfarçar
como abutres no céu
são quase lindos
dois feiosos a rodar
gritando e rindo
são aberrações no ar
oh meu querido
fecha os olhos p’ra me beijar
que o mundo vai-se acabar
menos p’ra ti e p’ra mim
enquanto eu não te olhar
de tão perto assim
p’ra não me assustar
se uma bomba nuclear
tem a sua beleza
gente feia tem também
nem mesmo mata ninguém
que não merecia sim
morrer por ser ruim
por fazer sofrer
quem me quer assim
sobramos só nós dois
ninguém p’ra comparar
o nosso bolo de arroz
com champanhe e caviar
-----
gosto desta letra. aplica-se ;)
Vamos todos, então, embarcar no carrossel dos esquisitos.
[Z]
Sei que tinha qualquer coisa que ver com memórias de dias passados e anseios de dias futuros... De qualquer maneira... Aproveito para despejar o que aqui vai por dentro... Como quando vã ao ecoponto atirar papéis velhos, vê-se sempre um pouco do lixo que por aí tínhamos...
Então despejemos.
(2003)
Estou farto. Farto de pensar, farto de me atirar seeempre contra as mesmas paredes... Farto das mesmas caras, farto das mesmas piadas, preciso de gente nova.
--
Este é velhinho, foi algures no final do meu 9º ano... Memórias rancorosas... Sempre boas de saborear...
(2003)
Não quero que isto acabe. Não quero ir embora. Vou sentir falta disto...
--
Fim do 9º ano. Definitivamente.
(2003 - 2005)
Detesto a minha vida. Detesto as pessoas. Apetece-me morrer.
--
The dark old days...
(2005)
O som da caneta a passar no papel acalma-me. As palavras que por lá vão não fazem sentido... Mas que importa? O sol brilha, a vida continua.
--
Primeiros passos na "escrita"
(2006)
Não quero que isto acabe. Não quero ir embora. Vou sentir falta disto... Mas... o que é que me espera lá fora? Sozinho, ao frio e ao relento... Só...
--
Fim do secundário. Most definitely.
(2006)
Não gosto disto, quero-me ir embora. Detesto a minha vida. Detesto as pessoas. Apetece-me morrer... Ficaram todos para trás. Tenho medo que não voltem...
--
Primeira semana de faculdade. Tenho vergonha destes tempos, hoje em dia.
(2007)
Livin' the good life. Tempo de mudar, de corrigir os antigos erros. Hoje o Sol brilha. Hoje Eu sou EU. E os outros que se cuidem.
--
Segundo semestre. Sem sombra de dúvidas
(2007)
Dias que vêm, desconhecidos de novo. Desta vez acompanhado. Desta vez FELIZ.
--
Segundo ano. Primeiro ano de Psicologia.
(2008)
Se o coração pudesse saltar, se o coração pudesse gritar.
--
Mais do mesmo...
(2008)
E mais um se junta hoje, e mais outro amanhã, os segundos assomam-se e cada um que passa parece insuficente. Ansiedade, excitação... Fernesim que se apodera
--
Fim do Verão deste ano
(Hoje)
Se hoje morresse tinha dívidas enormes para saldar. Dívidas que nunca vou poder saldar. Dívidas que ficam como pequenos post-its colados ao coração. Para não esquecer. Para não deixar de lembrar.
E já sei o que queria dizer: Obrigado. A ti, a ti, e a ti também, a ti que me aturas todos os dias. A ti que lês por o fazeres, a ti que me criticas por me fazeres querer calar-te. A ti que olhas com desdém. A ti que me julgas. A todos vós por aqui estardes. Por bem, por mal, porque sim. Aos que se consideram amigos, aos que o são... aos que deixaram de o ser. aos que passaram a ser. Aos donos dos lugares que ali estão ao lado. Aos donos de si. A todos. A alguns. E a alguém. E a mim. por fazerem de mim o que sou.
:)
Nada Surf - "Popular"
Three important rules for breaking up
Don't put off breaking up when you know you want to
Prolonging the situation only makes it worse
Tell him honestly, simply, kindly, but firmly
Don't make a big production
Don't make up an elaborate story
This will help you avoid a big tear jerking scene
If you wanna date other people say so
Be prepared for the boy to feel hurt and rejected
Even if you've gone together for only a short time,
And haven't been too serious,
There's still a feeling of rejection
When someone says she prefers the company of others
To your exclusive company,
But if you're honest, and direct,
And avoid making a flowery emotional speech when you brake the news,
The boy will respect you for your frankness,
And honestly he'll appreciate the kind of straight forward manner
In which you told him your decision
Unless he's a real jerk or a cry baby you will remain friends
I'm head of the class
'm popular
I'm a quarter back
I'm popular
My mom says I'm a catch
I'm popular
I'm never last picked
I got a cheerleader chick
Being attractive is the most important thing there is
If you wanna catch the biggest fish in your pond
You have to be as attractive as possible
Make sure to keep your hair spotless and clean
Wash it at least every two weeks
Once every two weeks
And if you see Johnny football hero in the hall
Tell him he played a great game
Tell him you like his article in the newspaper
I'm the party star
I'm popular
I've got my own car
I'm popular
I'll never get caught
I'm popular
I make football bets
I'm a teachers pet.
I purpose we support a one month limit on going steady
I think It will keep people more able to deal with weird situation
And get to know more people
I think if you're ready to go out with Johnny
Now's the time to tell him about your one month limit
He wont mind he'll appreciate your fresh look on dating
And once you've dated someone else you can date him again
I'm sure he'll like it
Everyone will appreciate it
You so novel what a good idea
You can keep you time to your self
You don't need date insurance
You can go out with whoever you want to
Every boy, every boy, in the whole world could be yours
If you'll just listen to my plan
THE TEENAGE GUIDE TO POPULARITY
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Ainda retrata a sociedade... música de 1996.
O braço arquejava de dor, o arco bracejava pelo ar. As cordas do violino tocavam até à exaustão. O pequeno Güstaf ofegava de cansaço. Não sabia porque continuava a pegar naquele maldito instrumento, não sabia qual a maldita atracção pelo odioso objecto mas ainda assim tocava todos os dias. Não por obrigação, não por gosto... por... nem ele sabia.
Voava por entre os povos do deserto o rumor que Halakari, a deusa da destruição tinha encarnado no corpo de uma fêmea humana. Mas se os Deuses existiam ou se encarnavam pessoas isso era coisa que ninguém sabia ao certo, mas a jovem continuava a dançar.
O povo que a via dançar rapidamente se atirava aos seus pés ou se lançava ao mar. Diziam que incutia o terror nos olhos dos infiéis, que propagava a destruição no corpo dos pecadores ou então que os seus pés traziam a bonança a terras de crentes. Muitas eram as lendas que se criavam em redor da jovem. E ela continuava a dançar.
A sua fama rapidamente se espalhou ao continente da nova fé, a fé da divindade una, traiçoeira e misericordiosa. Muitos foram os sacerdotes que a quiseram exorcizar, muitos eram os que a queriam sangrar. A jovem não parou de dançar.
Um dia, o líder dos sacerdotes chamou a mulher à sua presença. A jovem dançou para ele. O velho homem olhou para ela durante todo o tempo. O desejo ardia fortemente, a loucura pulsava dentro dele. A jovem não parava de dançar. Um movimento subtil da velha mão do homem deu a ordem fatal. milhares de setas era disparadas na direcção da jovem. E a jovem continuou a dançar. Continuou a dançar até a primeira seta lhe tocar, então o seu corpo tornou-se areia enleada no vento do deserto e tudo o que restou foi a seda e o ouro... E uma porção de areia que se plantou aos pés do sacerdote. Quando este se levantou para a pisar e lhe cuspir em cima, um fogo místico ergeu-se da seda e engoliu o homem. E tudo o que restou foram pequenos grãos de areia e leves flocos de cinza... E a nova fé não existiu mais.
(sim, deprimência, tal como está escrito)
A palavra deprimente, não raras vezes, remete para a palavra Depressão. Até aqui tudo bem. Mas de vez em quando há a necessidade de usar a palavra noutro contexto.
"Figurinhas deprimentes" por exemplo... Neste caso, "deprimente" remete para "Ridículo". Ora é nestes casos que se usa a palavra "Deprimência", um misto entre "Demência" e "Depressão", o carácter ridículo e generalizado de certos e determinados comportamentos e situações.
A deprimência, de acordo comigo ( o que é dizer MUITO) existe de duas formas:
- a deprimência negativa (DP-), inerente a figuras e comportamentos inesperados para o contexto (que de resto é uma das características do comportamento psicopatológico, mas deixemos isso de parte) e;
- a deprimência positiva (DP+), uma característica de quem é meu amigo, de quem não teme falar alto e gritar onde não se espera, do facto de se lembrar do passado e ficar a relembrar o dia em qe se falarm todos os asuntos menos os que realmente importavam.
E é isto. (acho eu)
She and Him - "Why do you Let me Stay Here?"
Why do let me stay here?
All by myself
Why don't you come and play here?
I'm just sitting on the shelf
Why don't you sit right down and stay awhile?
We like the same things and I like your style
Its not a secret; why do you keep it?
I'm just sitting on the shelf
I got to get your presence
Let's make it known
I think you're just so pleasant
I would like you for my own
Why don't you sit right down and make me smile? (uh huh)
You make me feel like I am just a child
Why do you end it?
Just give me credit
I'm just sitting on the shelf
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*la la la la*
( ah, e sim Rita, é a senhora d' "O Acontecimento" )
Pois bem, venho agora anunciar o motivo pelo qual perdia totalmente a esperança nesta velha raça de idiotas:
Morangos com Açúcar - O Filme
Com estreia marcada para Setembro de 2009, o filme promete trazer de volta algumas caras que ficaram conhecidas através do "Mundo Morangos". Os actores escalados para o elenco são: Benedita Pereira, João Catarré, Jessica Athaide, Tiago Castro, Helena Costa, Tiago Carreira, Margarida Martinho, Mariana Martinho, Sara Barradas e Sisley Dias (estes dois ultimos confirmados).
daqui
E agora, já sentem o desespero a apossar-se das vossas almas?
Ah espera... há a faculdade.
Adoro este anúncio. Mesmo.
(Bem sei que tem sido uma semana cheia de vídeos, imagens e outras traquitanas... Já cá venho escrever... um dia destes...)
Portanto, para quem não percebeu, ela tinha um cavalo que ... satisfez oralmente e vaginalmente à frente do actual marido, durante o seu primeiro encontro. Mais tarde eles casaram e ela continuou a satisfazer o cavalo vaginal e oralmente. Ora como marido empenhado, o senhor passou a satisfazer cavalo... analmente...
Ora, conclusões a tirar deste vídeo:
- A senhora satisfaz o cavalo em frente a um gajo que não conhece...
- O senhor fica todo contente e acha aquilo muito giro...
- Eles casaram. (estão mesmo bem um para o outro)
- O senhor passou também ele a satisfazer o cavalo...
- O cavalo fala com eles (não, nem são nada doidos)
- O cavalo, para além de os penetrar ainda os morde todos nas costas...
No fim disto tudo, o que eu venho encarecidamente pedir é que me ergam uma estátua a este casalinho que tanta devoção mostra pelo animal.
Agradecido,
[Z]


